Parabéns Manaus, Manaós, Barélandia, Jaraquilandia, Antes chamada Terra do Mormaço agora és a Terra da Quentura, Manaus - Cidade Sorriso ou tambem Só riso, Do encontro das aguas, da Ponta Negra, do povo caloroso, amável, hospitaleiro, mas tambem Guerreiro como Ajuricaba, que preferiu se lançar nas aguas do Negro e Solimões a ser exposto como trofeu pelos colonizadores, és tu Manaus a "Mãe dos Deuses", Terra que Amamos!
Parabéns Manaus pelos seus 346 anos!
Professor Elias Santos Junior
Filho de Ajuricaba
Obs: Nao conhece Ajuricaba? Então CLIQUE NO LINK
http://www.gentedanossaterra.com.br/ajuricaba.html
Ola, esse blog reune algumas de minhas ideias, pensamentos e devaneios, porem apresenta tambem um resumo daquilo que leio e acho interessante na área do Coaching, Liderança e Gestão Comportamental, Motivação e estilo de vida, Geociências e Meio Ambiente. Gostaria de saber sua opinião sobre as postagens, portanto ficaria feliz em receber seus comentários. Entre e fique a vontade!!
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sábado, 24 de outubro de 2015
quinta-feira, 7 de março de 2013
ARTIGO: Aspectos da Mineração e Impactos da Exploração de Areia em Manaus - AM
Autores: Fabio Fernandes1; Elias Vicente da Cruz Santos Júnior1,2
1 AMAZONGEO Geologia e Meio Ambiente; 2 Centro Universitário do Norte
Área pré-lavra (foto do arquivo da Amazongeo)
A areia minerada na
região de Manaus é resultado da atuação do intemperismo sobre rochas da Formação
Alter do Chão (Cretáceo Superior da Bacia do Amazonas). Os depósitos eluvionares,
se apresentam em forma de “lentes” com espessura de 2 a 4 metros predominantes,
sendo a lavra desenvolvida em mina a céu aberto (cava seca) de forma
mecanizada.
Amplamente utilizada na construção civil a areia que atualmente
abastece a cidade de Manaus é fornecida a partir de três principais áreas:
entorno das Rodovias BR-174 e AM-010, e região do Tarumã.
As minas distam até 80
km da sede do município, apresentam areais distribuídos em superfície aplainada
formando platôs, localmente constituído por pacote arenoso, de coloração branca,
de variada seleção, podendo apresentar alguma estratificação insipiente,
recobertos por areias de coloração escura, decorrente de seu conteúdo em
matéria orgânica.
Os rejeitos da atividade areeira, via de regra, representam
pequeno volume e são integralmente aproveitados na reabilitação da área.
Depositados em “pilhas” são resultado do acumulo de solo, de vegetação e das
areias de coloração escura, valendo resaltar que esta última tem encontrado
crescente mercado, gerando dividendos para a atividade exploratória e
“transtornos” quando da reabilitação da área, em decorrência do baixo volume
orgânico disponível.
Os empreendimentos mineiros são de pequeno a médio porte,
operados por pessoas físicas e jurídicas, não vinculadas a sindicatos ou
associações representativas, ora inexistentes, o que dificulta a interlocução
com os órgãos reguladores da atividade mineira.
Anterior a qualquer legislação
que disciplina a atividade de mineração, a explotação de areia, acumulou, ao
longo das últimas décadas, um grande passivo ambiental devido a falta de
aprimoramento técnico, organização e racionalização da atividade.
O passivo
ambiental da atividade do setor areeiro pode ser avaliado pelo não cumprimento
das condicionantes das Licenças de Operação e implantação das propostas de
reabilitação das áreas.
Nos empreendimentos visitados várias “não-conformidades”
foram identificadas, algumas significativas, tais como, ausência de responsável
técnico pela lavra, reabilitação não iniciada e operação realizada por
terceiros, não comunicada aos órgãos reguladores da atividade mineira. Desmatamento
não orientado, frentes de lavra aleatórias, delimitação deficiente, acúmulo de
água e rejeitos mal armazenados, constituem as principais deficiências.
Área pós-lavra (foto do arquivo da Amazongeo)
A que
pese a ausência de investimentos na capacitação técnica dos funcionários, o desenvolvimento
exploratório dá-se de modo regular, quase que exclusivamente pela
“experimentação”.
Rochas alteradas da Formação Alter do Chão (quartzo-arenitos,
quartzo-grauvacas, arenito arcoseanos e siltitos) constituem, comumente, o
limite exploratório dos depósitos de areia, substrato sobre o qual se inicia a
reabilitação, onde se propõem implantar atividades agrícolas, aquícolas e de
reflorestamento. Tal substrato possui elevada resistência mecânica, baixa
fertilidade e moderada permeabilidade, necessitando de intervenção antrópica
prolongada quando destinado ao uso agrícola/florestal, e imprescindível
impermeabilização para o desenvolvimento de atividade aquícola.
No campo
acadêmico-científico, projetos de recuperação de áreas degradadas pela
atividade em questão, apresentam pouco ou nenhum interesse, contribuindo para a
ausência de parâmetros técnicos (teóricos e práticos).
Uma mineração mais
eficiente e com menor passivo ambiental, legal e com retorno a sociedade, certamente
deverá passar por uma reestruturação do setor mineral local.
REFERENCIAS:
FERNANDES, F. & SANTOS JÚNIOR, E. V. da C. Aspectos da Mineração e Impactos
da Exploração de Areia em Manaus - AM. Anais do 46º Congresso Brasileiro de Geologia e 1º Congresso de Geologia dos
Países de Língua Portuguesa. Santos, SP.2012.
PALAVRAS CHAVE: mineração, deficiência operacional, passivo
ambiental.
sábado, 26 de janeiro de 2013
NOTICIA ÁREAS DE RISCO: Em Manaus, Defesa Civil fiscaliza 281 imovéis em áreas de riscos.
Durante visitas,
agentes orientam famílias para situações de emergência. Bairro do Mauazinho é o
local com maior número de casos.
Defesa Civil visita casas em áreas de risco em Manaus (Foto: Altemar
Alcântara/Semcom)
Dados da Defesa
Civil apontam que 281 imóveis em áreas de risco foram fiscalizados pelo órgão
desde o último fim de semana em Manaus. De acordo com o subsecretário da
Defesa Civil, capitão Aníbal Gomes, a ação é preventiva e os agentes orientam
famílias sobre ações rápidas em casos de emergência, conscientização ambiental,
além de fazer a averiguação do imóvel.
Segundo a prefeitura, os moradores do
bairro do Mauazinho, Zona Leste de Manaus, foram os primeiros a ter recebido as
visitas das equipes da Defesa Civil. No local, o relatório entregue pelo
Serviço Geológico do Brasil apontou que o local tinha o maior número de imóveis
vulneráveis a alagações e com risco de desabamento.
Além da Defesa Civil, participam das
operações de vistorias nas áreas de risco em Manaus as secretarias municipais
de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) e Meio Ambiente e
Sustentabilidade (Semmas).
Extraído do Portal de notícias do G1
Amazonas (g1.globo.com/amazonas)
_____________
Entra ano e sai ano temos essas visitas
e o cadastramento das familias, porem geralmente fica somente nisso, será que
esse ano passaremos do cadastramento para ações mais concretas? É esperar pra
ver.
Saudações
Geológicas
Professor
Elias Santos Junior
Manaus -
Amazônia - Brasil
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Artigos Sobre a Geologia do Estado do Amazonas
Erosão tipo voçoroca com afloramento de caulim, BR-174 entre Manaus e Presidente Figueiredo
Post atualizado em: 19/05/2012
Ola senhores, tendo em vista que a grande maioria dos trabalhos de campo na área de Geologia no Amazonas são realizados na Rodovia BR-174, resolvi postar alguns artigos que tinha em arquivo, se alguem tiver algo para compartilhar sobre o mesmo tema eu pediria nos enviasse para o email: ejunior13@hotmail.com.
Leiam e conheçam um pouco mais sobre a geologia desse trecho do nosso Estado.
Saudações Geológicas,
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
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Souza, V. S. & Nogueira, A. C. R. Seção geológica Manaus – Presidente Figueiredo (AM), borda norte da Bacia do Amazonas: um guia para excursão de campo. Revista Brasileira de Geociências. 39(1): 16-29, março de 2009.
Cassiano, K. R. M. & Costa, R. C. ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL). In: VI Seminário Latino-Americano de Geografia Física. II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física. Universidade de Coimbra, Maio de 2010.
Cassiano, K. R. M. & Costa, R. C. ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL). In: VI Seminário Latino-Americano de Geografia Física. II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física. Universidade de Coimbra, Maio de 2010.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
NOTICIA AMBIENTE: Carnaval em Manaus gera 75% da coleta de lixo de um mês
Segundo dados da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) indicam que no último fim de semana cerca de 60 toneladas de lixo foram recolhidas
FLORÊNCIO MESQUITA
Publicado em Acritica online em 21 de Fevereiro de 2012
Estrutura abandonada na avenida do Samba deu trabalho para os
garis, que em dois dias recolheram lixo equivalente a três semanas de
trabalho
(Luiz Vasconcelos)
O
desfile de Carnaval realizado no último fim de semana no Centro
Cultural e Desportivo de Manaus, o sambódromo, gerou um volume de lixo
que corresponde a 75% da coleta feita em toda a cidade durante um mês.
Ao todo, foram recolhidas 60 toneladas de lixo só no Sambódromo sendo
que a média mensal de produção e coleta de lixo na capital é 80
toneladas. Do total de lixo recolhido, apenas 4 mil toneladas são de
materiais recicláveis, entre latas de alumínio e plásticos. O volume de
lixo deste ano é 50% maior que o recolhido no Carnaval de 2011 quando
foram contabilizadas 40 toneladas. O material tem como destino o aterro
sanitário.
Os
dados da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) traduzem o
cenário de sujeira que ficou espalhada por todo o entorno do Centro de
Convenções. Ainda nas primeiras horas da manhã da última segunda-feira
(20), um dia depois da realização do Bloco das Piranhas também no
Sambódromo, a área estava tomada por lixo. A avenida Pedro Teixeira, por
exemplo, estava coberta por uma variedade de material com destaque para
garrafas de vidro quebradas, restos de fantasias, pedaços dos carros
alegóricos, embalagens de cerveja, entre outros. Até dentro do igarapé
que corta a rua Belmiro Vianez e a avenida do Samba houve impactos do
lixo carnavalesco.
Pelo
menos duas grandes estruturas carnavalescas que foram parar dentro do
igarapé chamaram a atenção de quem passou pelo local na manhã de ontem.
Já as margens do igarapé, estavam cobertas pelos mesmos tipos de
materiais jogados na avenida Pedro Teixeira.
De
acordo com a Semulsp, a quantidade de lixo produzido na cidade aumenta
em 20% no período de Carnaval, o que corresponde a 600 toneladas a mais
que os períodos normais.
Após
a intervenção dos agentes de limpeza pública, o local voltou ao normal.
No entanto, o tipo de sujeira dificultou o trabalho dos agentes. Ocorre
que o vidro espalhado na via, além de representar risco de ferimento
aos profissionais também faz com que os sacos de que armazenam o lixo se
rasguem.
Apesar
de a área ter sido limpa, a quantidade final de lixo no sambódromo deve
aumentar com a realização do Carnaboi 2012. O balanço do lixo produzido
nos eventos realizados no Sambódromo desde o início dos festejos de
momo deve ser contabilizado amanhã, 22, pela Semulsp.
Para
a Semulsp, apesar da quantidade de lixo ter sido maior que a do ano
passado, o reflexo da população para o uso de lixeiras de coleta
seletiva instaladas na área foi positivo. Segundo a assessoria da pasta,
foram disponibilizados 30 kits de coleta coletiva com quatro lixeiras
cada e todas foram usadas pela população.
Já passou a hora das agremiações carnavalescas começarem a reutilizar o material usado nas alegorias, antes a desculpa era a falta de local para isso, porem a Avenida do Samba localizada atrás do sambódromo foi construída com esse propósito (se existem mais escolas do que galpões significa que a estrutura foi subdimensionada!) falta agora é o poder publico exigir que os carros alegóricos sejam retirados da via publica!
Parabenizo a iniciativa de disponibilizar lixeiras para coleta seletiva, muitas vezes o cidadão apesar de ter a consciência ambiental não dispunha do local adequado para despejar seu resíduo, só espero que após o evento o material coletado nessas lixeiras não seja despejado junto ao lixo comum....
Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
sábado, 14 de janeiro de 2012
RISCO GEOLÓGICO: Fortes chuvas deixam 23 pontos de Manaus em alerta contra deslizamentos
A capital amazonense tem 23 áreas em risco de desabamento nas zonas Norte e Leste da cidade
Wallace Abreu - portalamazonia@redeamazonica.com.br
Foto: Divulgação/Semmas
MANAUS - Um levantamento realizado entre a Defesa Civil de Manaus e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) mapeia todas áreas de risco na cidade. O estudo já detectou 23 pontos em perigo de deslizamento – e mais podem ser descobertos nos próximos meses, até a conclusão da pesquisa. São pelos menos 5 mil famílias que estão propensas a sofrer algum tipo de prejuízo com as fortes chuvas.
Segundo o diretor de operações da Defesa Civil de Manaus, Cláudio Belém, o maior problema é que muitas famílias se recusam a sair do terreno, mesmo após ser condenado pelas autoridades. O órgão realiza um trabalho de orientação junto aos moradores destas áreas. Do total, 110 famílias estão sendo monitoradas constantemente.
O diretor de Operações ressaltou que após o levantamento da situação de risco, a Defesa Civil aciona outra Secretaria competente para agir diante do problema constatado. “Atuamos como um órgão gestor em situações de emergência. Se o problema for um caso de uma drenagem, o caso é repassado a Seminf. Se a situação gerar desabrigados, acionamos a Semasdh ou outra secretaria que venha ajudar a resolver o problema”, explicou Belém.
Mapeamento
De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Reinaldo Corrêa, o mapeamento da cidade não é feito por zonas ou bairros e sim pela identificação das bacias hidrográficas urbanizadas. “Um bom exemplo a ser dado é o da Bacia Hidrogáfica do Mindú que tem sua nascente da Reserva Adolpho Ducke e sua foz no bairro São Raimundo. Essa é uma bacia que atravessa a cidade e passa por diferentes infraestruturas urbanas”, explicou.
O pesquisador aponta que um novo inventário sobre as áreas de risco em Manaus está em fase de finalização e adianta que não houve grandes mudanças em comparação ao último inventário apresentado em 2009. “Não houve o surgimento de novas áreas de risco na capital, nem o desaparecimento de áreas já existentes”, enfatizou Corrêa.
Monitoramento
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) envia boletins diários com a previsão meteorológica, que norteiam ações do plano de contingência da Defesa Civil. De acordo com as informações, as equipes são deslocadas para as áreas que possivelmente possam ser atingidas e assim iniciar as ações do plano de contingência, antes de alguma situação mais extrema, como desabamentos, deslizamentos ou alagações.
Só em 2011, a Defesa Civil selecionou 60 crianças e adolescentes de áreas de risco para receberem orientações e se tornarem defensores comunitários. O projeto tem a finalidade de orientar moradores de locais que apresentem algum tipo de risco com informações que possam ajudar em caso de uma situação mais extrema. “Os participantes aprendem noções de primeiros socorros, defesa civil, preservação ambiental, entre outras informações que possam evitar futuros problemas”, destacou Belém.
Orientações
A Defesa Civil alerta que as construções irregulares próximas a encostas ou igarapés podem colocar em risco a vida de muitas pessoas, principalmente no período de chuvas. Outras situações como a construção de muros de contenção com blocos de cimento, jogar lixo ou água de pias, tanques ou chuveiros, enfraquece o solo e aumenta o risco de deslizamento.
A orientação é que ao menor sinal de perigo, o morador saia imediatamente do local e chame a Defesa Civil por meio do número199.
______________
Todo cabloco amazônico sabe quando começa a temporada de chuvas, porem parece que as autoridades nunca estão preparadas, percebam que o trabalho de cadastramento das áreas de risco é realizado faz tempo, grande responsável por parte desse cadastro inclusive com a identificação dos riscos é realizado pelo Professor Reinaldo e sua equipe do INPA.
O mais evidente nesse caso é a falta de profissionais habilitados na Defesa Civil, onde estão os Geógrafos, Geólogos, Engenheiros, Biólogos, Sociólogos e Assistentes Sociais entre outros profissionais?
Chegar em uma área de risco e informar que ela pode desabar e que os moradores tem que sair é muito fácil, difícil é retirar os moradores, dar um local digno para morar, conter o risco, para isso é necessário muito mais do que um cadastramento, é necessário levantamento tecnico-cientifico, é preciso equipes qualificadas, é preciso trabalho preventivo, mas sobretudo é necessário vontade política, e esse parece ser o principal entrave...
No sudeste do Brasil os problemas ja estão ocorrendo, aqui em Manaus já estamos alertas e os Governantes quando irão acordar?
Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
EVENTO: EXCURSÃO PORONOMINARÉ
Divulgação:
EXCURSÃO PORONOMINARÉ
"Sou Ajuricaba, filho de Poronominaré, senhor do Rio Negro, rei dos Manaús, conquistador do Parima e Flagelo dos Portugueses"
Texto da Peça Tatral de Márcio Souza - Tesc "A paixão de Ajuricaba"
Neste sábado, 19 estaremos realizando a I Excursão Poronominaré ao Encontro das Águas, juntamente com acadêmicos e professores (Geógrafos, Turismólogos e Convidados) da Faculdade Metropolitana de Manaus - FAMETRO. O Curso de Turismo da Fametro será representado pelas turmas do 4o e 3o períodos e mais os professores Turo. Aldemir Pereira Júnior, Tura. Cybelle Arianda, Tura. Claudia Menezes, Tura. Soraia Paschoal, Geóg. Dheyson Gonçalves de Lemos e o Geóg. Mauro Bechman. Nosso convidado será o Geóg. Charles Ferreira, da Prefeitura Municipal de Manaus, que nos presenteará com um minicurso sobre a utilização do GPS e o uso de Mapas Temáticos. Na oportunidade será realizado um mapeamento em tempo real da orla fluvial da cidade de Manaus.
Foto: Encontro das Águas do Rio Negro com o Rio Solimões. Amazonas.
Autor: Geóg. M. Bechman, 2010.
A I Excursão Poronominaré tem como objetivo central, o reconhecimento das potencialidades paisagísticas da orla fluvial da cidade de Manaus, para fins de planejamento regional e turístico além de servir para a avaliação nas disciplinas acadêmicas de Geografia Aplicada ao Turismo e Geografia da Amazônia. Da mesma forma, conhecer e prestar reverência ao Encontro das Águas e a necessidade de sua preservação enquanto patrimônio natural do Amazonas e do Brasil. Este evento tem o apoio cultural da empresa SIAL GEOLOGIA, a qual agradecemos a parceria. Abaixo, eis a programação do evento.
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I EXCURSÃO: PORONOMINARÉ AO ENCONTRO DAS ÁGUAS
19 de Novembro de 2011
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
HORÁRIO PONTO ATIVIDADE PALESTRANTE RECURSOS
08:00 Porto Manaus Moderna: Saída - Coordenadores: Coletes. Água. Bebidas. Alimentos. Recipientes.
09:30 Ponta Negra Processo de Ocupação e Revitalização paisagística – Funções da Orla Fluvial de Manaus. MSc. Mauro Jeusy Vieira Bechman. Geógrafo. Som.
10:30 Mercado Adolpho Lisboa O Mercado Municipal como potencial turístico de Manaus. MSc. Aldemir Pereira Júnior. Turismólogo. Som.
11:30 Porto Manaus Moderna ALMOÇO Todos
12:00 Porto Manaus Moderna Apresentação Cultural Livre Som.
14:00 REMAN Noções Técnicas de GPS para mapeamento de percurso. Esp. Charles da Silva Ferreira. PMM. Geógrafo. Som e FlipChart.
15:00 Encontro das Águas Planejamento de Eventos em Transfer ribeirinho e marítimo. MSc. Claúdia Menezes. Turismóloga. Som.
16:00 Técnicas de Lazer e Entretimento para grupos de viagem. Esp. Soraya Paschoal. Turismóloga. Som.
16:30 O Encontro das Águas como representação simbólica da Identidade Amazonense. MSc. Mauro Jeusy Vieira Bechman. Geógrafo. Som.
17:00 Porto da Manaus Moderna Retorno Coordenadores
FICHA TÉCNICA
Posição Identificação Visual
Barco: Castelo Guedes. Capacidade: 95 Porto Manaus Moderna/Balsa do Produtor Cores: Branco e Vermelho.
INFORMAÇÕES: Local: Feira Manaus Moderna – Referência: Prof. Mauro Bechman/Priscila Andrade e Antônio Chaves. Horário: 07:30 a 08:00h. Almoço. Camisa com logo do Evento. Máquina fotográfica. Alimentos e Bebidas. Caderneta de campo. Sapato resistente. Trajes adequados. Obediência total ao cronograma e aos coordenadores do Evento.
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Salve o Encontro das Águas!
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Desejo sucesso aos participantes deste evento,
Salve o Grande Guerreiro Ajuricaba!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
REFLEXÃO: Meus dias de criança em Manaus
Quando criança nós brincavamos de queimada, taco ball, esconde-esconde, barra-bandeira, manja, poucos tinham bicicleta, patins só os ricos, só ia pra casa quando escurecia. Minha mae nao me ligava no celular, nos ja sabiamos a hora de entrar e se nao entrassemos rodavamos na peia. Dia de hoje os pais estavam ensinando os filhos a cobrir papagaio, fazer amassadeira com lata de leite campo verde, fazer um "vai-e-vem" com garrafa de agua sanitaria, jogar cangapé! e com todas as dificuldade eramos felizes!
Como era bom quando faltava água e tinhamos que ir pegar no igarapé, quantas vezes peguei ralho por demorar e chegar com o balde quase seco (ficavamos brincando na agua por horas e voltavamos na sacanagem, tentando derrubar a agua dos outros), hoje passo proximo à esses locais e só resta um filete de agua poluída, sempre falo pras pessoas que aquela era nossa fonte de água e diversão, nunca acreditam!
Viviamos assim, hoje poucos igarapes em Manaus permitem isso, veja mais em http://aguabrancaonline.blogspot.com
Hoje eu vejo tanta gente sentado na frente de um PC reclamando dos seus pais, chateado por ter que ir pra escola, no nosso tempo era na escola que comiamos, e pasmem era otimo a farofa de jabá, mas confesso que eu nao gostava de um treco chamado "leite nova vida"...eu chavama de "velha-morte", nessa epoca nao era proibido subir em arvores, as professoras sabiam o nome e endereço de todo moleque...a Prof Telezila passava na frente de casa 4 vezes por dia, em todas dizia pra minha mãe: Põe o Elias pda estudar!
Hoje se o moleque nao ganha o presente que deseja se tranca no quarto por 3 dias....na nossa epoca as casas eram de um cômodo! Não se reclamava da comida, geralmente nao se tinha opção.
Meu filho Kauã tem dois anos e meio, entra em uma loja e diz: ta baratinho! quando perguntam se ele tem dinheiro ele diz: não, mas papai tem. Ganha no minimo 5 brinquedos diferentes em cada data comemorativa (dos avos paternos, maternos, tios, padrinhos) será que precisa tanto? eu tenho vontade de pegar esses brinquedos e doar na rua, e espero que ele aprenda logo o sentido da solidaridade, vejo pessoas que nao admitem que um irmão use a roupa do outro, na nossa familia tinhamos poucas roupas, entao tinhamos que dividir.
Lembro que meus padrinhos estudaram no centro. mamae conta que um estudava de manha e outro a tarde, isso porque quando um chegava dava a farda pro outro ir pra aula...será que isso ainda ocorre em alguma familia? Creio que sim!
Que nossos filhos sofram menos do que sofremos quando criança, mas que sejam tão felizes quanto fomos, e amem seus pais como amamos os nossos, e olha que apanhavamos muito mais e não tinhamos o Conselho Tutelar! Ainda bem! Obrigado Mãe.
Feliz dia das crianças!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
NOTICIA AMBIENTE: Sombras que fazem a diferença
Motoristas e pedestres agradecem a manutenção de espécies centenárias em área central. Elas, além de enfeitar, amenizam o calor de Manaus
Manaus , 08 de Outubro de 2011
Autora: ANA CELIA OSSAME Na rua Ramos Ferreira, os pés de Benjamin são um alívio para quem trafega pela área e também para aqueles que estudam nas imediações, deixando o clima mais ameno (Bruno Kelly)
Os galhos esticados dos benjaminzeiros (fícus Benjamin) fincados há décadas, de um lado e de outro nas calçadas da rua Ramos Ferreira, no Centro, Zona Centro-Sul, formam uma cobertura vegetal capaz de proporcionar uma sombra refrescante, nas proximidades da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Benjamin Constant, no Centro, Zona Centro-Sul. Esse cenário bucólico faz diferença nos horários de sol a pino, quando o astro atinge sua maior potência, principalmente na hora dos engarrafamentos, comuns em Manaus.
Nos meses em que as temperaturas teimam em responder com aquecimento às ações humanas de depredação à natureza, algumas ruas da capital parecem paisagens de revistas, dada a quantidade de árvores preservadas. Na esquina das ruas Ferreira Pena com Ramos Ferreira, moradores como a comerciante Elisabete da Costa Oliveira, cuja loja, Sagaz Skate Shop, é protegida dos raios solares, delicia-se com o ar bucólico da área, que deve continuar com policiamento mais efetivo.
Além dessas, trechos da Monsenhor Coutinho, Getúlio Vargas, 10 de Julho e Epaminondas, ruas também do Centro, permitem desfrutar da proteção, ainda que rápida, contra o “calor infernal” que anda fazendo na cidade, como aponta o taxista Omar Nascimento, 49. No bairro de Adrianópolis, a rua Teresina, entre as avenidas Umberto Calderaro e Mário Ypiranga, têm acácias e nas avenidas Carvalho Leal e Castelo Branco, na Cachoeirinha, Zona Centro-Sul, também preservam exemplares de espécies como mangueiras.
MAIS VERDE
A mudança no tipo de poda, que não decepa mais todos os galhos da planta, comum há alguns anos, é uma das causas desse novo visual das árvores, explica o diretor de arborização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Nildo Menezes. O órgão acompanha, inclusive, o trabalho feito pelos servidores da empresa Manaus Energia na proteção à fiação elétrica e é cauteloso nas podas de segurança, quando a árvore representa risco para as pessoas ou veículos. A limpeza das ervas de passarinho é outro trabalho feito diariamente.Embora haja predominância de oitis e mangueiras, a prefeitura não tem um levantamento de quantas árvores estão plantadas no Centro.
A Semmas está fazendo um diagnóstico da quantidade de árvores e verificando o estado sanitário delas. Outras espécies estão sendo inseridas nessa área, como o pau-pretinho, por não agredir o calçamento e nem ter copa grande. O importante, finaliza ele, não é plantar em quantidade, mas em qualidade, para proporcionar, além de beleza, conforto térmico.
Condutores buscam as árvores
A presença das árvores nas vias que têm tráfego pesado faz com que muitos condutoress prefiram seguir do lado da sombra enquanto são obrigados a pisar mais no freio do que no acelerador, seguindo o lento trânsito de Manaus. Elisabete, que mora na Ferreira Pena, teme pela retirada do policiamento da praça da Saudade, felizmente, segundo ela, livre dos bandidos disfarçados. “Aqui é um lugar maravilhoso agora, depois que a praça voltou a ser do povo”, comemora ela, que pede ainda mais iluminação ao local.Sob as copas protetoras dos benjamins, os clientes de uma banca de tacacá consumem os quitutes ao som dos passarinhos, na rua Ramos Ferreira. Na mesma situação, aproveitando o refúgio proporcionado pelas árvores, um privilégio na cidade que dá, cada vez mais, lugar às edificações, os estudantes aproveitam as sombras para conversar e até estudar na rua Monsenhor Coutinho. O conforto térmico proporcionado pelas árvores é apontado pelos estudantes como algo bom. Mas eles reconhecem que nem sempre as pessoas cuidam das árvores. “Nós aprendemos a importância das árvores, mas precisamos colocar isso em prática”, revelou o estudante do ensino médio Carlos Fábio Soares, 16, para quem o que falta é sair do discurso para a prática da proteção.
Fonte: http://acritica.uol.com.br/manaus/Manaus-Amazonas-Amazonia-Sombras-diferenca_0_568743239.html
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Olá companheiros, eu gostaria de dizer que a cidade em que moro (Manaus) é a metropole verde no meio da Amazônia, porem infelizmente isso não condiz com a realidade.
É justamente o contrário, nossa cidade carece muito de um programa de arborização das vias, o calor intenso que assola a população poderia ser amenizado se tivessemos arvores ao longo das vias publicas, mas como exigir isso de um Governo que não se preocupa muito com essas questões? ou pior, de uma sucessão de governos que preferiram muitas vezes retirar árvores centenarias como por exemplo as mangueiras da Constantino Nery...
No mandato do Prefeito Serafim Corrêa o conselho municipal de meio ambiente estabeleceu uma norma de compensação ambiental, onde para cada árvore retirada na cidade, deveriam compensar com a doação de 5 mudas, pergunto: E o que foi feito com essas mudas? serviram de campanha para doação, no meu entendimento elas deveriam ser plantadas nas areas degradadas do municipio, porem isso não gera votos.
Senhores, façamos a nossa parte, plantemos nossas árvores!
Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
terça-feira, 9 de agosto de 2011
EVENTO: Transition Towns em Manaus
Agradeço o convite e recomendo!
Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
quarta-feira, 6 de julho de 2011
NOTICIA: EMPREGO PARA GEÓLOGOS EM MANAUS
Aos colegas Geólogos, a SEMMAS abrirá edital para processo seletivo simplificado (http://semmas.manaus.am.gov.br/processo-seletivo-simplificado-2011/), visando a contratação temporária de Geólogos (1 ano - podendo renovar por + 1 ano) apartir de 04/07/11.
GEÓLOGO
Carga Horária Oito horas diárias, perfazendo um total de 40 (quarenta) horas semanais.
Remuneração Mensal R$ 2.075,00 (dois mil e setenta e cinco reais)
Pré-requisitos (comprovados junto aos documentos apresentados nos termos do item 3.4
deste Edital)
Bacharel em Geologia, comprovado por meio de Diploma expedido por instituição de ensino reconhecido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), com registro profissional no CREA.
Área de atuação
Ambiental
Descrição das atividades
Atuar na área de licenciamento, monitoramento, fiscalização, elaboração de laudos, desenvolver atividades decorrentes da legislação ambiental, condução de veículos e realizar outras atividades correlatas previstas em leis, regulamentos e normas técnicas.
VAGAS 02
PNE 01
TOTAL DE VAGAS 03Colaboração: Geólogo Fábio Fernandes
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Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
sábado, 19 de março de 2011
NOTICIA AMBIENTE: Moradores de áreas de risco temem novos deslizamentos em Manaus
Com o período de chuvas em Manaus, cresce a preocupação daqueles que moram em áreas consideradas de risco. Veja como vivem estas famílias, e as dificuldades enfrentadas.
Manaus - Com a notícia das centenas de mortes no Rio de Janeiro, provocadas por deslizamentos de terra, e com a tradicional chegada do período de chuvas na região amazônica, moradores de Manaus que vivem em áreas classificadas pelas autoridades como sendo de risco temem novos acidentes. Após a divulgação do lançamento de uma ação contra as erosões na cidade, feita pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), o Portal D24am esteve em alguns desses locais para mostrar a situação dos moradores.
Boa parte deles reconhece o risco de local onde mora, mas, por outro lado, eles argumentam que não têm alternativas. É o caso da dona de casa Anúbia dos Santos, de 29 anos, que veio de Parintins. Morando há nove anos em uma pequena casa de madeira, situada à beira de um barranco na comunidade do Riacho Doce 3, no bairro da Cidade Nova (zona Norte), ela diz que já passou por situações de medo no período chuvoso. Ela conta que, aproximadamente há um ano, por volta de 7h da manhã, a cozinha da residência cedeu junto com o solo, que não resistiu à chuva e deslizou.
“Meu marido havia acabado de levantar e veio para a cozinha. Ele ouviu um barulho e olhou pela janela. Foi quando ele viu a terra inteira descendo. Só houve tempo de ele correr. Graças a Deus que não perdemos ninguém, só alguns móveis”, conta. Mãe de seis filhos, ela teme novos deslizamentos, mas afirma que não tem condições financeiras de mudar de local. “Estamos lutando para ir morar em outro lugar, mas ainda não temos condições”, diz. A dona de casa conta que ficou feliz com o lançamento do programa ‘Minha casa, minha vida’, do Governo Federal, mas a decepção veio tão rápido como a notícia.
Minha casa, meu medo
“Eu cheguei a procurar o programa, mas fui informada que ele era só para as pessoas que vivem de aluguel. Eu expliquei minha situação, que morava em área de risco, mas não teve jeito. Aí eu desisti”, diz. Corretores consultados pelo Portal D24am dizem que o caso da dona de casa pode ter sido barrado pela Caixa Econômica Federal pelo fato de ela não ter renda fixa, e não por morar em área de risco.
Enquanto o marido de Anúbia vive de pequenos bicos nos intervalos em que não está trabalhando como pedreiro, a dona de casa cuida dos filhos. “Às vezes eu tenho que sair para resolver alguma coisa, mas quando o tempo fecha, eu cancelo todos os meus compromissos. Prefiro ficar em casa com meus filhos. Por mim, eu posso perder tudo, menos a minha vida e dos meus filhos”, diz.
A atual rotina de Anúbia dos Santos, assim como a do marido, é fazer vigília durante à noite, quando chove. “Não dormimos mais direito, ainda mais com essas notícias da tragédia no Rio de Janeiro. Ficamos mais assustados. Quando chove à noite, ficamos acordados com medo. Meus filhos vivem me perguntando se um dia vamos ter uma casa que não caia com a chuva”, conta.
Um barranco acima da casa de Anúbia dos Santos vive o feirante José Neuton Severino, de 34 anos. Pai de seis filhos, ele se revolta quando ouve, geralmente por parte de agentes da Defesa Civil, que mora ali “porque quer”. “Não vivemos aqui porque queremos. Gostaria que essas pessoas que dizem isso se colocassem em nosso lugar. Eu não tenho condições financeiras de comprar uma casa, nem de alugar”, explica. Ele diz que teme que sua casa caia com a chuva.
“Já vi vários vizinhos perderem tudo, seus móveis, sua paz. E sempre que a Defesa Civil vem aqui, nos dizem que vivemos aqui porque queremos. Não adianta vir aqui para nos entristecer mais. Eu queria que viesse algum assistente social ver a nossa situação”. José diz ainda que o local recebe muitas visitas de políticos, no período de eleição. “Na época de eleição, eles sempre vêm aqui. Nunca prometem nada, só pedem o nosso voto mesmo”, conta o feirante.
Nos dois casos, da dona de cada e do feirante, a chegada ao local aconteceu da mesma forma: ocupação irregular. Quando souberam que havia uma área “disponível”, foram ao local e ocuparam os lotes que ainda não haviam sido marcados por outros ocupantes. “Nós só conseguimos um espaço já na parte de cima, pois os de baixo estavam todos marcados”, conta Anúbia.
Por muito pouco
Quem também não chegou a perde tudo mas testemunhou o desespero de vizinhos foi a costureira Valma Maria Bezerra de Morares, de 47 anos. Hoje vivendo em uma casa distante das áreas de risco, na comunidade de Nossa Senhora de Fátima II, na última divisa com o bairro da Cidade Nova (Zona Leste/Norte), ela conta que em 1996, em uma chuva que durou três dias, ela acordou com barulhos e estalos que vinham da casa vizinha.
“Ouvimos barulhos e saímos para ver. Era a casa de um vizinho nosso, que estava caindo por causa de um deslizamento de terra. Nós ajudamos ele a retirar as coisas, mas a casa caiu inteira. Graças a Deus que ninguém se feriu”, diz.
Foi após a situação que sua antiga casa – perto de onde vive hoje, porém longe dos barrancos – foi colocada entre as ameaçadas pela Defesa Civil. “Eu cheguei a passar dois meses fora de casa, morando com parentes.
Depois eles voltaram e fizeram uma avaliação, dizendo que minha casa não corria mais riscos. Mas eu a vendi e vim para outro lugar”, conta. Hoje, a antiga casa do vizinho que desapareceu em meio à terra, já foi erguida novamente. Apesar de ser informada que a área não corria mais riscos deslizamentos, a costureira Valma prefere morar onde está atualmente. “Disseram que não corre mais riscos, mas nunca se sabe”, pondera.
O precipício de Londres
Situação de grande medo vivem hoje os moradores da Rua Londres, no bairro Grande Vitória (zona Leste). No local, uma grande cratera de vários metros de profundidade se formou com as recentes chuvas, levando pelo menos duas casas. A dona de uma das residências que desapareceu com o incidente, Rutinei Mota dos Santos, de 50 anos, está morando de favor na casa de vizinhos. “Eu perdi tudo, mas ainda bem que não havia ninguém em casa na hora em que ela caiu. E hoje estou morando de favor. Espero que as autoridades possam olhar pelas pessoas nessa situação, porque não sou apenas eu”, diz.
Ela conta que quatro outras casas já caíram em deslizamentos de terra nas redondezas, desde o ano passado, e que não tem condições de ir para outro lugar “Eu tenho quatro netos, vivo com meus filhos e minha única fonte de renda é uma pensão de 200 reais. Quatro casas já caíram, mas até hoje nunca providenciaram nada para quem perdeu tudo. Será que estamos esquecidos? Acho que as autoridades têm que parar de vir aos locais de deslizamentos para fazer apenas fotos e fazer alguma coisa”, reclama.
Reportagem de Mário Bentes para o portal@d24am.com
19 Mar 2011.
________________________Primeiramente gostaria de parabenizar o Jornalista Mario Bentes pelo excelente texto, poucas vezes vi uma reportagem sobre areas de risco antes que tivesse havido o deslizamento, isso prova que o Bentes como tambem portal@d24am.com estao atentos para o que pode ocorrer nas areas que sofrem com esse problema, bem ao contrario do poder publico que apenas vai a essas areas para fixar uma placa numerada avisando que trata-se de uma area de risco ou entao quando a tragedia ocorre.
Em 1997 quando o Prof. Dr. Jose Duarte Alecrim apresentou no Simposio de Geologia da Amazonia um trabalho multidisciplinar sobre areas de risco geologico em Manaus a comunidade geologica banalizou a questao, nesse trabalho era citado que da forma como estava sendo realizada a expansao urbana da cidade em breve teriamos problemas geo-ambientais semelhantes ao Rio de Janeiro, Sao Paulo e Minas Gerais.
Esse trabalho pioneiro rendeu varios outros artigos, monografias e dissertacoes sobre a tematica sempre buscando mostrar que o principal agente acelerador da situacao de risco é o homem e sua forma inconsequente de ocupar o territorio.
No ultimo mes o problema ganhou repercussao nacional e internacional quando o prefeito dessa cidade ao visitar areas de risco geologico discutiu com uma moradora.
O que me chama atencao é que mesmo passado tantos anos desde o inicio dessa discussao em Manaus iniciada com os trabalhos de J. D. Alecrim uma coisa pouco mudou: a falta de acao preventiva por parte da Defesa Civil Municipal e Estadual, assim como o descaso das outras secretarias que nao conseguem agir conjuntamente visando evitar tragedias, quando isso ira mudar?
Estivemos dia 16 de marco de 2011 na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas eu e o Geografo Mauro Bechman participando de uma Sessao de Tempo solicitada pelo Dep. Tony Medeiros (Presidente da Comissao de Assuntos Municipais) para debater essa problematica, foi o passo inicial para discussoes mais aprofundadas naquela casa, onde em breve teremos uma Audiencia Publica solicitada pelo Dep. Luiz Castro visando reunir representantes das comunidades, pesquisadores, entidades publicas com o objetivo de mapear o problema e se tudo correr bem propor solucoes.
Vamos a luta companheiros, uma cidade que pretende sediar partidas da Copa do Mundo de futebol precisa estar preparada para atender situacoes de emergencia.
Saudacoes Geologicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
Ao pesquisar noticias sobre areas de risco nos jornais de manaus percebemos que s
quinta-feira, 3 de março de 2011
EMPREGO PETRÓLEO: Tuscany Drilling contrata para Perfuração Onshore - Manaus/AM
Ola leitores, recebi essa mensagem do Victor Alves autor do blog TECNOPEG e estou repassando:
O TECNOPEG está auxiliando a Tuscany Drilling, empresa multinacional canadense recém-instalada no Brasil, mais especificamente em Manaus/AM, a divulgar algumas vagas abertas para Projeto de Perfuração Onshore no qual ela está participando. É uma ótima oportunidade para os leitores do Amazonas, que tem grande audiência aqui no Tecnopeg!
A empresa está com URGÊNCIA para preenchimento das posições de Superintendente e Coordenador de Operações. Mas também está recrutando Encarregados de Sonda (Toolpushers), Sondadores (Drillers), Coordenador de HSE, Torrista, Operador de Guindaste e Almoxarife.
A Tuscany oferece salários competitivos, benefícios e oportunidades de crescimento profissional. Interessados deverão enviar curriculum para: bancodetalentos.selecao@gmail.com ou dcampos@tuscanydrilling.com
Obrigado Victor!
Boa sorte aos candidatos e desejo boas vindas à Tuscany Drilling
Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
AMAZONIA AMBIENTAL - Movimento pede proteção para a principal cachoeira de Manaus
A Cachoeira Alta, considerada a maior e mais importante de Manaus, já perdeu mais de 80% do seu volume de água original e toda a base está ameaçada de desmoronamento.
Manaus, 01 de Fevereiro de 2011Elaíze Farias A Critica On Line
Cachoeira Alta, localizada no bairro Tarumã, em Manaus, que passa por um grave processo de descaracterização. (Jo Farrah )
A ong Mata Viva, formada por moradores do bairro Tarumã, na Zona Centro-Oeste, iniciou um movimento pelo tombamento da mais importante cachoeira de Manaus: a Cachoeira Alta, que há muito tempo passa por um processo de degradação.
“Não é de hoje que a Cachoeira Alta do Tarumã enfrenta processo de desfiguração cênica, poluição e ocupação do leito do igarapé. No início as pedreiras que foram desativadas, mas local ficou abandonado e começou a ser invadido”, afirma o jornalista Jó Farrah, presidente da Mata Viva e morador do Tarumã.
Segundo Farrah, a destruição da Cachoeira Alta se intensificou em 2002, quando foi realizado na área o evento de música Ecosystem 2.0, promovido pelo Greenpeace.
Nos últimos anos, a invasão de terras e a criação de novos bairros comprometeram ainda mais o local. Outro agravante são as constantes obras de dragagem e de canalização executada por empresas imobiliárias.
Conforme o jornalista, o salto da Cachoeira Alta, cuja altura é de aproximadamente 30 metros, já perdeu 80% do volume de água original e a base da cachoeira está ameaçada de desmoronamento.
“A única cachoeira desse porte só tem no município de Presidente Figueiredo”, observou.
Internet
A campanha pelo tombamento, por enquanto, está restrito às ações na internet, via redes sociais.
A ong também lançou um blog com informações sobre a Cachoeira Alta e o igarapé que passa pelo local.
A campanha pretende recolher assinaturas para que a ong envie o pleito do tombamento ao órgão responsável, seja ele da esfera estadual ou federal.
“Fizemos o lançamento na internet em dezembro do ano passado como um experimento. Queremos tornar a Cachoeira e o igarapé em objetos ambientais conhecidos no mundo inteiro”, disse.
A mobilização, neste momento, está sendo realizada por meio do sítio http://aguabrancaonline.blogspot.com
Corredor
Um instrumento legal que poderia proteger a Cachoeira Alta seria o Corredor Ecológico das Cachoeiras Alta e Baixa do Tarumã, criado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).
No entanto, conforme Jó Farrah, o Corredor “não passou do papel”. “Já faz mais de um ano que ele foi criado e nada aconteceu. Enquanto isso, a desfiguração e a ocupação irregular das áreas vizinhas às cachoeiras continuam”, disse.
O igarapé que passa pela Cachoeira Alta também é especial. Segundo Farrah, ele é o único igarapé “vivo de Manaus”, da nascente até a foz, em seus 10 quilômetros de extensão.
“As cachoeiras Alta e Baixa do Tarumã sempre foram cartões postais de Manaus. A Cachoeira Alta, e Manaus antes era usada para cultos afro-brasileiros. Agora tem tanto esgoto que não á fazer nada. Descaso e omissão do poder público precisam ser revistos, por isso pedimos tombamento”, disse.
A assessoria de imprensa da Semmas foi procurada e confirmou que o Corredor Ecológico foi criado ano passado.
Sobre as ações que serão efetuadas a partir de sua criação, a assessoria disse que iria acionar o responsável pelo projeto e que, tão logo tivesse a informações, iria entrar em contato com a reportagem do acritica.com.
Assim que a assessoria da Semmas se manifestar, a resposta será publicada nesta matéria.
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Excelente iniciativa da Ong Mata Nativa, a forma mais facil de recuperar areas mineradas é transforma-las em parques. Os lagos ja estao prontos falta apenas implementar a infra-estrutura basica, tais como: passarelas, trilhas, quioques, etc.
A cidade de Curitiba apresenta varios exemplos desse tipo de recuperacao, cujo o principal expoente é a Pedreira Leminsk e a Opera de Arame.
Pena que em Manaus, coracao da Amazonia as coisas sejam tao dificeis de serem implementadas, nao pela falta de carinho de seus moradores mas sim pela falta de vontade politica de seus governantes.
Parabens a ONG MATA NATIVA. Estamos com voces em mais essa luta.
Professor Elias Santos Junior.
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