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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

DOWNLOAD: Livro Gestão de áreas de riscos e desastres ambientais




O livro Gestão de áreas de riscos e desastres ambientais pode ser acessado para leitura ou download gratuito no site do Programa de Pós-Graduação em Geografia do Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rio Claro.

De acordo com a Unesp, a obra é resultado de uma parceria interinstitucional entre os Laboratórios de Interpretação e Valoração Ambiental do Departamento de Geografia do IGCE, sob coordenação de Solange Lima Guimarães e de Antonio Carlos Tavares, e o Laboratório de Geomorfologia e Análise Ambiental do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob a coordenação de Archimedes Perez Filho e Regina Célia de Oliveira, e por meio dos trabalhos de apoio ao ensino e pesquisa desenvolvidos pelo professor Salvador Carpi Jr.

Entre os temas abordados no livro estão: “Risco ambiental à luz dos princípios da precaução e da prevenção”, “Identificação de riscos ambientais e proteção da água: uma aproximação necessária”, “Cartografia de síntese de riscos ambientais na bacia hidrográfica do Ribeirão das Anhumas, Campinas, São Paulo”, “A percepção ambiental em planos de emergência: uma proposta para os estudos de sensibilidade ambiental a derrames de óleo” e “Percepção e gestão de risco em instalação de repositório de rejeitos nucleares”.

Índice

- Agradecimentos;

- Prefácio;

- Apresentação;

Risco ambiental à luz dos princípios da precaução e da prevenção - Ivan Fortunato; José Fortunato Neto;

- Identificação de riscos ambientais e proteção da água: uma aproximação necessária - Salvador Carpi Junior;

- Cartografia de síntese de riscos ambientais na bacia hidrográfica do Ribeirão das Anhumas, Campinas, São Paulo - Ricardo De Sampaio Dagnino; Fernando Marques Baroni; Estéfano Seneme Gobbi; Marcelo Da Silva Gigliotti;

- O uso da cartografia na análise da percepção de riscos de contaminação em áreas de nascentes: o caso do Residencial Tarumã em Maringá, Paraná (PR) - Marilda Aparecida de Oliveira; Deise Regina Elias Queiroz; Manoel Luiz dos Santos;
 - A percepção ambiental em planos de emergência: uma proposta para os estudos de sensibilidade ambiental a derrames de óleo - Marcelo Pereira Matos; Solange T. de Lima-Guimarães;
- Percepção e gestão de risco em instalação de repositório de rejeitos nucleares - Afonso Rodrigues de Aquino; Lilian de Oliveira Bueno; Martha Marques Ferreira Vieira; Ivan Pedro Salati de Almeida;

- Desastres ambientais causados por acidentes nucleares: subsídios à gestão de áreas contaminadas - Gerson Antônio Santarine; Adriano Bressane;

- APELL: a preparação da comunidade para emergências ambientais - Antônio Carlos Rossin; Icaro Aronovich da Cunha; Raquel Dalledone Siqueira da Cunha;

- Mudanças ambientais na interface floresta-cidade e riscos associados: uma análise a partir dos sistemas dissipativos - Adriano Severo Figueiró;

- Desafios metodológicos no planejamento ambiental: costa sul do estado da Bahia e Baixada Santista no estado de São Paulo - Regina Célia de Oliveira

- Mapeamento e gestão de riscos de escorregamentos em áreas de assentamentos precários - Leandro Eugenio da Silva Cerri; Fernando Rocha Nogueira

- Princípios básicos para a modelagem de cheias em bacias hidrográficas urbanizadas - Rodrigo Braga Moruzzi; Cenira Maria Lupinacci da Cunha; Fabiano Tomazini da Conceição;

- Riscos e danos ambientais no contexto da geomorfologia fluvial - Márcio Henrique de Campos Zancopé;

- Los ciclones tropicales y su impacto en la cuenca del Caribe - Maira Celeiro Chaple; José Manuel Mateo Rodríguez;

- Desastres naturais de origem atmosférica e seus impactos em Moçambique - Cleusa Aparecida Gonçalves Pereira Zamparoni; Lucí Hidalgo Nunes 

Para mais informações acesse o site
Agência FAPESP – 30/01/2013


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Saudações Geológicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

sábado, 19 de março de 2011

NOTICIA AMBIENTE: Moradores de áreas de risco temem novos deslizamentos em Manaus


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Desastre anunciado: Ocupação de áreas inadequadas+desmatamento+chuva = acidente geológico



A tragédia no Rio de Janeiro poderia ter sido evitada?

Todo ano acontece a mesma coisa, começa a temporada de chuvas o Brasileiro fica com os nervos a flor da pele torcendo para que não ocorram deslizamentos e alagações.

É chegada à hora de tomarmos providencias, do Governo impedir a ocupação de áreas inadequadas, de remover as casas que se encontram em situação de risco geológico, porem lembrando que essa população necessita de cuidados especiais.

Fiquei boquiaberto em ver o despreparo dos Bombeiros e Defesa Civil do Rio de Janeiro ao atender a população que foi afetada pelos deslizamentos, claro que a culpa não é deles, pelo contrario, os vejo como heróis, pois arriscam suas vidas todos os dias sem os equipamentos necessários. Sabemos que eles trabalharam horas seguidas, em pontos diferentes do Estado. Sabemos que nao é facil lidar com a dor das pessoas, esses profissionais trabalhar sobre forte pressao.

Mas foi perturbador ver que os mesmo monitoravam a encosta a olho nu, enquanto seus companheiros escavavam mais abaixo receosos de um novo deslizamento, pergunto: onde estavam os teodolitos? A Defesa Civil não tem? Então por que não solicitaram os equipamentos das empresas de engenharia? Seria muito mais seguro...Imaginem o caos que seria  se a equipe tivesse sido soterrada no Morro do Bumba, se o comandante nao tivesse suspenso os trabalhos hora antes.

Eu gostaria de saber por que na grande maioria dos Estados a Defesa Civil e comandada pelos Bombeiros ou Policia Militar, provavelmente por que estes são mais preparados para situações de emergências...então por que não realizarmos trabalhos preventivos através de equipes multidisciplinares compostas por Geólogos, Engenheiros, Assistentes Sociais, Biólogos, Geógrafos e outros profissionais capacitados para combater as situações de riscos potenciais?

Em Manaus a situação não é diferente, todo ano nos meses de março a junho quando aumenta a quantidade de chuva a cidade sofre com as alagações, e infelizmente nossos governantes insistem em marchar na contra-mao das ações ambientais aterrando os igarapés, construindo casas sobre eles, depois não digam que foi obra do acaso.

Espero que com a ocorrência da Copa do Mundo de Futebol tenhamos uma cidade mais preparada para receber os convidados, e que o legado fique para as próximas gerações.

Bom, no link abaixo disponibilizo minha Dissertação de Mestrado cuja temática é relacionada a este assunto, espero que seja útil. O conhecimento só é valido se for difundido. So cite a referencia por favor.



Abraço a todos, e que Deus conforte os moradores do Rio de Janeiro

Saudações Geológicas

Prof. Elias Santos Junior
Manaus – Amazonas – Brasil

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