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sábado, 24 de outubro de 2015

346 anos da Cidade de Manaus

Parabéns Manaus, Manaós, Barélandia, Jaraquilandia, Antes chamada Terra do Mormaço agora és a Terra da Quentura, Manaus - Cidade Sorriso ou tambem Só riso, Do encontro das aguas, da Ponta Negra, do povo caloroso, amável, hospitaleiro, mas tambem Guerreiro como Ajuricaba, que preferiu se lançar nas aguas do Negro e Solimões a ser exposto como trofeu pelos colonizadores, és tu Manaus a "Mãe dos Deuses", Terra que Amamos!

Parabéns Manaus pelos seus 346 anos!

Professor Elias Santos Junior
Filho de Ajuricaba

Obs: Nao conhece Ajuricaba? Então CLIQUE NO LINK

http://www.gentedanossaterra.com.br/ajuricaba.html


quinta-feira, 7 de março de 2013

ARTIGO: Aspectos da Mineração e Impactos da Exploração de Areia em Manaus - AM


Autores: Fabio Fernandes1; Elias Vicente da Cruz Santos Júnior1,2

1 AMAZONGEO Geologia e Meio Ambiente; 2 Centro Universitário do Norte

Área pré-lavra (foto do arquivo da Amazongeo)

A areia minerada na região de Manaus é resultado da atuação do intemperismo sobre rochas da Formação Alter do Chão (Cretáceo Superior da Bacia do Amazonas). Os depósitos eluvionares, se apresentam em forma de “lentes” com espessura de 2 a 4 metros predominantes, sendo a lavra desenvolvida em mina a céu aberto (cava seca) de forma mecanizada. 


Amplamente utilizada na construção civil a areia que atualmente abastece a cidade de Manaus é fornecida a partir de três principais áreas: entorno das Rodovias BR-174 e AM-010, e região do Tarumã. 

As minas distam até 80 km da sede do município, apresentam areais distribuídos em superfície aplainada formando platôs, localmente constituído por pacote arenoso, de coloração branca, de variada seleção, podendo apresentar alguma estratificação insipiente, recobertos por areias de coloração escura, decorrente de seu conteúdo em matéria orgânica. 

Os rejeitos da atividade areeira, via de regra, representam pequeno volume e são integralmente aproveitados na reabilitação da área. Depositados em “pilhas” são resultado do acumulo de solo, de vegetação e das areias de coloração escura, valendo resaltar que esta última tem encontrado crescente mercado, gerando dividendos para a atividade exploratória e “transtornos” quando da reabilitação da área, em decorrência do baixo volume orgânico disponível. 

Os empreendimentos mineiros são de pequeno a médio porte, operados por pessoas físicas e jurídicas, não vinculadas a sindicatos ou associações representativas, ora inexistentes, o que dificulta a interlocução com os órgãos reguladores da atividade mineira. 

Anterior a qualquer legislação que disciplina a atividade de mineração, a explotação de areia, acumulou, ao longo das últimas décadas, um grande passivo ambiental devido a falta de aprimoramento técnico, organização e racionalização da atividade. 

O passivo ambiental da atividade do setor areeiro pode ser avaliado pelo não cumprimento das condicionantes das Licenças de Operação e implantação das propostas de reabilitação das áreas. 

Nos empreendimentos visitados várias “não-conformidades” foram identificadas, algumas significativas, tais como, ausência de responsável técnico pela lavra, reabilitação não iniciada e operação realizada por terceiros, não comunicada aos órgãos reguladores da atividade mineira. Desmatamento não orientado, frentes de lavra aleatórias, delimitação deficiente, acúmulo de água e rejeitos mal armazenados, constituem as principais deficiências. 

Área pós-lavra (foto do arquivo da Amazongeo)

A que pese a ausência de investimentos na capacitação técnica dos funcionários, o desenvolvimento exploratório dá-se de modo regular, quase que exclusivamente pela “experimentação”. 

Rochas alteradas da Formação Alter do Chão (quartzo-arenitos, quartzo-grauvacas, arenito arcoseanos e siltitos) constituem, comumente, o limite exploratório dos depósitos de areia, substrato sobre o qual se inicia a reabilitação, onde se propõem implantar atividades agrícolas, aquícolas e de reflorestamento. Tal substrato possui elevada resistência mecânica, baixa fertilidade e moderada permeabilidade, necessitando de intervenção antrópica prolongada quando destinado ao uso agrícola/florestal, e imprescindível impermeabilização para o desenvolvimento de atividade aquícola. 

No campo acadêmico-científico, projetos de recuperação de áreas degradadas pela atividade em questão, apresentam pouco ou nenhum interesse, contribuindo para a ausência de parâmetros técnicos (teóricos e práticos). 

Uma mineração mais eficiente e com menor passivo ambiental, legal e com retorno a sociedade, certamente deverá passar por uma reestruturação do setor mineral local.
REFERENCIAS:

FERNANDES, F. & SANTOS JÚNIOR, E. V. da C. Aspectos da Mineração e Impactos da Exploração de Areia em Manaus - AM. Anais do 46º Congresso Brasileiro de Geologia e 1º Congresso de Geologia dos Países de Língua Portuguesa. Santos, SP.2012.


PALAVRAS CHAVE: mineração, deficiência operacional, passivo ambiental. 

sábado, 26 de janeiro de 2013

NOTICIA ÁREAS DE RISCO: Em Manaus, Defesa Civil fiscaliza 281 imovéis em áreas de riscos.


Durante visitas, agentes orientam famílias para situações de emergência. Bairro do Mauazinho é o local com maior número de casos.


Defesa Civil visita casas em áreas de risco em Manaus (Foto: Altemar Alcântara/Semcom)

Dados da Defesa Civil apontam que 281 imóveis em áreas de risco foram fiscalizados pelo órgão desde o último fim de semana em Manaus. De acordo com o subsecretário da Defesa Civil, capitão Aníbal Gomes, a ação é preventiva e os agentes orientam famílias sobre ações rápidas em casos de emergência, conscientização ambiental, além de fazer a averiguação do imóvel.

Segundo a prefeitura, os moradores do bairro do Mauazinho, Zona Leste de Manaus, foram os primeiros a ter recebido as visitas das equipes da Defesa Civil. No local, o relatório entregue pelo Serviço Geológico do Brasil apontou que o local tinha o maior número de imóveis vulneráveis a alagações e com risco de desabamento.

Além da Defesa Civil, participam das operações de vistorias nas áreas de risco em Manaus as secretarias municipais de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) e Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).
Extraído do Portal de notícias do G1 Amazonas (g1.globo.com/amazonas)
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Entra ano e sai ano temos essas visitas e o cadastramento das familias, porem geralmente fica somente nisso, será que esse ano passaremos do cadastramento para ações mais concretas? É esperar pra ver.


Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil






quinta-feira, 17 de maio de 2012

Artigos Sobre a Geologia do Estado do Amazonas

 Erosão tipo voçoroca com afloramento de caulim, BR-174 entre Manaus e Presidente Figueiredo

Post atualizado em: 19/05/2012 

Ola senhores, tendo em vista que a grande maioria dos trabalhos de campo na área de Geologia no Amazonas são realizados na Rodovia BR-174, resolvi postar alguns artigos que tinha em arquivo, se alguem tiver algo para compartilhar sobre o mesmo tema eu pediria nos enviasse para o email: ejunior13@hotmail.com.

Leiam e conheçam um pouco mais sobre a geologia desse trecho do nosso Estado.

Saudações Geológicas,
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

NOTICIA AMBIENTE: Carnaval em Manaus gera 75% da coleta de lixo de um mês

Segundo dados da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp) indicam que no último fim de semana cerca de 60 toneladas de lixo foram recolhidas

sábado, 14 de janeiro de 2012

RISCO GEOLÓGICO: Fortes chuvas deixam 23 pontos de Manaus em alerta contra deslizamentos

A capital amazonense tem 23 áreas em risco de desabamento nas zonas Norte e Leste da cidade

Wallace Abreu - portalamazonia@redeamazonica.com.br


                            Foto: Divulgação/Semmas

MANAUS - Um levantamento realizado entre a Defesa Civil de Manaus e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) mapeia todas áreas de risco na cidade. O estudo já detectou 23 pontos em perigo de deslizamento – e mais podem ser descobertos nos  próximos meses, até a conclusão da pesquisa. São pelos menos 5 mil famílias que estão propensas a sofrer algum tipo de prejuízo com as fortes chuvas.

Segundo o diretor de operações da Defesa Civil de Manaus, Cláudio Belém, o maior problema é que muitas famílias se recusam a sair do terreno, mesmo após ser condenado pelas autoridades. O órgão realiza um trabalho de orientação junto aos moradores destas áreas.  Do total, 110 famílias estão sendo monitoradas constantemente.

O diretor de Operações ressaltou que após o levantamento da situação de risco, a Defesa Civil aciona outra Secretaria competente para agir diante do problema constatado. “Atuamos como um órgão gestor em situações de emergência. Se o problema for um caso de uma drenagem, o caso é repassado a Seminf. Se a situação gerar desabrigados, acionamos a Semasdh ou outra secretaria que venha ajudar a resolver o problema”, explicou Belém.

Mapeamento
Pontos de alagação arco norteleste de Manaus no último levantamento realizado em 2008
Pontos de alagação arco Norte/Leste de Manaus no último levantamento realizado em 2008

De acordo com o pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Reinaldo Corrêa, o mapeamento da cidade não é feito por zonas ou bairros e sim pela identificação das bacias hidrográficas urbanizadas. “Um bom exemplo a ser dado é o da Bacia Hidrogáfica do Mindú que tem sua nascente da Reserva Adolpho Ducke e sua foz no bairro São Raimundo. Essa é uma bacia que atravessa a cidade e passa por diferentes infraestruturas urbanas”, explicou.

O pesquisador aponta que um novo inventário sobre as áreas de risco em Manaus está em fase de finalização e adianta que não houve grandes mudanças em comparação ao último inventário apresentado em 2009. “Não houve o surgimento de novas áreas de risco na capital, nem o desaparecimento de áreas já existentes”, enfatizou Corrêa.

Pontos de desmoronamento em Manaus (Último mapeamento de 2008). Foto: Reprodução

Monitoramento
O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) envia boletins diários com a previsão meteorológica, que norteiam ações do plano de contingência da Defesa Civil. De acordo com as informações, as equipes são deslocadas para as áreas que possivelmente possam ser atingidas e assim iniciar as ações do plano de contingência, antes de alguma situação mais extrema, como desabamentos, deslizamentos ou alagações.

Só em 2011, a Defesa Civil selecionou 60 crianças e adolescentes de  áreas de risco para receberem orientações e se tornarem defensores comunitários. O projeto tem a finalidade de orientar moradores de locais que apresentem algum tipo de risco com informações que possam ajudar em caso de uma situação mais extrema. “Os participantes aprendem noções de primeiros socorros, defesa civil, preservação ambiental, entre outras informações que possam evitar futuros problemas”, destacou Belém.

Orientações
A Defesa Civil alerta que as construções irregulares próximas a encostas ou igarapés podem colocar em risco a vida de muitas pessoas, principalmente no período de chuvas. Outras situações como a construção de muros de contenção com blocos de cimento, jogar lixo ou água de pias, tanques ou chuveiros, enfraquece o solo e aumenta o risco de deslizamento.

A orientação é que ao menor sinal de perigo, o morador saia imediatamente do local e chame a Defesa Civil por meio do número199.

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Todo cabloco amazônico sabe quando começa a temporada de chuvas, porem parece que as autoridades nunca estão preparadas, percebam que o trabalho de cadastramento das áreas de risco é realizado faz tempo, grande responsável por parte desse cadastro inclusive com a identificação dos riscos é realizado pelo Professor Reinaldo e sua equipe do INPA.
 
O mais evidente nesse caso é a falta de profissionais habilitados na Defesa Civil, onde estão os Geógrafos, Geólogos, Engenheiros, Biólogos, Sociólogos e Assistentes Sociais entre outros profissionais?
 
Chegar em uma área de risco e informar que ela pode desabar e que os moradores tem que sair é muito fácil, difícil é retirar os moradores, dar um local digno para morar, conter o risco, para isso é necessário muito mais do que um cadastramento, é necessário levantamento tecnico-cientifico, é preciso equipes qualificadas, é preciso trabalho preventivo, mas sobretudo é necessário vontade política, e esse parece ser o principal entrave...
 
No sudeste do Brasil os problemas ja estão ocorrendo, aqui em Manaus já estamos alertas e os Governantes quando irão acordar?

Saudações Geológicas

Prof. Elias Santos Junior

Manaus - Amazônia - Brasil

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

EVENTO: EXCURSÃO PORONOMINARÉ

Divulgação:

EXCURSÃO PORONOMINARÉ


"Sou Ajuricaba, filho de Poronominaré, senhor do Rio Negro, rei dos Manaús, conquistador do Parima e Flagelo dos Portugueses"


Texto da Peça Tatral de Márcio Souza - Tesc "A paixão de Ajuricaba"

Neste sábado, 19 estaremos realizando a I Excursão Poronominaré ao Encontro das Águas, juntamente com acadêmicos e professores (Geógrafos, Turismólogos e Convidados) da Faculdade Metropolitana de Manaus - FAMETRO. O Curso de Turismo da Fametro será representado pelas turmas do 4o e 3o períodos e mais os professores Turo. Aldemir Pereira Júnior, Tura. Cybelle Arianda, Tura. Claudia Menezes, Tura. Soraia Paschoal, Geóg. Dheyson Gonçalves de Lemos e o Geóg. Mauro Bechman. Nosso convidado será o Geóg. Charles Ferreira, da Prefeitura Municipal de Manaus, que nos presenteará com um minicurso sobre a utilização do GPS e o uso de Mapas Temáticos. Na oportunidade será realizado um mapeamento em tempo real da orla fluvial da cidade de Manaus.


Foto: Encontro das Águas do Rio Negro com o Rio Solimões. Amazonas.
 Autor: Geóg. M. Bechman, 2010.

A I Excursão Poronominaré tem como objetivo central, o reconhecimento das potencialidades paisagísticas da orla fluvial da cidade de Manaus, para fins de planejamento regional e turístico além de servir para a avaliação nas disciplinas acadêmicas de Geografia Aplicada ao Turismo e Geografia da Amazônia. Da mesma forma, conhecer e prestar reverência ao Encontro das Águas e a necessidade de sua preservação enquanto patrimônio natural do Amazonas e do Brasil. Este evento tem o apoio cultural da empresa SIAL GEOLOGIA, a qual agradecemos a parceria. Abaixo, eis a programação do evento.

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 I EXCURSÃO: PORONOMINARÉ AO ENCONTRO DAS ÁGUAS

19 de Novembro de 2011

CRONOGRAMA DE ATIVIDADES


HORÁRIO PONTO ATIVIDADE PALESTRANTE RECURSOS

08:00 Porto Manaus Moderna: Saída - Coordenadores: Coletes. Água. Bebidas. Alimentos. Recipientes.

09:30 Ponta Negra Processo de Ocupação e Revitalização paisagística – Funções da Orla Fluvial de Manaus. MSc. Mauro Jeusy Vieira Bechman. Geógrafo. Som.

10:30 Mercado Adolpho Lisboa O Mercado Municipal como potencial turístico de Manaus. MSc. Aldemir Pereira Júnior. Turismólogo. Som.

11:30 Porto Manaus Moderna ALMOÇO Todos

12:00 Porto Manaus Moderna Apresentação Cultural Livre Som.

14:00 REMAN Noções Técnicas de GPS para mapeamento de percurso. Esp. Charles da Silva Ferreira. PMM. Geógrafo. Som e FlipChart.

15:00 Encontro das Águas Planejamento de Eventos em Transfer ribeirinho e marítimo. MSc. Claúdia Menezes. Turismóloga. Som.

16:00 Técnicas de Lazer e Entretimento para grupos de viagem. Esp. Soraya Paschoal. Turismóloga. Som.

16:30 O Encontro das Águas como representação simbólica da Identidade Amazonense. MSc. Mauro Jeusy Vieira Bechman. Geógrafo. Som.

17:00 Porto da Manaus Moderna Retorno Coordenadores



FICHA TÉCNICA

Posição Identificação Visual

Barco: Castelo Guedes. Capacidade: 95 Porto Manaus Moderna/Balsa do Produtor Cores: Branco e Vermelho.



INFORMAÇÕES: Local: Feira Manaus Moderna – Referência: Prof. Mauro Bechman/Priscila Andrade e Antônio Chaves. Horário: 07:30 a 08:00h. Almoço. Camisa com logo do Evento. Máquina fotográfica. Alimentos e Bebidas. Caderneta de campo. Sapato resistente. Trajes adequados. Obediência total ao cronograma e aos coordenadores do Evento.
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Salve o Encontro das Águas!
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Desejo sucesso aos participantes deste evento,
Salve o Grande Guerreiro Ajuricaba!

Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

REFLEXÃO: Meus dias de criança em Manaus

 
Quando criança nós brincavamos de queimada, taco ball, esconde-esconde, barra-bandeira, manja, poucos tinham bicicleta, patins só os ricos, só ia pra casa quando escurecia. Minha mae nao me ligava no celular, nos ja sabiamos a hora de entrar e se nao entrassemos rodavamos na peia. Dia de hoje os pais estavam ensinando os filhos a cobrir papagaio, fazer amassadeira com lata de leite campo verde, fazer um "vai-e-vem" com garrafa de agua sanitaria, jogar cangapé! e com todas as dificuldade eramos felizes!
Como era bom quando faltava água e tinhamos que ir pegar no igarapé, quantas vezes peguei ralho por demorar e chegar com o balde quase seco (ficavamos brincando na agua por horas e voltavamos na sacanagem, tentando derrubar a agua dos outros), hoje passo proximo à esses locais e só resta um filete de agua poluída, sempre falo pras pessoas que aquela era nossa fonte de água e diversão, nunca acreditam! 
Viviamos assim, hoje poucos igarapes em Manaus permitem isso, veja mais em http://aguabrancaonline.blogspot.com

Hoje eu vejo tanta gente sentado na frente de um PC reclamando dos seus pais, chateado por ter que ir pra escola, no nosso tempo era na escola que comiamos, e pasmem era otimo a farofa de jabá, mas confesso que eu nao gostava de um treco chamado "leite nova vida"...eu chavama de "velha-morte", nessa epoca nao era proibido subir em arvores, as professoras sabiam o nome e endereço de todo moleque...a Prof Telezila passava na frente de casa 4 vezes por dia, em todas dizia pra minha mãe: Põe o Elias pda estudar!
Hoje se o moleque nao ganha o presente que deseja se tranca no quarto por 3 dias....na nossa epoca as casas eram de um cômodo! Não se reclamava da comida, geralmente nao se tinha opção.
Meu filho Kauã tem dois anos e meio, entra em uma loja e diz: ta baratinho! quando perguntam se ele tem dinheiro ele diz: não, mas papai tem.   Ganha no minimo 5 brinquedos diferentes em cada data comemorativa (dos avos paternos, maternos, tios, padrinhos) será que precisa tanto? eu tenho vontade de pegar esses brinquedos e doar na rua, e espero que ele aprenda logo o sentido da solidaridade, vejo pessoas que nao admitem que um irmão use a roupa do outro, na nossa familia tinhamos poucas roupas, entao tinhamos que dividir.
Lembro que meus padrinhos estudaram no centro. mamae conta que um estudava de manha e outro a tarde, isso porque quando um chegava dava a farda pro outro ir pra aula...será que isso ainda ocorre em alguma familia? Creio que sim!
Que nossos filhos sofram menos do que sofremos quando criança, mas que sejam tão felizes quanto fomos, e amem seus pais como amamos os nossos, e olha que apanhavamos muito mais e não tinhamos o Conselho Tutelar! Ainda bem! Obrigado Mãe.
Feliz dia das crianças!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

NOTICIA AMBIENTE: Sombras que fazem a diferença

Motoristas e pedestres agradecem a manutenção de espécies centenárias em área central. Elas, além de enfeitar, amenizam o calor de Manaus

Na rua Ramos Ferreira, os pés de Benjamin são um alívio para quem trafega pela área e também para aqueles que estudam nas imediações, deixando o clima mais ameno (Bruno Kelly)

Os galhos esticados dos benjaminzeiros (fícus Benjamin) fincados há décadas, de um lado e de outro nas calçadas da rua Ramos Ferreira, no Centro, Zona Centro-Sul, formam uma cobertura vegetal capaz de proporcionar uma sombra refrescante, nas proximidades da Academia Amazonense de Letras e do Instituto Benjamin Constant, no Centro, Zona Centro-Sul. Esse cenário bucólico faz diferença nos horários de sol a pino, quando o astro atinge sua maior potência, principalmente na hora dos engarrafamentos, comuns em Manaus.

Nos meses em que as temperaturas teimam em responder com aquecimento às ações humanas de depredação à natureza, algumas ruas da capital parecem paisagens de revistas, dada a quantidade de árvores preservadas. Na esquina das ruas Ferreira Pena com Ramos Ferreira, moradores como a comerciante Elisabete da Costa Oliveira, cuja loja, Sagaz Skate Shop, é protegida dos raios solares, delicia-se com o ar bucólico da área, que deve continuar com policiamento mais efetivo.

Além dessas, trechos da Monsenhor Coutinho, Getúlio Vargas, 10 de Julho e Epaminondas, ruas também do Centro, permitem desfrutar da proteção, ainda que rápida, contra o “calor infernal” que anda fazendo na cidade, como aponta o taxista Omar Nascimento, 49. No bairro de Adrianópolis, a rua Teresina, entre as avenidas Umberto Calderaro e Mário Ypiranga, têm acácias e nas avenidas Carvalho Leal e Castelo Branco, na Cachoeirinha, Zona Centro-Sul, também preservam exemplares de espécies como mangueiras.

MAIS VERDE
A mudança no tipo de poda, que não decepa mais todos os galhos da planta, comum há alguns anos, é uma das causas desse novo visual das árvores, explica o diretor de arborização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Nildo Menezes. O órgão acompanha, inclusive, o trabalho feito pelos servidores da empresa Manaus Energia na proteção à fiação elétrica e é cauteloso nas podas de segurança, quando a árvore representa risco para as pessoas ou veículos. A limpeza das ervas de passarinho é outro trabalho  feito diariamente.

Embora haja predominância de oitis e mangueiras, a prefeitura não tem um levantamento de quantas árvores estão plantadas no Centro. 

A Semmas está fazendo um diagnóstico da quantidade de árvores e verificando o estado sanitário delas. Outras espécies estão sendo inseridas nessa área, como o pau-pretinho, por não agredir o calçamento e nem ter copa grande. O importante, finaliza ele,  não é plantar em quantidade, mas em qualidade, para proporcionar, além de beleza, conforto térmico.

Condutores buscam as árvores
A presença das árvores nas vias que têm tráfego pesado faz com que muitos condutoress prefiram seguir do lado da sombra enquanto são obrigados a pisar mais no freio do que no acelerador, seguindo o lento trânsito de Manaus. Elisabete, que mora na Ferreira Pena, teme pela retirada do policiamento da praça da Saudade, felizmente, segundo ela, livre dos bandidos disfarçados. “Aqui é um lugar maravilhoso agora, depois que a praça voltou a ser do povo”, comemora ela, que pede ainda mais iluminação ao local.

Sob as copas protetoras dos benjamins, os clientes de uma banca de tacacá consumem os quitutes ao som dos passarinhos, na rua Ramos Ferreira. Na mesma situação, aproveitando o refúgio proporcionado pelas árvores, um privilégio na cidade que dá, cada vez mais, lugar às edificações, os estudantes aproveitam as sombras para conversar e até estudar na rua Monsenhor Coutinho. O conforto térmico proporcionado pelas árvores é apontado pelos estudantes como algo bom. Mas eles reconhecem que nem sempre as pessoas cuidam das árvores. “Nós aprendemos a importância das árvores, mas precisamos colocar isso em prática”, revelou o estudante do ensino médio Carlos Fábio Soares, 16, para quem o que falta é sair do discurso para a prática da proteção.

Fonte: http://acritica.uol.com.br/manaus/Manaus-Amazonas-Amazonia-Sombras-diferenca_0_568743239.html
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Olá companheiros, eu gostaria de dizer que a cidade em que moro (Manaus) é a metropole verde no meio da Amazônia, porem infelizmente isso não condiz com a realidade.


É justamente o contrário, nossa cidade carece muito de um programa de arborização das vias, o calor intenso que assola a população poderia ser amenizado se tivessemos arvores ao longo das vias publicas, mas como exigir isso de um Governo que não se preocupa muito com essas questões? ou pior, de uma sucessão de governos que preferiram muitas vezes retirar árvores centenarias como por exemplo as mangueiras da Constantino Nery...


No mandato do Prefeito Serafim Corrêa o conselho municipal de meio ambiente estabeleceu uma norma de compensação ambiental, onde para cada árvore retirada na cidade, deveriam compensar com a doação de 5 mudas, pergunto: E o que foi feito com essas mudas? serviram de campanha para doação, no meu entendimento elas deveriam ser plantadas nas areas degradadas do municipio, porem isso não gera votos.


Senhores, façamos a nossa parte, plantemos nossas árvores!


Saudações Geológicas

Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

terça-feira, 9 de agosto de 2011

EVENTO: Transition Towns em Manaus


Agradeço o convite e recomendo!

Saudações Geológicas
Professor  Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil

quarta-feira, 6 de julho de 2011

NOTICIA: EMPREGO PARA GEÓLOGOS EM MANAUS

Aos colegas Geólogos, a SEMMAS abrirá edital para processo seletivo simplificado (http://semmas.manaus.am.gov.br/processo-seletivo-simplificado-2011/), visando a contratação temporária de Geólogos (1 ano - podendo renovar por + 1 ano) apartir de 04/07/11.

 
GEÓLOGO
Carga Horária Oito horas diárias, perfazendo um total de 40 (quarenta) horas semanais.
Remuneração Mensal R$ 2.075,00 (dois mil e setenta e cinco reais)
Pré-requisitos (comprovados junto aos documentos apresentados nos termos do item 3.4
deste Edital)

Bacharel em Geologia, comprovado por meio de Diploma expedido por instituição de ensino reconhecido pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC), com registro profissional no CREA.

Área de atuação
Ambiental

Descrição das atividades
Atuar na área de licenciamento, monitoramento, fiscalização, elaboração de laudos, desenvolver atividades decorrentes da legislação ambiental, condução de veículos e realizar outras atividades correlatas previstas em leis, regulamentos e normas técnicas.

VAGAS 02
PNE 01
TOTAL DE VAGAS 03


Colaboração: Geólogo Fábio Fernandes
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Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil

sábado, 19 de março de 2011

NOTICIA AMBIENTE: Moradores de áreas de risco temem novos deslizamentos em Manaus


quinta-feira, 3 de março de 2011

EMPREGO PETRÓLEO: Tuscany Drilling contrata para Perfuração Onshore - Manaus/AM

 
 
Ola leitores, recebi essa mensagem do Victor Alves autor do blog TECNOPEG e estou repassando:
 
O TECNOPEG está auxiliando a Tuscany Drilling, empresa multinacional canadense recém-instalada no Brasil, mais especificamente em Manaus/AM, a divulgar algumas vagas abertas para Projeto de Perfuração Onshore no qual ela está participando. É uma ótima oportunidade para os leitores do Amazonas, que tem grande audiência aqui no Tecnopeg! 

A empresa está com URGÊNCIA para preenchimento das posições de Superintendente e Coordenador de Operações. Mas também está recrutando Encarregados de Sonda (Toolpushers), Sondadores (Drillers), Coordenador de HSE, Torrista, Operador de Guindaste e Almoxarife. 

A Tuscany oferece salários competitivos, benefícios e oportunidades de crescimento profissional. Interessados deverão enviar curriculum para: bancodetalentos.selecao@gmail.com ou dcampos@tuscanydrilling.com
 
 
Obrigado Victor!
 
Boa sorte aos candidatos e desejo boas vindas à  Tuscany Drilling 
 
Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

AMAZONIA AMBIENTAL - Movimento pede proteção para a principal cachoeira de Manaus

A Cachoeira Alta, considerada a maior e mais importante de Manaus, já perdeu mais de 80% do seu volume de água original e toda a base está ameaçada de desmoronamento.

Manaus, 01 de Fevereiro de 2011

Elaíze Farias A Critica On Line

 Cachoeira Alta, localizada no bairro Tarumã, em Manaus, que passa por um grave processo de descaracterização. (Jo Farrah )

A ong Mata Viva, formada por moradores do bairro Tarumã, na Zona Centro-Oeste, iniciou um movimento pelo tombamento da mais importante cachoeira de Manaus: a Cachoeira Alta, que há muito tempo passa por um processo de degradação.

“Não é de hoje que a Cachoeira Alta do Tarumã enfrenta processo de desfiguração cênica, poluição e ocupação do leito do igarapé. No início as pedreiras que foram desativadas, mas local ficou abandonado e começou a ser invadido”, afirma o jornalista Jó Farrah, presidente da Mata Viva e morador do Tarumã.
Segundo Farrah, a destruição da Cachoeira Alta se intensificou em 2002, quando foi realizado na área o evento de música Ecosystem 2.0, promovido pelo Greenpeace.

Nos últimos anos, a invasão de terras e a criação de novos bairros comprometeram ainda mais o local. Outro agravante são as constantes obras de dragagem e de canalização executada por empresas imobiliárias.

Conforme o jornalista, o salto da Cachoeira Alta, cuja altura é de aproximadamente 30 metros, já perdeu 80% do volume de água original e a base da cachoeira está ameaçada de desmoronamento.
“A única cachoeira desse porte só tem no município de Presidente Figueiredo”, observou.
Internet
A campanha pelo tombamento, por enquanto, está restrito às ações na internet, via redes sociais.
A ong também lançou um blog com informações sobre a Cachoeira Alta e o igarapé que passa pelo local.
A campanha pretende recolher assinaturas para que a ong envie o pleito do tombamento ao órgão responsável, seja ele da esfera estadual ou federal.

“Fizemos o lançamento na internet em dezembro do ano passado como um experimento. Queremos tornar a Cachoeira e o igarapé em objetos ambientais conhecidos no mundo inteiro”, disse.
A mobilização, neste momento, está sendo realizada por meio do sítio http://aguabrancaonline.blogspot.com

Corredor
Um instrumento legal que poderia proteger a Cachoeira Alta seria o Corredor Ecológico das Cachoeiras Alta e Baixa do Tarumã, criado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas).

No entanto, conforme Jó Farrah, o Corredor “não passou do papel”. “Já faz mais de um ano que ele foi criado e nada aconteceu. Enquanto isso, a desfiguração e a ocupação irregular das áreas vizinhas às cachoeiras continuam”, disse.

O igarapé que passa pela Cachoeira Alta também é especial. Segundo Farrah, ele é o único igarapé “vivo de Manaus”, da nascente até a foz, em seus 10 quilômetros de extensão.

“As cachoeiras Alta e Baixa do Tarumã sempre foram cartões postais de Manaus. A Cachoeira Alta, e Manaus antes era usada para cultos afro-brasileiros. Agora tem tanto esgoto que não á fazer nada. Descaso e omissão do poder público precisam ser revistos, por isso pedimos tombamento”, disse.

A assessoria de imprensa da Semmas foi procurada e confirmou que o Corredor Ecológico foi criado ano passado.

Sobre as ações que serão efetuadas a partir de sua criação, a assessoria disse que iria acionar o responsável pelo projeto e que, tão logo tivesse a informações, iria entrar em contato com a reportagem do acritica.com.
Assim que a assessoria da Semmas se manifestar, a resposta será publicada nesta matéria.

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Excelente iniciativa da Ong Mata Nativa, a forma mais facil de recuperar areas mineradas é transforma-las em parques. Os lagos ja estao prontos falta apenas implementar a infra-estrutura basica, tais como: passarelas, trilhas, quioques, etc.

A cidade de Curitiba apresenta varios exemplos desse tipo de recuperacao, cujo o principal expoente é a Pedreira Leminsk e a Opera de Arame.

Pena que em Manaus, coracao da Amazonia as coisas sejam tao dificeis de serem implementadas, nao pela falta de carinho de seus moradores mas sim pela falta de vontade politica de seus governantes.

Parabens a ONG MATA NATIVA. Estamos com voces em mais essa luta.

Professor Elias Santos Junior.



O que é Coaching - Por Elias Santos Junior - Geólogo, Professor e Self-empowerment Coach

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