Ola, esse blog reune algumas de minhas ideias, pensamentos e devaneios, porem apresenta tambem um resumo daquilo que leio e acho interessante na área do Coaching, Liderança e Gestão Comportamental, Motivação e estilo de vida, Geociências e Meio Ambiente. Gostaria de saber sua opinião sobre as postagens, portanto ficaria feliz em receber seus comentários. Entre e fique a vontade!!
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terça-feira, 4 de setembro de 2012
LIVROS DOWNLOAD - LIVROS DE GEOGRAFIA
Senhores, encontrei esse link onde é possivel baixar inumeras obras da area da Geografia, aproveitem!
http://www.4shared.com/folder/4kJtd5Vk/_online.html
Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
terça-feira, 29 de maio de 2012
Dia 29 de maio, o Dia do Geógrafo!
Parabéns aos Profissionais da Geografia, em especial aos que carregam a Geografia do Amazonas nos ombros!
Viva a Geografia, vivam o espaço, vivam o mundo!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
sexta-feira, 6 de maio de 2011
EVENTO: I SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO, ENSINO E PESQUISA EM GEOGRAFIA De 25 a 27 de Maio de 2011 - Escola Normal Superior/UEA
Este evento tem por objetivo reunir a comunidade acadêmica, professores do ensino básico e pesquisadores para discutir questões inerentes a pratica da geografia e como ela esta associada à realidade e ao cotidiano vivido. Serão realizados debates e oficinas que tem por premissa a troca de experiências de pesquisa, ensino e extensão, assim como uma forma de interação e aprendizado entre os diversos segmentos que são de interesse da Geografia.
Período do Evento: de 25 a 27 de Maio de 2011
Locais: Auditório da Reitoria da UEA (Av. Djalma Batista, 3578 - Flores [próximo ao Cobras Motel])
Escola Normal Superior - UEA (Av. Djalma Batista, 2470 - Chapada [próximo ao Amazonas Shopping])
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ATIVIDADES
Serão realizadas conferências, palestras e mesas redondas, assim como a ministração de minicursos e também a apresentação de trabalhos, através de banners e painéis. Veja abaixo algumas das atividades que estão previstas:
25/05 (Quarta-Feira) |
▪ 09:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA] - CONFERÊNCIA DE ABERTURA: A Geografia construindo o espaço do cidadão - Prof. Dr. José Aldemir de Oliveira (Reitor da UEA);
▪ 14:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA] - MESA DE DISCUSSÃO: Desafios da Alfabetização Cartográfica: experiências, propostas e possibilidades - Profª. Dra. Ruth Emilia Nogueira Loch (UFSC)/ Prof. Dr. Antônio Carlos Castrogiovanni (UFRGS).
26/05 (Quinta-Feira) |
▪ 14:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA] - PALESTRA: Geografia Física: Ensino e Aprendizado no Ensino Fundamental e Médio - Profª. Dra. Dirce Maria Antunes Suertegaray (UFRGS);
▪ 16:15hrs [Escola Normal Superior - UEA] - APRESENTAÇÕES DE PAINÉIS: 1 - Ensino de Geografia/ 2 - Pesquisa em Geografia.
27/05 (Sexta-Feira) |
▪ 14:00hrs [Escola Normal Superior - UEA] - MESA DE DISCUSSÃO: DIDÁTICA DA GEOGRAFIA: Profª. Dra. Sônia Castellar (USP)/ Profª. Dra. Ligia Fonseca Heyer (UEA);
▪ 17:00hrs [Escola Normal Superior - UEA] - Apresentação de Banners: A Geografia construindo o espaço cidadão.
MINICURSOS
(Serão realizados nas dependências da Escola Normal Superior da UEA)
▪ Cartografia Tátil - Profª. Ruth Loch (UFSC) – 25/05 e 26/05 [18:00 ás 22:00];
▪ Olhar Geográfico: Leitura da Paisagem Cotidiana - Profª. Maria Teresinha da Rosa Cupper (UEA) – 25/05 e 26/05 [18:00 ás 22:00];
▪ A Construção de Maquetes Como Suporte Para o Ensino de Cartografia - Profª. MSc. Maria Angélica Bizari Cavicchioli (UFAM) - 26/05 e 27/05 [08:00 ás 12:00];
▪ Construção da Agenda Ambiental na Escola - Prof. MSc. José Roselito Carmelo da Silva (UEA) - 26/05 e 27/05 [08:00 ás 12:00];
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ACERCA DA INSCRIÇÃO
Período: a partir de 02 de Maio de 2011, de segunda a sexta, das 09:30 as 20:30hrs.
Local: UEA - Escola Normal Superior - Laboratório de Geografia - (Av. Djalma Batista, 2470 - Chapada [próximo ao Amazonas Shopping]) - AS INSCRIÇÕES SOMENTE PODERÃO SER REALIZADAS NO LOCAL ACIMA ESPECIFICADO!
Valor: R$15,00 - Minicursos
R$15,00 - Apresentação de Pôster ou Painel
Dúvidas e Informações: 1semgeouea2011@gmail.com
INSTRUÇÕES DE DOWNLOAD:
1. Ao clicar no link, você será encaminhado para a página do site 4shared.com (verifique se não há problemas com a rede onde você está conectado [bloqueio de proxy, etc.], pois muitas redes locais bloqueiam ou não permitem o acesso para este site);
2. Ao ser direcionado para o local, você encontrará os ficheiros: 1. ficha de inscrição/ 2. Norma para resumos e trabalhos/ 3. Programação/ 4. Logotipo;
3. Clique em “baixar arquivo” e aguarde a contagem, até então aparece novamente a mensagem “baixar arquivo”.
OBSERVAÇÃO: Caso tenha dificuldade ou não consiga acessar a página, envie uma mensagem para 1semgeouea2011@gmail.com solicitando uma nova ficha de inscrição.
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NORMAS PARA EXIBIÇÃO DE TRABALHOS
1. Resumos: não deverão conter quadros, gráficos ou figuras. Devem ser enviados em arquivos de texto Word e apresentar, na seqüência:
· Título do trabalho;
· Nome dos autores, vínculos institucionais e e-mail para contato;
· Introdução (máximo 250 caracteres);
· Objetivos (máximo de 500 caracteres, considerando os espaços em branco);
· Material e método (máximo de 250 caracteres);
· Resultados (máximo de 500 caracteres);
· Conclusão (máximo de 750 caracteres);
Obs: Deverão ser obedecidas as normas do trabalho completo para o resumo expandido.
2. Trabalhos Completos: devem ter no mínimo 03 paginas e no máximo 05 páginas, obedecendo as indicações abaixo:
1. IDENTIFIÇAÇÃO: Titulo do trabalho em letra Times New Roman, tamanho 12, negrito, todas as letras em maiúscula e centralizada; a identificação (nome, instituição e e-mail), deve estar em espaços simples, em letra Times tamanho 11, na segunda linha.
2. RESUMO: O texto do resumo devera ser iniciado uma linha após e-mail do(s) autor(es), no máximo [três], com espaço simples, fonte Times New Roman tamanho 11, justificado e conter de 250 a 300 palavras, com introdução, justificativa, objetivo(s), métodos utilizados e resultados. Deverão constar até três palavras-chave.
3. CORPO DO TEXTO: Do corpo do texto deverão Constar:
a) Os objetivos do trabalho;
b) O referencial teórico e conceitual;
c) A metodologia utilizada (principais questões/ pontos desenvolvidos);
d) Resultados alcançados e conclusões.
d) Resultados alcançados e conclusões.
O trabalho deverá conter o seguinte formato: Digitado em documento do Word, página tamanho A4, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço entre linhas 1,0cm, margens direita 2,0cm e esquerda 3,0cm, margens superior e inferior 2,0cm, com texto justificado e com recuo para parágrafos (1 tab). Os subtítulos em letras iniciais maiúsculas e demais minúsculas em negrito. As ilustrações, tabelas e gráficos (Excel ou Power Point), vinculados ao Word, devem ter fonte Times New Roman e corpo 10 e devem fazer parte do corpo do texto.
4. REFERÊNCIAS: Os trabalhos deverão ser formatados segundo as normas da ABNT.
5. A qualidade do texto (gramática, ortografia e digitação) é de total responsabilidade do autor e será considerada como critério de avaliação pelo Comitê Organizador.
6. Será aceito somente um trabalho por autor.
7. Os trabalhos a serem apresentados não podem ter sidos publicados anteriormente.
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EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO
Profª. Marcela Mafra | |
Alberto Magno | |
Amarílis Donald | |
Diego Lopes | |
Fabiana Machado | |
Fernanda Wanderley | |
Jocelma Azevedo | jocelma.azevedo@yahoo.com.br |
Jouber Costa | |
Lila Sigrid | |
Marcelo Pacheco | mamagopacheco@yahoo.com.br |
Moisés Barbosa | |
Pedro Lealci | |
Risaldo Duarte |
Fonte: http://www.1semanadegeografiauea.blogspot.com/
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É muito importante participar desses eventos, o acadêmico tem a oportunidade de conhecer profissionais de outras instituições.
Desejo sucesso aos organizadores.
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil
sábado, 19 de março de 2011
NOTICIA AMBIENTE: Moradores de áreas de risco temem novos deslizamentos em Manaus
Com o período de chuvas em Manaus, cresce a preocupação daqueles que moram em áreas consideradas de risco. Veja como vivem estas famílias, e as dificuldades enfrentadas.
Manaus - Com a notícia das centenas de mortes no Rio de Janeiro, provocadas por deslizamentos de terra, e com a tradicional chegada do período de chuvas na região amazônica, moradores de Manaus que vivem em áreas classificadas pelas autoridades como sendo de risco temem novos acidentes. Após a divulgação do lançamento de uma ação contra as erosões na cidade, feita pela Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinf), o Portal D24am esteve em alguns desses locais para mostrar a situação dos moradores.
Boa parte deles reconhece o risco de local onde mora, mas, por outro lado, eles argumentam que não têm alternativas. É o caso da dona de casa Anúbia dos Santos, de 29 anos, que veio de Parintins. Morando há nove anos em uma pequena casa de madeira, situada à beira de um barranco na comunidade do Riacho Doce 3, no bairro da Cidade Nova (zona Norte), ela diz que já passou por situações de medo no período chuvoso. Ela conta que, aproximadamente há um ano, por volta de 7h da manhã, a cozinha da residência cedeu junto com o solo, que não resistiu à chuva e deslizou.
“Meu marido havia acabado de levantar e veio para a cozinha. Ele ouviu um barulho e olhou pela janela. Foi quando ele viu a terra inteira descendo. Só houve tempo de ele correr. Graças a Deus que não perdemos ninguém, só alguns móveis”, conta. Mãe de seis filhos, ela teme novos deslizamentos, mas afirma que não tem condições financeiras de mudar de local. “Estamos lutando para ir morar em outro lugar, mas ainda não temos condições”, diz. A dona de casa conta que ficou feliz com o lançamento do programa ‘Minha casa, minha vida’, do Governo Federal, mas a decepção veio tão rápido como a notícia.
Minha casa, meu medo
“Eu cheguei a procurar o programa, mas fui informada que ele era só para as pessoas que vivem de aluguel. Eu expliquei minha situação, que morava em área de risco, mas não teve jeito. Aí eu desisti”, diz. Corretores consultados pelo Portal D24am dizem que o caso da dona de casa pode ter sido barrado pela Caixa Econômica Federal pelo fato de ela não ter renda fixa, e não por morar em área de risco.
Enquanto o marido de Anúbia vive de pequenos bicos nos intervalos em que não está trabalhando como pedreiro, a dona de casa cuida dos filhos. “Às vezes eu tenho que sair para resolver alguma coisa, mas quando o tempo fecha, eu cancelo todos os meus compromissos. Prefiro ficar em casa com meus filhos. Por mim, eu posso perder tudo, menos a minha vida e dos meus filhos”, diz.
A atual rotina de Anúbia dos Santos, assim como a do marido, é fazer vigília durante à noite, quando chove. “Não dormimos mais direito, ainda mais com essas notícias da tragédia no Rio de Janeiro. Ficamos mais assustados. Quando chove à noite, ficamos acordados com medo. Meus filhos vivem me perguntando se um dia vamos ter uma casa que não caia com a chuva”, conta.
Um barranco acima da casa de Anúbia dos Santos vive o feirante José Neuton Severino, de 34 anos. Pai de seis filhos, ele se revolta quando ouve, geralmente por parte de agentes da Defesa Civil, que mora ali “porque quer”. “Não vivemos aqui porque queremos. Gostaria que essas pessoas que dizem isso se colocassem em nosso lugar. Eu não tenho condições financeiras de comprar uma casa, nem de alugar”, explica. Ele diz que teme que sua casa caia com a chuva.
“Já vi vários vizinhos perderem tudo, seus móveis, sua paz. E sempre que a Defesa Civil vem aqui, nos dizem que vivemos aqui porque queremos. Não adianta vir aqui para nos entristecer mais. Eu queria que viesse algum assistente social ver a nossa situação”. José diz ainda que o local recebe muitas visitas de políticos, no período de eleição. “Na época de eleição, eles sempre vêm aqui. Nunca prometem nada, só pedem o nosso voto mesmo”, conta o feirante.
Nos dois casos, da dona de cada e do feirante, a chegada ao local aconteceu da mesma forma: ocupação irregular. Quando souberam que havia uma área “disponível”, foram ao local e ocuparam os lotes que ainda não haviam sido marcados por outros ocupantes. “Nós só conseguimos um espaço já na parte de cima, pois os de baixo estavam todos marcados”, conta Anúbia.
Por muito pouco
Quem também não chegou a perde tudo mas testemunhou o desespero de vizinhos foi a costureira Valma Maria Bezerra de Morares, de 47 anos. Hoje vivendo em uma casa distante das áreas de risco, na comunidade de Nossa Senhora de Fátima II, na última divisa com o bairro da Cidade Nova (Zona Leste/Norte), ela conta que em 1996, em uma chuva que durou três dias, ela acordou com barulhos e estalos que vinham da casa vizinha.
“Ouvimos barulhos e saímos para ver. Era a casa de um vizinho nosso, que estava caindo por causa de um deslizamento de terra. Nós ajudamos ele a retirar as coisas, mas a casa caiu inteira. Graças a Deus que ninguém se feriu”, diz.
Foi após a situação que sua antiga casa – perto de onde vive hoje, porém longe dos barrancos – foi colocada entre as ameaçadas pela Defesa Civil. “Eu cheguei a passar dois meses fora de casa, morando com parentes.
Depois eles voltaram e fizeram uma avaliação, dizendo que minha casa não corria mais riscos. Mas eu a vendi e vim para outro lugar”, conta. Hoje, a antiga casa do vizinho que desapareceu em meio à terra, já foi erguida novamente. Apesar de ser informada que a área não corria mais riscos deslizamentos, a costureira Valma prefere morar onde está atualmente. “Disseram que não corre mais riscos, mas nunca se sabe”, pondera.
O precipício de Londres
Situação de grande medo vivem hoje os moradores da Rua Londres, no bairro Grande Vitória (zona Leste). No local, uma grande cratera de vários metros de profundidade se formou com as recentes chuvas, levando pelo menos duas casas. A dona de uma das residências que desapareceu com o incidente, Rutinei Mota dos Santos, de 50 anos, está morando de favor na casa de vizinhos. “Eu perdi tudo, mas ainda bem que não havia ninguém em casa na hora em que ela caiu. E hoje estou morando de favor. Espero que as autoridades possam olhar pelas pessoas nessa situação, porque não sou apenas eu”, diz.
Ela conta que quatro outras casas já caíram em deslizamentos de terra nas redondezas, desde o ano passado, e que não tem condições de ir para outro lugar “Eu tenho quatro netos, vivo com meus filhos e minha única fonte de renda é uma pensão de 200 reais. Quatro casas já caíram, mas até hoje nunca providenciaram nada para quem perdeu tudo. Será que estamos esquecidos? Acho que as autoridades têm que parar de vir aos locais de deslizamentos para fazer apenas fotos e fazer alguma coisa”, reclama.
Reportagem de Mário Bentes para o portal@d24am.com
19 Mar 2011.
________________________Primeiramente gostaria de parabenizar o Jornalista Mario Bentes pelo excelente texto, poucas vezes vi uma reportagem sobre areas de risco antes que tivesse havido o deslizamento, isso prova que o Bentes como tambem portal@d24am.com estao atentos para o que pode ocorrer nas areas que sofrem com esse problema, bem ao contrario do poder publico que apenas vai a essas areas para fixar uma placa numerada avisando que trata-se de uma area de risco ou entao quando a tragedia ocorre.
Em 1997 quando o Prof. Dr. Jose Duarte Alecrim apresentou no Simposio de Geologia da Amazonia um trabalho multidisciplinar sobre areas de risco geologico em Manaus a comunidade geologica banalizou a questao, nesse trabalho era citado que da forma como estava sendo realizada a expansao urbana da cidade em breve teriamos problemas geo-ambientais semelhantes ao Rio de Janeiro, Sao Paulo e Minas Gerais.
Esse trabalho pioneiro rendeu varios outros artigos, monografias e dissertacoes sobre a tematica sempre buscando mostrar que o principal agente acelerador da situacao de risco é o homem e sua forma inconsequente de ocupar o territorio.
No ultimo mes o problema ganhou repercussao nacional e internacional quando o prefeito dessa cidade ao visitar areas de risco geologico discutiu com uma moradora.
O que me chama atencao é que mesmo passado tantos anos desde o inicio dessa discussao em Manaus iniciada com os trabalhos de J. D. Alecrim uma coisa pouco mudou: a falta de acao preventiva por parte da Defesa Civil Municipal e Estadual, assim como o descaso das outras secretarias que nao conseguem agir conjuntamente visando evitar tragedias, quando isso ira mudar?
Estivemos dia 16 de marco de 2011 na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas eu e o Geografo Mauro Bechman participando de uma Sessao de Tempo solicitada pelo Dep. Tony Medeiros (Presidente da Comissao de Assuntos Municipais) para debater essa problematica, foi o passo inicial para discussoes mais aprofundadas naquela casa, onde em breve teremos uma Audiencia Publica solicitada pelo Dep. Luiz Castro visando reunir representantes das comunidades, pesquisadores, entidades publicas com o objetivo de mapear o problema e se tudo correr bem propor solucoes.
Vamos a luta companheiros, uma cidade que pretende sediar partidas da Copa do Mundo de futebol precisa estar preparada para atender situacoes de emergencia.
Saudacoes Geologicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
Ao pesquisar noticias sobre areas de risco nos jornais de manaus percebemos que s
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
DOWNLOAD: Introdução à Ciência da Geoinformação - Gilberto Câmara
Ola pessoal, estou ausente do blog em funcao de compromissos profissionais, estamos recebendo essa semana a Comissao do MEC para reavaliacao do curso de Licenciatura em Geografia do Uninorte/Laureate, quem conhece esse processo sabe que eh deveras desgastante.
Bom, mas em respeito aqueles que passam por aqui sempre, disponibilizo um material bem interessante sobre Geoinformacao, espero que gostem.
Estou preparando um material que muitos irao gostar, trata-se do acervo completo do projeto Radar da Amazonia (Projeto Radam), estarei disponibilizando em breve!
Bom, mas em respeito aqueles que passam por aqui sempre, disponibilizo um material bem interessante sobre Geoinformacao, espero que gostem.
Estou preparando um material que muitos irao gostar, trata-se do acervo completo do projeto Radar da Amazonia (Projeto Radam), estarei disponibilizando em breve!
Saudacoes Geologicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
sábado, 16 de outubro de 2010
ARTIGO: ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL)
Imagem aerea de Manaus - Fonte
Ola colegas que acompanham o blog, estava navegando pela rede e encontrei o artigo abaixo que trata da ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL), esse artigo e de autoria de Karla Regina Mendes Cassiano & Reinaldo Corrêa Costa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, a quem agradeco por citarem minha dissertação de mestrado como uma das fontes consultadas.
Saudaçoes Geológicas
Professor Elias Santos Júnior
Manaus - Amazonas - Brasil
-----------------------------------------------Resumo:
ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL)
Autores: Karla Regina Mendes Cassiano & Reinaldo Corrêa Costa
Introdução
A pouca importância com a ecodinâmica dos espaços herdados da natureza impactando o cotidiano (história em movimento) urbano contribui para a formação de áreas vulneráveis, ou seja, áreas de risco que comprometem o cotidiano da cidade e dos citadinos (principalmente na época das chuvas) e já causaram eventos fatais. Este fato pode ser observado em Manaus (Amazonas, Brasil), onde os espaços para a
construção de habitações são apropriados pelas classes sociais com maior poder aquisitivo, enquanto os pobres (com menor poder aquisitivo) ocupam as margens alagáveis de igarapés (pequenos cursos fluviais) e encostas susceptíveis aos processos erosivos.
O sítio geomorfológico de Manaus está localizado à margem esquerda do Rio Negro próximo à confluência com o Rio Amazonas sobre terrenos datados do Terciário/Quaternário, onde está a formação Altér do Chão. A geomorfologia do sítio de Manaus influencia, pela sua constituição, os espaços ocupados por classes sociais diferentes cujo custo da construção é influenciado pela dinâmica topográfica e pelas bacias hidrográficas urbanas, assim como pela susceptibilidade à especulação imobiliária para diversos fins.
Essa geomorfologia mostra as áreas mais propensas a acidentes e danos e quais estão em tipos geomorfológicos “seguros” (geralmente tabuleiros bem drenados), em fim quais os espaços que receberam infra-estrutura no sítio urbano.
Deste modo, o presente trabalho traz uma análise das áreas de risco em Manaus utilizando os procedimentos de Geossistema e Formação Sócioespacial, ambos como teoria e como método, pois é a partir do encontro entre esses dois paradigmas que se tem uma visão integrada entre Geografia Física e Geografia Humana como relação interativa natureza-sociedade, pensar o risco como elemento da dinâmica geomorfológica e social para construção de cartas de análise e grau de risco com fins de planejamento e zoneamento aliada à dinâmica social e suas contradições em específicas unidades espaciais de análise.
Publicado em:
VI Seminário Latino-Americano de Geografia Física
II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física
Universidade de Coimbra, Maio de 2010
II Seminário Ibero-Americano de Geografia Física
Universidade de Coimbra, Maio de 2010
Artigo na integra aqui: www.uc.pt/fluc/cegot/VISLAGF/actas/tema4/karla
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
DOWNLOAD: Livro Geomorfologia - Valter Casseti
Ola colegas, disponibilizo abaixo o link para download do livro Geomorfologia do Professor Valter Casseti.
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
_______________________________________Apresentação
“No domínio da matéria, nada é criado do nada e na vida não existe a geração espontânea: também, no domínio da mente não há idéia cuja existência não se deva a idéias antecedentes, numa relação semelhante a pai e filho. Assim, nossos processos mentais, ao serem conduzidos, em sua maior parte ao exterior da consciência, será difícil descobrir a linhagem das idéias...” G.K. Gilbert, 1895 in The Origin of Hypotheses)
O relevo terrestre assume expressão como recurso ou suporte da vida, “palco do desenvolver da história'' no dizer de Emmanuel De Martonne (1964). Caracteriza-se como potencial natural, que ao ser apropriado pelo homem, adquire significado ideológico, tanto pelo caráter geopolítico, como pela condição “externalizada'' na abordagem positivista.
Sun Tzu, há mais de 2.500 anos, quando escreveu A Arte da Guerra , destinou capítulo específico sobre “terreno'', atribuindo ao relevo, importância estratégica fundamental: ”a formação natural da região é o melhor aliado do soldado (...); se você conhece o inimigo e a si mesmo, sua vitória não será posta em dúvida; se você conhece o céu e a terra, pode torná-la completa''. Também Jean Tricart, em L'evolution des Versants (1957), ressalta o significado das pesquisas sobre os aplainamentos durante as duas grandes guerras mundiais, dada a importância do relevo enquanto estratégia bélica. No caso específico os aplainamentos assumiam importância para a construção de campos de pouso.
O conceito medieval de “relevo” contempla a noção de “acidente'', no sentido de ”revanche'' da natureza, considerando as conseqüências de uma apropriação destituída e medidas mitigadoras quanto a eventuais impactos, enquanto a noção de “altimetria'' refere-se ao critério de demarcação das fronteiras territoriais (Moreira,1994). Faz-se aqui a necessária ressalva de que mesmo a “superfície relativamente plana”, excluída da noção de relevo na concepção popular, é uma forma que representa determinado compartimento.
O relevo no contexto ideológico da natureza pode constituir argumento ou substrato do “evento do azar'' ao separar seus processos intrínsecos em relação às atividades humanas, justificando a ocorrência dos desastres como ”ato de Deus''. Da mesma forma, quando os “acidentes naturais'', numa lógica malthusiana, são vistos como argumento de triagem ou controle populacional ”positivo'', desconsidera-se a apropriação diferencial, a exemplo da ocupação de “áreas de risco'', diretamente relacionada às condições socioeconômicas.
A preocupação com as relações processuais responsáveis pela evolução do relevo cada vez mais ganha destaque ao se constituir em importante subsídio ao ordenamento territorial, comprovado através de estudos relativos aos “riscos urbanos'' ou de natureza “geoambiental''. Neste sentido destacam-se os trabalhos relacionados às formações superficiais1, que inserem a geomorfologia num contexto multidisciplinar, “aumentando sua crescente tendência para se colocar mais próxima às ‘ciências ambientais', das quais eventualmente se afastou” (Barbosa, 1983).
Para se entender o relevo na atualidade é imprescindível compreender o seu processo evolutivo em seus diferentes momentos epistemológicos, que contribuíram para a sistematização do conhecimento geomorfológico.
Na presente abordagem o relevo é entendido como resultado das forças antagônicas, sintetizadas pelas atividades tectônicas e estruturais, e mecanismos morfoclimáticos ao longo do tempo geológico, observando que “cada momento do relevo constitui um fim em si'' (Cholley, 1950).
Com este trabalho pretende-se oferecer alguns subsídios introdutórios de geomorfologia, procurando destacar as relações processuais como fatores intrínsecos à elaboração do relevo.
Na introdução, considera-se a natureza da geomorfologia e sua relação com a geografia, onde academicamente se alojou ao longo do tempo. Apresenta-se uma síntese evolutiva com respectivos sistemas de referência. Os três capítulos seguintes constituem o núcleo estrutural da geomorfologia, levando em conta os níveis de abordagem propostos por Ab´Sáber (1969): a compartimentação topográfica, a estrutura superficial e a fisiologia da paisagem. Os demais capítulos – Cartografia geomorfológica, Subsídios da geomorfologia ao estudo integrado da paisagem e A pesquisa geomorfológica - têm por objetivo evidenciar alguns recursos ou aplicações voltadas ao ordenamento espacial, como estudo da paisagem. Assim, apresentam-se considerações sobre a cartografia geomorfológica, os subsídios da geomorfologia para o estudo integrado da paisagem e a pesquisa geomorfológica, numa perspectiva que tenha por princípio a teoria, o método e a práxis.
Os três primeiros capítulos resgatam parcialmente conteúdos dos livros do autor, Elementos de Geomorfologia e Ambiente e Apropriação do Relevo, o que implicou revisão, supressão e incorporação de conhecimentos.
OBJETIVO DO LIVRO: 1. oferecer um ordenamento metodológico ao estudo geomorfológico, considerando os níveis de abordagem sistematizados por Ab'Sáber (1969);
sexta-feira, 21 de maio de 2010
EVENTO: 6ª Semana do Geógrafo do Uninorte/Laureate irá homenagear Gerardo Mercator
Gerardo Mercator foi um dos maiores geógrafos de sua época contribuindo para os estudos de cartografia do espaço e será um dos grandes geógrafos homenageados na 6ª Semana do Geógrafo, promovido pelo curso de Geografia do UniNorte, nos dias 27 e 28 de maio, das 18h às 22h, na Unidade 7.
Com o tema “Mercator: um traço no espaço” o evento tem o objetivo de contextualizar as contribuições do geógrafo Gerardo Mercator para a moderna cartografia do espaço geográfico e contará com mostras de trabalhos científicos, fotográficos e palestras com convidados da UEA e Amazonas Tur.
Os interessados podem se inscrever no link http://sicaext.uninorte.com.br pagando uma taxa de R$10,00 se for aluno do UniNorte ou R$15,00 se for de outra instituição.
Confira a programação:
Dia 24 a 28 de maio
Exposição, das 14h às 22h, na Unidade 9
- 4ª Mostra Fotográfica de Geografia - Mercator: um traço no espaço
- Exposição de banners: Metamorfoses do espaço da cidade de Manaus
Dia 27.05 – das 18h30 às 21h30, na Unidade 7
18h30 – Abertura com o Grupo Geográfico Amador de Teatro Univerditário (Gattu) com a apresentação “O Mapa Político do Brasil em Libras”.
19h – Mostra de trabalhos científicos: Metamorfoses do Espaço Urbano na Cidade de Manaus, dos acadêmicos do 5º período.
21h – Interlocuções.
21h30 – Encerramento
Dia 28.05 - das 18h30 às 21h30, na Unidade 7
18h30 – Abertura
19h – Palestra: O Novo Mundo a partir da Perspectiva de Mercator, com a MSc. Helenice Aparecida Ricardo, do UniNorte.
19h40 – Palestra: Revitalização e Reinvenção do Centro da Cidade de Manaus, com a MSc. Selma Paula Maciel Batista, da Universidade do Estado do Amazonas.
20h10 – Intervalo
20h30 – Palestra: As transformações no Espaço geográfico para a Copa da Amazônia, com o MSc. Francisco Everardo Girão, da Amazonas Tur.
21h10 – Interlocuções
22h – Encerramento com o show “Cantoria”, com o cantor Cezar Santos.
______________________
Comentario:
Estarei la prestigiando o evento, convido a todos a se fazerem presentes tambem!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Eventos Tecnologia em Petroleo & Gas e Geografia - UNINORTE
EVENTO 01: MOSTRA FOTOGRÁFICA: METAMORFOSES DO LUGAR ABSOLUTO
DATA: DE 09 A 16 DE ABRIL DE 2010
LOCAL: HALL DA UNIDADE IX - UNINORTE
Rua Leonardo Malcher 853 Centro
HORA: Das 14:00h ás 22:00
OBJETIVO: Apresentar ao público diversas visões do espaço geográfico, sob o olhar de alunos egressos e de alunos do curso de Geografia, numa perpectiva holística de ver as transformações no espaço da cidade.
Público alvo: LIVRE.
EVENTO 02: EXPOSIÇÃO DE TRABALHOS DO CURSO DE TECNOLOGIA EM PETRÓLEO E GÁS
DATA: DE 09 A 16 DE ABRIL DE 2010
LOCAL: HALL DA UNIDADE IX - UNINORTE
Rua Leonardo Malcher 853 Centro
HORA: Das 14:00 ás 22:00
OBJETIVO: Apresentar os trabalhos desenvolvidos por alunos do curso de Tecnologia em Petróleo e Gás sobre as bacias do Solimões e as áreas de atuação do Tecnólogo. Elaborados pelos acadêmicos do 3 periodo do Curso no turno Vespertino.
Público: LIVRE.
Organização dos Trabalhos em Petroleo e Gás: Prof. Msc.Elias Vicente da Cruz Santos Júnior.
Organização da Mostra Fotográfica: Prof. Msc Mauro Jeusy Vieira Bechman.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Dia Do Geógrafo
Ola colegas, hoje 29 de maio é comemorado o Dia do Geógrafo.
Essa profissão bela e interessante, porem pouco percebida pela sociedade...
Entendo que parte dessa falta de conhecimento, pelo menos no nosso Estado é fruto da desmobilização da profissão, algo muito parecido com o que acontece com nós Geólogos.
Então colegas, vamos em busca do espaço que nos cabe na sociedade.
em homenagem a essa data, reproduzo texto obtido em:
http://nuvemnomeucafe.blogspot.com/2007/05/o-dia-do-gegrafo.html
O que é ser politizado
Emir Sader (Revista Caros Amigos de abril de 2007)
"Ser politizado é entender como funcionam as relações de poder em cada sociedade e no mundo em geral. É compreender que, por trás das relações de troca no mercado existem relações de exploração. Que, por trás das relações de voto, existem relações de dominação. Que, por trás das relações de informação, há um processo de alienação.
Ser politizado, no mundo de hoje, significa compreendê-Io no marco das relações capitalistas de acumulação e de exploração. Representa entender o mundo no marco da hegemonia imperial estadunidense, baseada na força militar e na propaganda do modo de vida estadunidense.
[olha a geografia aqui neste parágrafo]
Ser politizado é compreender que tudo o que existe foi produzido historicamente, pelas relações entre os homens e o meio em que vivem. Ou melhor, entre os homens, intermediados pelo meio em que vivem. E que, portanto, tudo o que foi construído pelos homens pode ser desconstruído e reconstruído. Que tudo é histórico. Que a própria separação entre sujeito e objeto - que nos aparece como "dada" - é produzida e reproduzida cotidianamente mediante relações econômico-sociais alienadas.
[isto é a base da geografia!]
Ser politizado é saber subordinar as contradições menores às estratégicas, saber que as contradições com o capitalismo são sempre também contra o imperialismo, pela fase histórica atual do capitalismo.
E o que é ser despolitizado
Já ser despolitizado é achar que as coisas são como são porque são como são, sempre foram assim e sempre serão. É considerar que as pessoas sempre buscam tirar vantagens que não têm grandeza para lutar desinteressamente por um mundo melhor. Que o que diferencia as pessoas é a ambição de melhorar na vida, que a grande maioria não tem jeito mesmo.
Entre o ser politizado e o despolitizado está a alienação, a falta de consciência da relação entre nós e o mundo. Alienar é entregar o que é nosso para outro - como diz a definição jurídica em relação a bens. Ser alienado é não perceber a presença do sujeito no objeto e vice-versa, sua vinculação indissolúvel.
A luta pela emancipação humana é uma luta contra toda forma de exploração, de dominação, de discriminação, mas, antes de tudo e sobretudo, uma luta contra a alienação - condição de todas as outras lutas".
Entendo que parte dessa falta de conhecimento, pelo menos no nosso Estado é fruto da desmobilização da profissão, algo muito parecido com o que acontece com nós Geólogos.
Então colegas, vamos em busca do espaço que nos cabe na sociedade.
em homenagem a essa data, reproduzo texto obtido em:
http://nuvemnomeucafe.blogspot.com/2007/05/o-dia-do-gegrafo.html
O que é ser politizado
Emir Sader (Revista Caros Amigos de abril de 2007)
"Ser politizado é entender como funcionam as relações de poder em cada sociedade e no mundo em geral. É compreender que, por trás das relações de troca no mercado existem relações de exploração. Que, por trás das relações de voto, existem relações de dominação. Que, por trás das relações de informação, há um processo de alienação.
Ser politizado, no mundo de hoje, significa compreendê-Io no marco das relações capitalistas de acumulação e de exploração. Representa entender o mundo no marco da hegemonia imperial estadunidense, baseada na força militar e na propaganda do modo de vida estadunidense.
[olha a geografia aqui neste parágrafo]
Ser politizado é compreender que tudo o que existe foi produzido historicamente, pelas relações entre os homens e o meio em que vivem. Ou melhor, entre os homens, intermediados pelo meio em que vivem. E que, portanto, tudo o que foi construído pelos homens pode ser desconstruído e reconstruído. Que tudo é histórico. Que a própria separação entre sujeito e objeto - que nos aparece como "dada" - é produzida e reproduzida cotidianamente mediante relações econômico-sociais alienadas.
[isto é a base da geografia!]
Ser politizado é saber subordinar as contradições menores às estratégicas, saber que as contradições com o capitalismo são sempre também contra o imperialismo, pela fase histórica atual do capitalismo.
E o que é ser despolitizado
Já ser despolitizado é achar que as coisas são como são porque são como são, sempre foram assim e sempre serão. É considerar que as pessoas sempre buscam tirar vantagens que não têm grandeza para lutar desinteressamente por um mundo melhor. Que o que diferencia as pessoas é a ambição de melhorar na vida, que a grande maioria não tem jeito mesmo.
Entre o ser politizado e o despolitizado está a alienação, a falta de consciência da relação entre nós e o mundo. Alienar é entregar o que é nosso para outro - como diz a definição jurídica em relação a bens. Ser alienado é não perceber a presença do sujeito no objeto e vice-versa, sua vinculação indissolúvel.
A luta pela emancipação humana é uma luta contra toda forma de exploração, de dominação, de discriminação, mas, antes de tudo e sobretudo, uma luta contra a alienação - condição de todas as outras lutas".
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