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domingo, 18 de março de 2012

PETROLEO AMAZÔNIA - Companhias de petróleo investirão R$ 6,9 bilhões no estado do Amazonas até 2015

Para o quinquênio 2011-2015, a Petrobras prevê investimentos de R$ 5,7 bilhões, segundo plano de negócios
 

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

NOTICIA: É ou não é rio?

É ou não é rio?

Geólogos divulgam carta aberta em que criticam e colocam em dúvida as conclusões de recente pesquisa brasileira que aponta a descoberta de um rio subterrâneo debaixo do Amazonas.

Por: Sofia Moutinho
Pesquisadores brasileiros divulgam indícios da existência de um ‘rio’ 4 mil metros abaixo do rio Amazonas, mas geólogos da Febrageo criticam a pesquisa e a terminologia escolhida para o fluxo de água. (foto: Flickr/ Spuneker – CC BY 2.0)

"Descoberto rio subterrâneo de 6 mil km debaixo do rio Amazonas”. Ao se deparar com essa notícia, muita gente logo imaginou um caudaloso fluxo de água correndo por um túnel abaixo da terra. No entanto, o suposto rio, anunciado por pesquisadores brasileiros do Observatório Nacional, nada tem a ver com essa imagem.

Não é à toa que o estudo tem causado rebuliço no meio científico, levando um grupo de pesquisadores da Federação Brasileira de Geólogos (Febrageo) a elaborar uma carta aberta à sociedade criticando as conclusões do trabalho e o uso do termo ‘rio’.

O ‘rio’ subterrâneo, batizado de Hamza em homenagem a um dos seus descobridores, o geofísico Valiya Hamza, foi anunciado no final de agosto no 12º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, chamando a atenção da mídia internacional e conquistando até um verbete na Wikipédia

Hamza e sua orientanda de doutorado Elizabeth Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, analisaram dados de temperatura da água e das rochas de 241 poços de petróleo desativados perfurados pela Petrobrás na região amazônica e encontraram indícios de que existe um fluxo de água subterrâneo, de 6 mil km de extensão e até 400 km de largura, que corre por entre os sedimentos rochosos a 4 mil metros de profundidade.

Segundo os pesquisadores, o ‘rio’, formado pela infiltração da água da chuva e de outros rios, teria início no Acre e seguiria do oeste para o leste, passando pelas bacias dos rios Solimões, Marajó e Amazonas, até alcançar o mar.
No entanto, geólogos dizem que, mesmo que exista esse fluxo de água, ele não poderia ser chamado de rio, pois se move por dentro de uma camada permeável de rochas, como o calcário e o arenito.

De acordo com o geólogo José Luiz Galvão de Mendonça do Centro Universitário de Araraquara (Uniara) – autor do artigo Rios subterrâneos: mito ou realidade’ publicado na revista CH –, o fluxo de água descrito se assemelha mais a uma esponja molhada do que a um rio.

“Tratar essa água como um rio está errado”, afirma. “Um rio subterrâneo é um conceito popular; na verdade, o que foi descoberto foi um aquífero, rochas porosas que retêm água.”
Hamza conta que foi difícil definir a descoberta, mas que não seria possível chamá-la de aquífero porque o fluxo de água encontrado não fica reservado, mas segue curso e deságua do mar.
“Encontramos movimento de água que corre em área muito extensa e achamos que o melhor seria chamar de rio”, diz.
Esquema rio Hamza
Esquema divulgado pelos autores da pesquisa mostra o ‘rio subterrâneo’ debaixo do Amazonas. (fonte: Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional)

Passos de formiga

O estudo de Hamza indica que o fluxo de água subterrâneo é lento, com uma velocidade de 10 a 100 metros por ano, bem menor que a do rio Amazonas, que avança cerca de dois metros por segundo. Mas, de acordo com o pesquisador, isso não é motivo para não chamá-lo de rio.
“Não há definição na ciência para a velocidade mínima ou máxima de um rio”, diz. “Inclusive, no Brasil, existem rios com velocidade inferior a que encontramos, como o Rio do Sono, no Tocantins. 

Além disso, o nosso rio tem um fluxo de 3.900 m3/s, muito grande se comparado ao do Rio São Francisco, por exemplo.”
Na avaliação do pesquisador, o uso do termo rio é adequado, pois, além do rio a que estamos acostumados, que corre na superfície, existem outros dois tipos conhecidos: o atmosférico e o subterrâneo. 

Celso Dal Ré Carneiro, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), um dos geólogos que assinam a carta aberta de crítica ao estudo, confronta a análise de Hamza. Ele afirma que ‘rio atmosférico’ não é um termo científico e que o conceito de ‘rio subterrâneo’ é usado apenas para as situações em que águas fluem dentro de cavernas.

“Chamar de rio o fluxo de água indicado no estudo é o mesmo que dizer que uma caneta que tem forma de lápis é um lápis e não uma caneta. Esse estudo fere conceitos arraigados nas geociências.”
Carneiro e os demais geólogos que assinam a carta destacam que fluxos de água lentos como o indicado por Hamza “são comuns na região do rio Amazonas e estudados há tempos pelos geólogos brasileiros”.

Conclusões precipitadas

De acordo com Hamza, uma das principais implicações da descoberta dorio subterrâneo’ é a explicação que ele traz para a presença de bolsões de baixa salinidade na zona oceânica em torno da foz do Rio Amazonas

Segundo o pesquisador, a baixa salinidade dessa região, que resulta em uma fauna única, não poderia ser causada somente pelas águas doces do Amazonas.
Essa tese é confrontada pelos geólogos da Febrageo. Segundo eles, a descarga do Amazonas é sim suficiente para formar os bolsões de água doce no Atlântico e não há como afirmar que o fluxo de água descoberto chega ao oceano e nem mesmo se ele é de fato doce.

“É muita suposição dizer que esse fluxo deságua no mar, bem como especular sobre sua velocidade, vazão e dimensão”, defende Carneiro. “O trabalho como um todo não é absurdo, mas as suas conclusões são precipitadas, baseadas apenas em dados indiretos de temperaturas que não foram avaliados por pesquisadores independentes.”
Texto de Sofia Moutinho - Ciência Hoje On-line
Nota da autora: 
Este texto foi atualizado para incluir a seguinte alteração:
Como apontaram alguns leitores, Valiya Hamza não é geólogo, como havíamos divulgado anteriormente. De acordo com o seu currículo Lattes, Hamza possui graduação em física, mestrado em física aplicada e doutorado em geofísica. Com base nessas informações, fizemos as devidas alterações. (26/9/2011).
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Comentario:
Nas ultimas semanas os Geólogos na Amazônia tem sido "inundados" com indagações sobre esse tema, vi até um Deputado se pronunciar na midia dizendo que isso era produto de Parintins (cidade natal da pesquisadora).
Ao ler pela primeira vez a divulgação sobre esse "rio" logo veio à mente a ideia de um aquifero (seria o Alter do Chão?), e não vejo no texto do Rio Hamza comprovação de que se trata de algo diferente, de fato entendemos como "rio subterrâneo" fluxos de agua existentes em cavernas.

Até que os autores provem estarem corretos, fico com o parecer da FEBRAGEO.

Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior

terça-feira, 23 de agosto de 2011

NOTICIA MINERAÇÃO: Potássio do Brasil anuncia nova descoberta na Amazônia

A Potássio do Brasil anunciou os resultados do Furo PB-AT-11-09, que encontrou 1.82 metros de silvinita (minério de potássio) a uma profundidade de 843.08 metros, com teor de 39,94% KCl. Há cerca de um ano a empresa informou que o furo PB-AT-10-02 encontrou silvinita com 1,86 metros de espessura, a uma profundidade de 841.78 metros, apresentando um teor médio de 32,59% Kcl. Segundo a companhia, esses resultados confirmam que a Bacia Amazônica pode conter jazidas de potássio de classe mundial.

O Furo PB-AT-11-09 está localizado a aproximadamente 1,8 km a sudoeste do Furo PB-AT-10-02. Ambos as aberturas ficam no município de Autazes (AM), a 10 km a norte da jazida de Potássio de Fazendinha.

Em nota à imprensa, a Potássio do Brasil detalha que a interseção do Furo PB-AT-11-09 inclui um intervalo mais rico, com 1.59 metros de espessura e teor médio de 44,52% KCl. Imediatamente abaixo do intervalo mineralizado em potássio ocorrem halita e anidrita intercaladas, com aproximadamente 47 metros de espessura total. O furo foi concluído a uma profundidade de 892.45 metros.

De acordo com a empresa, há agora dois furos mineralizados com teores de potássio substancialmente maiores do que aqueles obtidos nos 16 furos de sondagem históricos da Petrobras que delinearam recursos minerais superiores a 500 milhões de toneladas de minério de potássio na Jazida de Fazendinha. Além disso, as interseções de potássio nos furos executados pela Potássio do Brasil, PB-AT-02 e PB-AT-11-09, estão 260 metros mais próximos da superfície do que a profundidade média do depósito de Fazendinha (1,100 metros de profundidade).

A Potássio do Brasil informou ainda que continuará a sondagem até que os recursos minerais de potássio sejam quantificados e possibilitem o avanço dos estudos técnicos e econômicos para definir a viabilidade do projeto. A empresa estima que, com um investimento total da ordem de US$ 3,5 bilhões a US$ 4 bilhões, seria possível produzir anualmente 4 Milhões de toneladas de cloreto de potássio.

Por fim, a companhia confirmou a intenção já anunciada de captar os recursos para os investimentos futuros, tanto junto aos seus acionistas, como por meio de abertura de capital até o fim de 2012.
Extraído de http://www.geofisicabrasil.com Agência Estado - 22/08/2011.
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Excelente noticia, o potencial é gigantesco segundo as noticias veiculadas pela Secretaria de Geodiversidade do Amazonas, vamos aguardar novos resultados das prospecções.
Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior - Manaus - Amazonia - Brasil

quarta-feira, 1 de junho de 2011

ARTIGO AMAZÔNIA: O desconhecimento da Amazônia e o Código Florestal

Reproduzo abaixo o texto elaborado pelo Denis Minev para o Jornal A Critica de Manaus na edição do dia 29 de maio de 2011.


Discute-se esta semana o Código Florestal e sua atualização. Assim como grande parte de nossa legislação ambiental, o atual é uma peça de ficção, fruto da genuflexão brasileira perante o altar do politicamente correto, feito por gente sem conhecimento ou compromisso com a Amazônia. Esta peça de legislação foi responsável por arremessar parcela significativa da população amazônica na ilegalidade; o surpreendente é que o povo amazônico não se rebelou antes contra tal arbitrariedade imposta como descargo de consciência diretamente da Avenida Paulista ou das praias de Ipanema. A ausência desta revolta se atribui ao nosso caráter pacifista e nacionalista.

Surge então a oportunidade de atualizar o código. Ruralistas e ambientalistas se degladiam com grande intensidade no planalto central. Para a Amazônia, as perguntas que devem vir a tona são: qual o interesse dos amazônidas e quem o defende? Proponho uma articulação simples de nossos interesses, baseados em dois conceitos:
1) As amazônidas devem ser respeitados como cidadãos de bem. A legislação deve permitir que a grande maioria dos amazônidas esteja legalizado com simplicidade em suas atividades atuais, levando em consideração as peculiaridades regionais.
2) Se não servir aos homens, não servirá à floresta. A condicionante é que os amazônidas possam ter vidas produtivas; a conservação do meio ambiente que não estimular vidas enriquecidas não nos interessa. Caso o mundo ou os demais brasileiros queiram impor a conservação “para inglês ver”, devem por ela pagar através de serviços ambientais.

O velho e o novo código florestal violam estes simples conceitos. Um exemplo ilustrativo: a regra de que as APPs (áreas de preservação permanente) ao longo de rios largos (com mais de 600 metros de largura, ou seja, todos os principais da região) deve ser de 500 metros de terra além do ponto mais alto da enchente. A Amazônia dispõe de sábios ribeirinhos que vivem, obviamente, à beira dos rios. É desnecessário explicar o motivo que indígenas e ribeirinhos moram à beira de rios e não 500 metros adentro. Estas habitações são ilegais. O plantio da mandioca adjacente às casas, proibido! O novo código florestal proíbe casas nos primeiros 500 metros ao longo de rios largos. Adicionalmente, uma simples tecnologia desenvolvida há séculos pelos indígenas, o plantio na área de várzea, é proibido. Qualquer pessoa que um dia trafegou por um rio na Amazônia tem esta noção. Suspeito que presidentes e ministros do meio ambiente não o tenham feito.

Já se sabe a solução a este impasse: far-se-á vista grossa pelas autoridades, em nome da compaixão com os pequenos. Voltaremos ao ciclo de ilegalidade no qual uma economia organizada e próspera não poderá emergir; continuaremos sujeitos às esmolas de transferência de renda e à tutelagem do meio ambiente. Rejeite-se este cenário odioso! Para a Amazônia há duas saídas: rebeldia cívica ou o Aeroporto Eduardo Gomes.

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Comentario:
Foi o texto mais lucido que li até o momento sobre as alterações do codigo florestal, realmente se grita muito sobre a PRESERVAÇÃO DA AMAZÔNIA porém nós amazônidas é que sofremos as consequências diretas dessa politica preservacionista que impede sua população de ter a mínima qualidade de vida sem transgredir as leis.

O caboclo amazônida sempre adotou praticas ambientalmente sustentaveis porem hoje está impedido de caçar, pescar, alimentar sua familia através da platanção de sua roça....enquanto isso os movimentos ambientalistas recebem verbas estrangeira para nos policiar!

É muito facil falar em PRESERVAR A AMAZÔNIA refastelado em um sofá em um apartamento confortavel na praia de Copacaba ou no meio da Avenida Paulista, é muito facil ser ambientalista atrás de uma tela de computador, usar o seu Ipad ou seu Mac para pregar a preservação do quintal dos outros, e você? Gostaria de saber o que comem os ambientalistas, do que são feitas suas roupas, como se locomovem de um lugar para o outro, qual combustivel move seus motores?
Venham para a Amazônia e tentem viver como querem que vivamos, duvido que aguentem um mês!

Saudações Amazônicas e que o espirito do Guerreiro Ajuricaba posso nos dar força para lutar pelo que é nosso!

Geólogo Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil


quarta-feira, 25 de maio de 2011

O DIA EM QUE A LANCHA DA RECEITA FEDERAL RECUPEROU PARTE DO TERRITÓRIO NACIONAL

O DIA EM QUE A LANCHA DA RECEITA FEDERAL RECUPEROU PARTE DO TERRITÓRIO NACIONAL

A Receita Federal realizou recentemente um concurso sobre “Histórias da Receita Federal”. O vencedor foi o Reginaldo César Cardoso, Ex-Inspetor em Tabatinga/AM, na época em que o José Barroso Tostes Neto era o Superintendente Regional. A história é um resgate não apenas da nossa fronteira, mas de um sentimento muito forte de brasilidade. Vale a pena conferir abaixo:

A fronteira mais inóspita do Brasil, sem dúvida, é Tabatinga, no Amazonas. Em 1753 um punhado de heróis, brasileiros e portugueses, chegou ao alto Rio Solimões e lá assentou acampamento. Reivindicaram a terra para “El Rei” de Portugal. Diz-se que foi uma luta terrível, contra os índios, contra os espanhóis, contra a malária, mas venceram e ergueram o forte de São Francisco Xavier de Tabatinga.
Neste local foi estabelecido um posto militar e fiscal, consolidando o domínio colonial português para muito (e muito mesmo) adiante da linha imaginária de Tordesilhas. Desde essa época, a Alfândega Brasileira está lá, “ onde começa o Brasil…”. Já corria o ano de 2006, Tabatinga continuava inóspita, mas os servidores do Fisco tentavam dar um choque de legalidade, fazendo campanha para que todos comerciantes se cadastrassem, emitissem nota, declarassem o “Simples Nacional” e ficassem em dia com o Leão. Um bom colaborador era o presidente da pequena Associação Comercial da cidade: Seu Izidoro era cearense de nascimento, mas tabatinguense de coração. O pai fora soldado da borracha e ele chegara naquelas paragens ainda criança, adotando aquela terra como sua.
Numa tarde o Inspetor-Chefe da Receita Federal em Tabatinga recebeu uma comitiva de comerciantes brasileiros, que, indignados, exigiam uma ação contra um “flutuante” estrangeiro, que se instalara irregularmente na margem brasileira, em detrimento das autoridades e dos comerciantes legalmente estabelecidos. A comitiva era chefiada pelo Seu Izidoro. Homem sábio e experiente, sabia que se aquele flutuante se instalasse ali, outros viriam, e todo comércio formal da cidade iria ser prejudicado. Para quem não conhece, na Amazônia chama-se “flutuante” qualquer coisa que flutue, esteja ancorado à margem do rio e preste algum tipo de serviço ou venda de mercadoria às embarcações e à população ribeirinha.

terça-feira, 24 de maio de 2011

NOTICIA PETRÓLEO: Exploração privada lidera nova corrida ao petróleo na Amazônia

Noticiário cotidiano - Geral
Ter, 24 de Maio de 2011 09:01

Recomeçou a temporada de caça ao petróleo na Amazônia. Vinte e cinco anos depois de a Petrobras ter iniciado sua operação na bacia do rio Solimões, no Estado do Amazonas, é a vez de uma empresa privada, a HRT Oil & Gas, procurar petróleo sob a floresta. Trata-se de uma operação ambiciosa, iniciada há um mês com a perfuração do primeiro poço perto de Tefé. A HRT é operadora de 21 blocos no Amazonas - ou 48.485 km2, concessão duas vezes maior que a da Petrobras em fase de exploração, já que a estatal já produz no complexo de Araras, onde está o campo de Urucu. A da HRT é uma área equivalente a duas Dinamarcas.

Para se ter ideia do tamanho da empreitada, a pioneira Petrobras tem direito de explorar oito concessões ali, sendo três blocos na bacia do Amazonas em sociedade com a Petrogal Brasil (subsidiária da portuguesa Galp), e cinco na bacia do Solimões, onde há duas áreas em fase de pré-produção, Japiim e Azulão. Entre 2001 e 2009 a estatal perfurou 10 poços na área e agora tem cinco sondas de perfuração. Até o início de 2015 a HRT planeja perfurar 130 poços no Estado. "Vou ser do tamanho de uma Petrobras na Amazônia, prefiro não dizer que serei maior", pontua Marcio Mello, presidente da HRT e que saiu da estatal nos anos 90. A região tem "o melhor petróleo do Brasil", diz ele, que estima estar produzindo 2,5 mil barris/dia na área em 2011. "Quero vender para a Petrobras", diz o geólogo, muito confiante para quem iniciou em 21 de abril as atividades de pesquisa de petróleo e gás na Amazônia.

A HRT tem 51% das concessões na região e sua sócia, a Petra Energia, os outros 45%. Os investimentos da companhia presidida por Mello estão orçados em US$ 1,952 bilhão até o final de 2014. A parte da Petra será de outro US$ 1,59 bilhão. Se a HRT tiver sucesso na campanha exploratória, o número de poços pode chegar a 400, estima o presidente. A petroleira HRT Oil & Gas fez sua estreia na Bolsa de Valores em outubro.

A saga amazônica levou a companhia a criar uma empresa de aviação. A Air Amazonia já tem dois aviões Bandeirante e nove helicópteros. O plano é comprar mais um Bandeirante, outros seis helicópteros e um jato Embraer 170. A frota transportará empregados e prestadores de serviços que irão trabalhar nas bases da Amazônia. Não serão construídas estradas durante a fase de pesquisa.

"O petróleo tem nos dado muito retorno", diz a bióloga Nádia Ferreira, secretaria do Meio Ambiente do Amazonas. "Em nenhum momento o Estado vai deixar de lançar mão das potencialidades que tem, quer sejam minerais ou através da floresta", continua. "Esta é uma decisão estratégica do Estado, um investimento que consideramos importante", diz, falando com tranquilidade sobre a perspectiva da exploração no meio da floresta. "Temos uma política ambiental consolidada e teremos rigor para garantir que a atividade se dê de forma a compensar e mitigar o impacto ambiental que produzir."

O Amazonas é o Estado mais preservado da região, com só 2% do território desmatado. O fato de ser isolado e não cortado por estradas (um dos principais vetores do desmate da Amazônia), explica boa parte do êxito. O desmatamento ocorre no Sul, nas divisas de Rondônia e Mato Grosso.

Antecipando-se às questões ambientais por pretender explorar petróleo e gás na Amazônia, Mello contratou como gerente geral do escritório em Manaus o advogado Graco Fregapani, ex-presidente do Instituto de Proteção Ambiental da Amazônia (Ipaam), o órgão ambiental do Estado. "Qual a companhia que vai explorar petróleo na Amazônia e bota como chefe máximo da exploração o cara que era responsável por toda a política ambiental do Estado?", diz Mello. "Ou sou louco ou sou um cara que quer fazer a coisa diferente."

A estratégia de Mello tem um ponto questionável. O Ipaam é o órgão licenciador do Amazonas e Fregapani ocupava a presidência quando a HRT obteve as licenças-prévias. "Acho isso normal", defende Nádia Ferreira. "Existe um processo robusto de informações e tudo é analisado. Tem laudo, equipe técnica, o presidente não assina sozinho." A secretaria reforça: "A HRT tem autorização apenas para pesquisa. Se encontrar algo, levará seus estudos para a ANP (a Agência Nacional do Petróleo) e aí, sim, entrará em nova fase". Para explorar petróleo é preciso aprovar o estudos de impacto ambiental (EIA-Rima) e fazer audiências públicas nos municípios afetados.

Fonte: Valor Econômico/Claudia Schüffner e Daniela Chiaretti | Do Rio e de São Paulo
Original extraído daqui: http://portosenavios.com.br
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O Dr. Graco Fregapani é um profissional muito competente, realizou um excelente trabalho como Presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, desejo sucesso nessa nova empreitada à frente da HRT no Amazonas.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

terça-feira, 17 de maio de 2011

NOTICIA PETROLEO: HRT anuncia a chegada de 04 sondas de perfuração de poços exploratórios na Bacia do Solimões



Início da perfuração do primeiro poço exploratório da HRT de código 1-HRT-1-AM, em abril, e preparação das bases das locações para receber as outras três sondas. 

Rio de Janeiro – A HRT Participações em Petróleo S.A. – “HRT” ou “Companhia” (BM&FBovespa: HRTP3) e (TSXV: HRP), holding que engloba uma empresa independente de exploração e produção de óleo e gás natural com concessões no Brasil (onshore) e na Namíbia (off shore), anuncia os resultados referentes ao 1º trimestre de 2011 (1T11).

HRT anuncia chegada de quatro sondas de perfuração de poços exploratórios, com início da perfuração do primeiro poço da HRT (1-HRT-1-AM) na Bacia do Solimões, a aquisição da UNX Energy Corp. (“UNX“) concluída e início das operações da HRT America Inc. (“HRT America“), sediada em Houston, Texas, Estados Unidos. Levantamentos de sísmica 3D nas Bacias de Walvis e Orange, Namíbia. Extensão da vigência do período exploratório dos blocos na Bacia de Walvis concedida.

De acordo com nota da companhia, o primeiro trimestre de 2011 pode ser caracterizado como um período de marcantes realizações para a HRT. Entre as mais importantes destacam-se: .Chegada de quatro sondas helitransportáveis, contratadas pela HRT O&G junto à Queiroz Galvão e Tuscany, para a perfuração de poços exploratórios na Bacia do Solimões |. Início da perfuração do primeiro poço exploratório da HRT de código 1-HRT-1-AM, em abril, e preparação das bases das locações para receber as outras três sondas|. 
Consolidação do levantamento sísmico 2D de 2.000 km, já em andamento, nas áreas dos blocos SOL-168, 169, 191 e 192, na Bacia do Solimões |. Realização de processo de tomada de preços para a contratação de mais duas equipes sísmicas para a aquisição de 4.000 km de sísmica 2D nos blocos mais a sul e leste da área em concessão na Bacia do Solimões. Assim, o total de levantamentos sísmicos realizados pela HRT atingirá 6.000 km, podendo ser considerado um dos maiores já realizados no mesmo ano, em bacias onshore no Brasil |.Consolidação com operação integrada de aviões e helicópteros da empresa da HRT O&G de logística aérea, envolvendo treze aeronaves e o transporte de mais de 3.000 passageiros no período. A frota da HRT O&G está composta de dois aviões Brasília e dez helicópteros, sendo seis Sikorsky S61, e quatro Bell 212. Com esta decisão da empresa, considerada um serviço crítico para a consecução dos objetivos da HRT na Bacia do Solimões, espera-se uma redução de custos operacionais que poderá chegar a R$ 100 milhões no período de dois anos |.Implantação e operação plena do escritório em Manaus e de duas bases de campo em Tefé e Carauari, para condução das atividades na Bacia do Solimões |.Aquisição da UNX, empresa canadense listada na TSX Venture Exchange (“TSXV“), através da troca de ações e, desta forma, introduzindo um aumento da área em concessão, de 27 mil km2 para 63 mil km2, na costa da Namíbia.

Somando-se esta área aos 48,5 mil km2 relativos à concessão dos blocos localizados na Bacia do Solimões, a Companhia passará a deter direitos exploratórios numa área total de 111,3 mil km2. Além disso, os recursos prospectivos e contingentes certificados aumentaram para 6.592mboe em ambas as bacias. |.Início das operações da HRT America em Houston, sob o comando do geólogo Wagner Peres, e HRT Africa, em Windhoek, sob o comando do engenheiro Nelson Narciso . Início de um dos maiores levantamentos sísmicos 3D já realizados por uma única companhia no off shore da costa oeste da África, totalizando 9.100 km2 e cobrindo blocos da empresa nas sub-bacias de Walvis e Orange, na Namíbia |. Contratação de empresa para identificar uma sonda de perfuração off shore, Classe C, que deverá ser contratada para a perfuração de quatro poços nas Sub-Bacias de Walvis e Orange, em 2012 |. Comunicado à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (“ANP”) o ingresso no Segundo Período Exploratório em 19 blocos da Bacia do Solimões, enquanto a Agência Reguladora informou a qualificação da HRT O&G como “Operadora B” e aprovou a cessão, da Petra Energia à HRT O&G, de 4% dos direitos de exploração dos 21 blocos na Bacia do Solimões. Assim, a Companhia passou a deter 55% dos direitos exploratórios destes blocos sob concessão, numa área total de 48,5 mil km2 e recursos de 972mboe.

Perfil-O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a BN47 Serviços Aéreos Ltda., a Ranger Participações Ltda. e a UNX Energy Corp. A Companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia, com participação em dois deles, na Sub-Bacia de Walvis, e nos oito restantes, na Sub-Bacia de Orange. A HRT possui uma equipe composta por doutores e mestres em geologia, geoquímica, geofísica, biologia e engenharia, sendo a maioria deles ex-funcionários da Petrobras e da ANP.

A HRT está comprometida em minimizar os possíveis impactos ambientais nos locais onde atua. O compromisso com as comunidades locais passa pela redução dos impactos das operações nas condições de saúde, segurança e qualidade de vida. [ www.hrt.com.br/ri]. 


PROFESSOR ELIAS SANTOS JUNIOR
Manaus - Amazônia - Brasil

sexta-feira, 6 de maio de 2011

EVENTO: I SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO, ENSINO E PESQUISA EM GEOGRAFIA De 25 a 27 de Maio de 2011 - Escola Normal Superior/UEA

 
 
Este evento tem por objetivo reunir a comunidade acadêmica, professores do ensino básico e pesquisadores para discutir questões inerentes a pratica da geografia e como ela esta associada à realidade e ao cotidiano vivido. Serão realizados debates e oficinas que tem por premissa a troca de experiências de pesquisa, ensino e extensão, assim como uma forma de interação e aprendizado entre os diversos segmentos que são de interesse da Geografia.

Período do Evento: de 25 a 27 de Maio de 2011
Locais: Auditório da Reitoria da UEA (Av. Djalma Batista, 3578 - Flores [próximo ao Cobras Motel])
Escola Normal Superior - UEA (Av. Djalma Batista, 2470 - Chapada [próximo ao Amazonas Shopping])
Organização: Profª. Marcela Pereira Mafra (UEA) - geomarcela@yahoo.com.br

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ATIVIDADES
Serão realizadas conferências, palestras e mesas redondas, assim como a ministração de minicursos e também a apresentação de trabalhos, através de banners e painéis. Veja abaixo algumas das atividades que estão previstas:

25/05 (Quarta-Feira)
   09:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA] - CONFERÊNCIA DE ABERTURA: A Geografia construindo o espaço do cidadão - Prof. Dr. José Aldemir de Oliveira (Reitor da UEA);
   14:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA]  - MESA DE DISCUSSÃO: Desafios da Alfabetização Cartográfica: experiências, propostas e possibilidades - Profª. Dra. Ruth Emilia Nogueira Loch (UFSC)/ Prof. Dr. Antônio Carlos Castrogiovanni (UFRGS).

26/05 (Quinta-Feira)
   14:00hrs  [Auditório da Reitoria da UEA]  - PALESTRA: Geografia Física: Ensino e Aprendizado no Ensino Fundamental e Médio - Profª. Dra. Dirce Maria Antunes Suertegaray (UFRGS);
   16:15hrs  [Escola Normal Superior - UEA]  - APRESENTAÇÕES DE PAINÉIS: 1 - Ensino de Geografia/ 2 - Pesquisa em Geografia.

27/05 (Sexta-Feira)
   14:00hrs [Escola Normal Superior - UEA]  - MESA DE DISCUSSÃO: DIDÁTICA DA GEOGRAFIA: Profª. Dra. Sônia Castellar (USP)/ Profª. Dra. Ligia Fonseca Heyer (UEA);
  17:00hrs [Escola Normal Superior - UEA] - Apresentação de Banners: A Geografia construindo o espaço cidadão.


MINICURSOS 

(Serão realizados nas dependências da Escola Normal Superior da UEA)
  ▪ Cartografia Tátil - Profª. Ruth Loch (UFSC) – 25/05 e 26/05 [18:00 ás 22:00];
  ▪ Olhar Geográfico: Leitura da Paisagem Cotidiana - Profª. Maria Teresinha da Rosa Cupper (UEA) – 25/05 e 26/05 [18:00 ás 22:00];
  ▪ A Construção de Maquetes Como Suporte Para o Ensino de Cartografia - Profª. MSc. Maria Angélica Bizari  Cavicchioli (UFAM) - 26/05 e 27/05 [08:00 ás 12:00];
  ▪ Construção da Agenda Ambiental na Escola - Prof. MSc. José Roselito Carmelo da Silva (UEA) - 26/05 e 27/05 [08:00 ás 12:00];

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ACERCA DA INSCRIÇÃO
Período: a partir de 02 de Maio de 2011, de segunda a sexta, das 09:30 as 20:30hrs.
Local: UEA - Escola Normal Superior - Laboratório de Geografia - (Av. Djalma Batista, 2470 - Chapada [próximo ao Amazonas Shopping]) - AS INSCRIÇÕES SOMENTE PODERÃO SER REALIZADAS NO LOCAL ACIMA ESPECIFICADO!
Valor:  R$15,00 - Minicursos
R$15,00 - Apresentação de Pôster ou Painel
Dúvidas e Informações: 1semgeouea2011@gmail.com


INSTRUÇÕES DE DOWNLOAD:
1.       Ao clicar no link, você será encaminhado para a página do site 4shared.com (verifique se não há problemas com a rede onde você está conectado [bloqueio de proxy, etc.], pois muitas redes locais bloqueiam ou não permitem o acesso para este site);
2.       Ao ser direcionado para o local, você encontrará os ficheiros: 1. ficha de inscrição/ 2. Norma para resumos e trabalhos/ 3. Programação/ 4. Logotipo;
3.       Clique em “baixar arquivo” e aguarde a contagem, até então aparece novamente a mensagem “baixar arquivo”.

OBSERVAÇÃO: Caso tenha dificuldade ou não consiga acessar a página, envie uma mensagem para 1semgeouea2011@gmail.com solicitando uma nova ficha de inscrição.



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NORMAS PARA EXIBIÇÃO DE TRABALHOS

1. Resumos: não deverão conter quadros, gráficos ou figuras. Devem ser enviados em arquivos de texto Word e apresentar, na seqüência:
·         Título do trabalho;
·         Nome dos autores, vínculos institucionais e e-mail para contato;
·         Introdução (máximo 250 caracteres);
·         Objetivos (máximo de 500 caracteres, considerando os espaços em branco);
·         Material e método (máximo de 250 caracteres);
·         Resultados (máximo de 500 caracteres);
·         Conclusão (máximo de 750 caracteres);
Obs: Deverão ser obedecidas as normas do trabalho completo para o resumo expandido.

2. Trabalhos Completos: devem ter no mínimo 03 paginas e no máximo 05 páginas, obedecendo as indicações abaixo:
1.      IDENTIFIÇAÇÃO: Titulo do trabalho em letra Times New Roman, tamanho 12, negrito, todas as letras em maiúscula e centralizada; a identificação (nome, instituição e e-mail), deve estar em espaços simples, em letra Times tamanho 11, na segunda linha.
2.      RESUMO: O texto do resumo devera ser iniciado uma linha após e-mail do(s) autor(es), no máximo [três], com espaço simples, fonte Times New Roman tamanho 11, justificado e conter de 250 a 300 palavras, com introdução, justificativa, objetivo(s), métodos utilizados e resultados. Deverão constar até três palavras-chave.
3.      CORPO DO TEXTO: Do corpo do texto deverão Constar:
a) Os objetivos do trabalho;
b) O referencial teórico e conceitual;
c) A metodologia utilizada (principais questões/ pontos desenvolvidos);
d) Resultados alcançados e conclusões.
O trabalho deverá conter o seguinte formato: Digitado em documento do Word, página tamanho A4, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço entre linhas 1,0cm, margens direita 2,0cm e esquerda 3,0cm, margens superior e inferior 2,0cm, com texto justificado e com recuo para parágrafos (1 tab). Os subtítulos em letras iniciais maiúsculas e demais minúsculas em negrito. As ilustrações, tabelas e gráficos (Excel ou Power Point), vinculados ao Word, devem ter fonte Times New Roman e corpo 10 e devem fazer parte do corpo do texto.
4.    REFERÊNCIAS: Os trabalhos deverão ser formatados segundo as normas da ABNT.

5.      A qualidade do texto (gramática, ortografia e digitação) é de total responsabilidade do autor e será considerada como critério de avaliação pelo Comitê Organizador.

6.      Será aceito somente um trabalho por autor.

7.      Os trabalhos a serem apresentados não podem ter sidos publicados anteriormente.






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EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO

Profª. Marcela Mafra
Alberto Magno
Amarílis Donald
Diego Lopes
Fabiana Machado
Fernanda Wanderley
Jocelma Azevedo
jocelma.azevedo@yahoo.com.br
Jouber Costa
Lila Sigrid
Marcelo Pacheco
mamagopacheco@yahoo.com.br
Moisés Barbosa
Pedro Lealci
Risaldo Duarte


Fonte: http://www.1semanadegeografiauea.blogspot.com/
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É muito importante participar desses eventos, o acadêmico tem a oportunidade de conhecer profissionais de outras instituições.
Desejo sucesso aos organizadores.

Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

quinta-feira, 14 de abril de 2011

PICICA - blog do Rogelio Casado: Bióloga critica o projeto do Fun Park para a Copa 2014 e apela por uma mudança de lugar

 Antiga torre da Embratel (Mirante Encontro das Águas ou Fun Park da COPA 2014)

A bióloga Elisa Wandelli, integrante do movimento socioambienal 'SOS ENCONTRO DAS ÁGUAS', critica o local escolhido para a construção do denominado FUN PARK, às margens do Encontro das Águas. Saiba por quê."
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Falta de respeito total com o maior patrimônio ambiental da cidade de Manaus e um dos cartões postais da Amazônia.
Até quando veremos isso?

Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil

sábado, 9 de abril de 2011

NOTICIA AMBIENTE: Poda sustentável na Amazônia pode gerar milhões de dólares ao Brasil


A poda sustentável de árvores na Amazônia brasileira para a extração de madeira pode gerar ao país receita anual de US$ 6 bilhões e 170 mil empregos, segundo um estudo encomendado pelo Governo.

O chamado manejo florestal sustentável, além de garantir a preservação a longo prazo do maior pulmão vegetal do mundo, e de gerar renda e emprego para os habitantes da Amazônia, pode se transformar em uma atividade econômica de utilidade para o Brasil, segundo o estudo encomendado pelo Ministério da Fazenda.

Apesar de o relatório não ter sido publicado, suas conclusões foram citadas em Belém pelo diretor do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Antônio Carlos Hummel, para defender a rapidez na concessão de áreas da selva a madeireiros interessados em explorá-las de forma sustentável e combater a devastação sem controle.

"A principal conclusão do estudo é que a atividade que mais pode gerar renda e emprego na Amazônia e ao mesmo tempo manter a floresta de pé é o manejo florestal da madeira", disse Hummel à Agência Efe.

O estudo também identificou como atividade rentável o manejo de produtos como a castanha do Pará, o açaí e a borracha, "que podem gerar 500 mil empregos", acrescentou.

A renda calculada de US$ 6 bilhões anuais é mais que o dobro dos R$ 3,9 bilhões (US$ 2,4 bilhões) que o país obteve pela poda em áreas selváticas em 2009, quando o Brasil produziu 15,3 milhões de metros cúbicos de madeira na Amazônia.

Segundo números oficiais, dos cerca de US$ 8,58 bilhões que o Brasil recebeu em 2009 por atividades florestais, 66,4% tiveram origem na silvicultura (principalmente a exploração de florestas cultivadas para a produção de papel) e 28,6% vieram da poda de madeira nas selvas nativas.

A concessão de áreas da floresta para o manejo florestal foi regulamentada em 2006, mas é agora que começa sua caminhada.

A única área concedida e em exploração é a Floresta Nacional do Jamari (96.540 hectares), mas o SFB já adjudicou a floresta de Saracá (48.857 hectares), lançou a licitação para ceder a de Amará (210.161 hectares) e estudou outras seis áreas com um total de 1,1 milhão de hectares.

"Nosso objetivo é fechar este ano com um milhão de hectares concedidos e ter até 2025 dez milhões de hectares operados por concessionárias", indicou Hummel.

O diretor do SFB explicou que o Governo pode conceder dez milhões de hectares de floresta, outros dez milhões de hectares de áreas selváticas destinadas a assentamentos rurais e dez milhões de hectares de reservas extrativistas (que podem ser explorados de forma sustentável por seus habitantes).

"São cerca de 30 milhões de hectares de floresta que podem ser explorados de forma sustentável e legal mediante o manejo florestal da madeira", estimou.

Com os contratos, os madeireiros podem explorar as áreas por 40 anos mediante planos aprovados pelo Governo que só permitem a poda anual de 3,33% da concessão para poder garantir a recuperação da selva.

A concessionária precisa fazer um inventário dos recursos da reserva e comprometer-se a não extrair mais de 25 metros cúbicos de madeira por hectare, a manter 10% das árvores de pé para que possam fornecer sementes e a não cortar espécies com menos de três exemplares por hectare.

Segundo Hummel, o cumprimento dessas condições é fiscalizado através de satélites por três organismos do Governo e por auditorias independentes.

"Nosso maior objetivo é contar com uma estratégia de uso sustentável da floresta a longo prazo que mantenha a selva de pé e gere renda e emprego para os habitantes da região, o que evita o desmatamento", indicou o diretor do SFB.

As concessões são uma alternativa para os madeireiros desde que em 2003 o Governo suspendeu as autorizações de poda na Amazônia e reforçou o combate às práticas ilegais, o que reduziu de 260 a 30 o número de serrarias em uma das regiões mais exploradas.

Fonte: Portal Terra
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Comentário:

Isso é ciência e é disso que precisamos na Amazônia...ciência.

Porem é apenas o primeiro passo, os estudos nao podem gerar artigos, teses e dissertações e depois ficarem esquecidos em uma gaveta gerando poeira, precisam ser aplicados, precisamos levar o conhecimento cientifico para a comunidade, como fazer isso? saindo dos escritórios e laboratorios...vamos a luta.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil


O que é Coaching - Por Elias Santos Junior - Geólogo, Professor e Self-empowerment Coach

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