segunda-feira, 23 de maio de 2011

NOTICIA PETRÓLEO - HRT investe em área na África similar ao pré-sal brasileiro

 

PEDRO SOARES
DO RIO

A petroleira brasileira HRT aposta suas principais fichas numa área similar ao pré-sal, mas na Namíbia, país na costa sudoeste da África, onde a empresa possui participação em 9 poços exploratórios nas bacias de Orange e Walvis. Destes, 8 estão em avaliação e desenvolvimento no campo de Kudu.

Segundo Márcio Melo, presidente da HRT, a região tem características muito parecidas com as dos bacias de Campos e Santos e um grande potencial numa camada análoga ao pré-sal brasileiro. Lá, diz, residem as melhores oportunidades da companhia.

Ao todo, a HRT tem participações em 21 blocos --investe também na bacia do Solimões, no Brasil. Os recursos estimados, em 11 descobertas da companhia nessas áreas, são de 541 milhões de barris, mas há um potencial maior principalmente na Namíbia.

Dados sísmicos, diz Melo, indicam grandes acumulações de óleo e gás na região análoga ao pré-sal naquele país.

No Brasil, a empresa vai começar a produção em fase de testes em agosto, com a extração entre 1.500 barris/dia a 2.000 barris/dia.

Ainda na fase de investimentos e sem uma produção consolidada, a empresa registrou prejuízo de R$ 13,8 milhões no primeiro trimestre de 2010 --perda inferior aos R$ 72,8 milhões do quarto trimestre de 2010.

Extraído daqui: Folha online
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Excelente noticia, vamos em busca do ouro negro no pré-sal africano.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil


terça-feira, 17 de maio de 2011

NOTICIA PETROLEO: HRT anuncia a chegada de 04 sondas de perfuração de poços exploratórios na Bacia do Solimões



Início da perfuração do primeiro poço exploratório da HRT de código 1-HRT-1-AM, em abril, e preparação das bases das locações para receber as outras três sondas. 

Rio de Janeiro – A HRT Participações em Petróleo S.A. – “HRT” ou “Companhia” (BM&FBovespa: HRTP3) e (TSXV: HRP), holding que engloba uma empresa independente de exploração e produção de óleo e gás natural com concessões no Brasil (onshore) e na Namíbia (off shore), anuncia os resultados referentes ao 1º trimestre de 2011 (1T11).

HRT anuncia chegada de quatro sondas de perfuração de poços exploratórios, com início da perfuração do primeiro poço da HRT (1-HRT-1-AM) na Bacia do Solimões, a aquisição da UNX Energy Corp. (“UNX“) concluída e início das operações da HRT America Inc. (“HRT America“), sediada em Houston, Texas, Estados Unidos. Levantamentos de sísmica 3D nas Bacias de Walvis e Orange, Namíbia. Extensão da vigência do período exploratório dos blocos na Bacia de Walvis concedida.

De acordo com nota da companhia, o primeiro trimestre de 2011 pode ser caracterizado como um período de marcantes realizações para a HRT. Entre as mais importantes destacam-se: .Chegada de quatro sondas helitransportáveis, contratadas pela HRT O&G junto à Queiroz Galvão e Tuscany, para a perfuração de poços exploratórios na Bacia do Solimões |. Início da perfuração do primeiro poço exploratório da HRT de código 1-HRT-1-AM, em abril, e preparação das bases das locações para receber as outras três sondas|. 
Consolidação do levantamento sísmico 2D de 2.000 km, já em andamento, nas áreas dos blocos SOL-168, 169, 191 e 192, na Bacia do Solimões |. Realização de processo de tomada de preços para a contratação de mais duas equipes sísmicas para a aquisição de 4.000 km de sísmica 2D nos blocos mais a sul e leste da área em concessão na Bacia do Solimões. Assim, o total de levantamentos sísmicos realizados pela HRT atingirá 6.000 km, podendo ser considerado um dos maiores já realizados no mesmo ano, em bacias onshore no Brasil |.Consolidação com operação integrada de aviões e helicópteros da empresa da HRT O&G de logística aérea, envolvendo treze aeronaves e o transporte de mais de 3.000 passageiros no período. A frota da HRT O&G está composta de dois aviões Brasília e dez helicópteros, sendo seis Sikorsky S61, e quatro Bell 212. Com esta decisão da empresa, considerada um serviço crítico para a consecução dos objetivos da HRT na Bacia do Solimões, espera-se uma redução de custos operacionais que poderá chegar a R$ 100 milhões no período de dois anos |.Implantação e operação plena do escritório em Manaus e de duas bases de campo em Tefé e Carauari, para condução das atividades na Bacia do Solimões |.Aquisição da UNX, empresa canadense listada na TSX Venture Exchange (“TSXV“), através da troca de ações e, desta forma, introduzindo um aumento da área em concessão, de 27 mil km2 para 63 mil km2, na costa da Namíbia.

Somando-se esta área aos 48,5 mil km2 relativos à concessão dos blocos localizados na Bacia do Solimões, a Companhia passará a deter direitos exploratórios numa área total de 111,3 mil km2. Além disso, os recursos prospectivos e contingentes certificados aumentaram para 6.592mboe em ambas as bacias. |.Início das operações da HRT America em Houston, sob o comando do geólogo Wagner Peres, e HRT Africa, em Windhoek, sob o comando do engenheiro Nelson Narciso . Início de um dos maiores levantamentos sísmicos 3D já realizados por uma única companhia no off shore da costa oeste da África, totalizando 9.100 km2 e cobrindo blocos da empresa nas sub-bacias de Walvis e Orange, na Namíbia |. Contratação de empresa para identificar uma sonda de perfuração off shore, Classe C, que deverá ser contratada para a perfuração de quatro poços nas Sub-Bacias de Walvis e Orange, em 2012 |. Comunicado à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (“ANP”) o ingresso no Segundo Período Exploratório em 19 blocos da Bacia do Solimões, enquanto a Agência Reguladora informou a qualificação da HRT O&G como “Operadora B” e aprovou a cessão, da Petra Energia à HRT O&G, de 4% dos direitos de exploração dos 21 blocos na Bacia do Solimões. Assim, a Companhia passou a deter 55% dos direitos exploratórios destes blocos sob concessão, numa área total de 48,5 mil km2 e recursos de 972mboe.

Perfil-O Grupo HRT é composto por uma das maiores empresas independentes de exploração e produção de óleo e gás natural do Brasil. A HRT Participações possui oito principais subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.), a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda., a HRT Netherlands B.V., a HRT África Petróleo S.A., a HRT América Inc., a BN47 Serviços Aéreos Ltda., a Ranger Participações Ltda. e a UNX Energy Corp. A Companhia detém 55% de participação em 21 blocos exploratórios localizados na Bacia do Solimões. A HRT também é operadora de dez blocos exploratórios na costa da Namíbia, com participação em dois deles, na Sub-Bacia de Walvis, e nos oito restantes, na Sub-Bacia de Orange. A HRT possui uma equipe composta por doutores e mestres em geologia, geoquímica, geofísica, biologia e engenharia, sendo a maioria deles ex-funcionários da Petrobras e da ANP.

A HRT está comprometida em minimizar os possíveis impactos ambientais nos locais onde atua. O compromisso com as comunidades locais passa pela redução dos impactos das operações nas condições de saúde, segurança e qualidade de vida. [ www.hrt.com.br/ri]. 


PROFESSOR ELIAS SANTOS JUNIOR
Manaus - Amazônia - Brasil

ÁGUA BRANCA ONLINE: HORROR EM MANAUS – CADÉ AS AUTORIDADES? CADÉ A CONCIENCIA? ACORDA MANAUS – VAO DESTRUIR O ULTIMO IGARAPE LIMPO “AGUABRANCA”E A CACHOEIRA ALTA ALERTA MAXIMA!!

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sábado, 14 de maio de 2011

DOWNLOAD: MANUAL DO ARQUITETO DESCALÇO - Johan Van Lengen



Olá amigos, hoje organizei uma palestra no Instituto de Permacultura da Amazônia (www.ipapermacultura.br) onde levamos os acadêmicos de Tecnologia em Petroleo & Gás e Engenharia Ambiental do Uninorte.

No evento fui apresentado a um livro bastante interessante o qual disponibilizo aqui para download, é o MANUAL DO ARQUITETO DESCALÇO de autoria do Arquiteto Johan Van Lengen, o livro mostra vários exemplos de bioconstrução, alguns dos quais achei bastante interessantes.

Seguem mais informações: (extraido daqui)

Sinopse:
Autor holandês que desistiu de uma bem sucedida carreira como arquiteto na Califórnia para fixar residência na América Latina no ramo de moradias populares. Depois de trabalhar em várias agências governamentais, incluvise a ONU, e de ter sido professor de arquitetura solar na UNICAMP, continuou seu trabalho de desenvolvimento de tecnologias de construção e em como transmiti-lás ao usuário. Disto resultou o Manual do Arquiteto Descalço, obra considerada pelos especialistas desta área como indispensável para a compreensão e emprego de tecnologias usadas na arquitetura.


Quando voltou ao Brasil, fundou o Instituto TIBÁ, criando assim um instrumento para uma arquitetura mais integrada com a natureza.

Formato: PDF
Páginas: 379

Autor: Johan Van Lengen

Tamanho: 13 Mb


Download aqui
SENHORES, RECEBI UMA NOTIFICAÇÃO SOBRE ESSE LIVRO E TIVE QUE RETIRAR O LINK, NAO QUE ISSO IMPEÇA ALGUEM DE ENCONTRA-LO NA INTERNET, POREM SE É O DESEJO DA EDITORA, ESTÁ FEITO. 

quinta-feira, 12 de maio de 2011

NOTICIA MINERAÇÃO: Brasil deve retomar mineração de terras raras


A decisão do governo chinês de elevar os impostos sobre terras raras, no início de abril, tem preocupado muitos países que dependem da matéria-prima. O Brasil está entre as nações impactadas e já registra alta de até 200% no preço do neodímio comprado da China, segundo informaram distribuidores nacionais ouvidos pelo Brasilianas.org. A taxa de terras raras, antes cobrada no valor de 3 yuans a tonelada, agora pode variar entre 30 a 60 yuans.

O problema é agravado pelo fato da China deter 97% da produção mundial de terras raras, elementos minerais usados na fabricação de aparelhos de alta tecnologia, como notebooks e smartphones, até em componentes eletrônicos e espaciais. O super-ímã, por exemplo, feito a partir do neodímio, é encontrado em fones de ouvidos e porta-retratos, mas também discos-rígidos de computadores.

Os Estados Unidos, que também sofreram com as restrições da exportação chinesa, perceberam o ritmo de aumento dos impostos e decidiram, em janeiro deste ano, reativar Mountain Pass, a única mina de terras raras norte-americana. O Brasil - que nos anos 1990 explorou terras raras em areia monazítica, mas desativou a mineração por conta dos baixos preços chineses na época – está tomando as primeiras medidas para evitar uma crise, que pode atingir diversos setores industriais. Formou, no final de 2010, um grupo interministerial para incentivar estudos com a finalidade de retomar a mineração em áreas já identificadas.

Brasilianas.org conversou com Ronaldo Santos, pesquisador titular do Centro de Tecnologia Mineral (CETEM), instituição ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), para entender os argumentos da China e quais os caminhos que o Brasil deverá seguir nos próximos meses. Confira os principais trechos da entrevista a seguir.

Retomada da mineração de terras raras no Brasil
Falando tecnologicamente, o Brasil tem competência e possui grupos que estão distribuídos em centros de pesquisa governamentais, em instituições de pesquisa da área nuclear - pois, associada ao principal mineral portador de terras raras até então explorado no Brasil, a areia monazítica, há uma ocorrência de tório e urânio. Como eles são substâncias radioativas utilizadas pela indústria nuclear, elas passam a ser de interesse do setor nuclear. Há também outra possibilidade, relacionada à exploração de xenotima, no Norte do país, que, atualmente, é objeto de interesses de um grupo estrangeiro. Então, nós temos reservas, que precisam ser confirmadas. Temos várias ocorrências, e que precisam ser mais bem identificadas, mas há um interesse das empresas em explorar as terras raras, algo que até então não havia sido privilegiado.

Áreas de areia monazítica
Normalmente ela [a areia monazítica] ocorre no litoral e em calhas de rios. Mas também há ocorrências os solos associados a outros minerais. E, nesse momento, ela precisa de um desenvolvimento no fluxograma da sua recuperação e todas as suas etapas, como a separação. As etapas de mineração da areia monazítica não exigem muita tecnologia, mas, no Brasil, elas devem ser de certa forma, adaptadas a tecnologias básicas. 

Porque cada minério é um minério, e como isso ficou durante muito tempo adormecido, o trabalho que se tem que fazer é um trabalho plenamente do domínio brasileiro. Vários grupos que já trabalharam com isso tem, com certeza, em curto e médio prazo, capacitação para desenvolver os processos necessários para a extração de alguns elementos terras raras.

Brasil como player
Não acredito que demore dez anos [para o país voltar a ser grande produtor]. Um projeto de mineração normalmente leva de sete a dez anos para ser maturado. No caso das terras raras, há um importante componente, que é a demanda firme e estabelecida de setores, do elétrico ao de refino do petróleo, que, com o aporte de recursos dessas áreas, esse esforço possa ser acelerado. A grande vantagem é que não vamos ter que partir do zero, porque já existem estudos, que apenas precisam de confirmação. Confirmadas as reservas, e verificado que vale a pena do ponto de vista estratégico e econômico, podemos começar. 

Hoje, o aspecto econômico está prevalecendo, porém irá prevalecer o aspecto estratégico. A extração de terras raras é vital para todo país que quer ter o mínimo de independência e soberania.

Um novo minerador
Quem explorava areia monazítica no Brasil era unicamente a Orquima, que depois se transformou na Nuclemon e, depois, nas Indústrias Nucleares Brasileiras (INB). Era o único produtor em escala mundial, na época da demanda, que explorava as terras raras no Brasil. A CBMM tem, associada ao minério dela de nióbio, terras raras. Mas a CBMM aproveita apenas o nióbio, que não é terra rara. Provavelmente, se a CBMM quiser fazer essa recuperação, ela deverá estar atenta aos resíduos da produção do nióbio. Já houve uma iniciativa do CETEM, junto a CBMM, na construção de um estudo para a recuperação das substâncias que seriam economicamente interessantes, na recuperação das escórias da produção do nióbio. Mas, naquele momento, não foi manifestado interesse de que se fosse fazer o aproveitamento das terras raras. Há terras raras contidas nos resíduos da produção de titânio, assim como na produção de aço fosfórico.

Aumento da concorrência no mundo
Os EUA possuem uma vantagem, pois tem estrutura de alta tecnologia, de produção dos produtos de alta tecnologia, e tinham uma mina que já voltou a operar. Mountain Pass [como é chamada a mina] voltou a operar no início do ano, em janeiro, e deve retomar a plena produção até 2014. A expectativa é de 20 mil toneladas por ano. O Brasil já está tomando as medidas para fazer o mesmo, pois já está sofrendo os reflexos da atitude da China. Mas os distribuidores e os compradores nacionais ainda vão sofrer durante o tempo por conta dessas restrições.

Ainda existem poucos projetos sendo implementados no mundo – no Canadá, na Austrália, na África, e até países da antiga República Socialista Soviética, que possuem minerações e indústrias de preparação dos insumos de terras raras. Estão sendo feitos investimentos, e se tem a expectativa de se superar a dificuldade de fornecimento imposta pela China. Não posso dizer, no entanto, se os EUA vão abrir mão da única mina que ele tem em operação, para vender insumos de terras raras para outros.

O preço das commodities está extremamente alto e artificial. [Com a retomada da exploração em alguns países], deve cair [o preço], mas não aos níveis de cinco anos atrás. Isso é algo que já vinha se delineando. Desde 2002, os preços dos insumos de terras raras vinham crescendo, mas isso era uma atitude que vinha acontecendo com o mundo inteiro, tanto no Ocidente, quanto no Oriente. Os parceiros tradicionais dos chineses, denominadamente os japoneses, a Coréia do Sul e a Malásia, já estão buscando alternativas e se associando com outros grupos.

Questão de soberania
O viés que se tem dado a esse assunto é principalmente o econômico. Mas o viés que deve ser considerado é muito mais o de estratégia e de soberania. Não há nenhum sistema de defesa ou de orientação de mísseis e espacial que não utilize elementos, nos seus componentes, de terras raras. Um dos argumentos da China para impor as restrições foi a questão ambiental, mas ei, particularmente, não acredito muito nisso. A China pode ter várias argumentações, inclusive de que se trata de soberania nacional, e que ela não pode prescindir disso. 

Mas será que é apenas isso? Eles são muito hábeis para negociar, é uma cultura milenar. Temos muito que aprender com os chineses. O império chinês já deu demonstrações de sua força na história.

Rede de estudos
Não estamos isolados. Temos competência em parcerias com diversas universidades, como UFMG, Unicamp, UFSC, USP, além do IPT, Instituto de Pesquisas Nucleares (IPEN), Instituto de Energia Nuclear (IEN), Centro de Desenvolvimento e Tecnologia Nuclear (CDTN). Está no momento de reforçar que há competência. O problema maior agora é o Brasil pensar as terras raras como um assunto prioritário, e preparar a mão de obra especializada para isso. Os especialistas e pesquisadores estão se aposentando, e há falta de engenheiros de minas e geólogos, por exemplo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

EVENTO: I SEMINÁRIO DE EDUCAÇÃO, ENSINO E PESQUISA EM GEOGRAFIA De 25 a 27 de Maio de 2011 - Escola Normal Superior/UEA

 
 
Este evento tem por objetivo reunir a comunidade acadêmica, professores do ensino básico e pesquisadores para discutir questões inerentes a pratica da geografia e como ela esta associada à realidade e ao cotidiano vivido. Serão realizados debates e oficinas que tem por premissa a troca de experiências de pesquisa, ensino e extensão, assim como uma forma de interação e aprendizado entre os diversos segmentos que são de interesse da Geografia.

Período do Evento: de 25 a 27 de Maio de 2011
Locais: Auditório da Reitoria da UEA (Av. Djalma Batista, 3578 - Flores [próximo ao Cobras Motel])
Escola Normal Superior - UEA (Av. Djalma Batista, 2470 - Chapada [próximo ao Amazonas Shopping])
Organização: Profª. Marcela Pereira Mafra (UEA) - geomarcela@yahoo.com.br

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ATIVIDADES
Serão realizadas conferências, palestras e mesas redondas, assim como a ministração de minicursos e também a apresentação de trabalhos, através de banners e painéis. Veja abaixo algumas das atividades que estão previstas:

25/05 (Quarta-Feira)
   09:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA] - CONFERÊNCIA DE ABERTURA: A Geografia construindo o espaço do cidadão - Prof. Dr. José Aldemir de Oliveira (Reitor da UEA);
   14:00hrs [Auditório da Reitoria da UEA]  - MESA DE DISCUSSÃO: Desafios da Alfabetização Cartográfica: experiências, propostas e possibilidades - Profª. Dra. Ruth Emilia Nogueira Loch (UFSC)/ Prof. Dr. Antônio Carlos Castrogiovanni (UFRGS).

26/05 (Quinta-Feira)
   14:00hrs  [Auditório da Reitoria da UEA]  - PALESTRA: Geografia Física: Ensino e Aprendizado no Ensino Fundamental e Médio - Profª. Dra. Dirce Maria Antunes Suertegaray (UFRGS);
   16:15hrs  [Escola Normal Superior - UEA]  - APRESENTAÇÕES DE PAINÉIS: 1 - Ensino de Geografia/ 2 - Pesquisa em Geografia.

27/05 (Sexta-Feira)
   14:00hrs [Escola Normal Superior - UEA]  - MESA DE DISCUSSÃO: DIDÁTICA DA GEOGRAFIA: Profª. Dra. Sônia Castellar (USP)/ Profª. Dra. Ligia Fonseca Heyer (UEA);
  17:00hrs [Escola Normal Superior - UEA] - Apresentação de Banners: A Geografia construindo o espaço cidadão.


MINICURSOS 

(Serão realizados nas dependências da Escola Normal Superior da UEA)
  ▪ Cartografia Tátil - Profª. Ruth Loch (UFSC) – 25/05 e 26/05 [18:00 ás 22:00];
  ▪ Olhar Geográfico: Leitura da Paisagem Cotidiana - Profª. Maria Teresinha da Rosa Cupper (UEA) – 25/05 e 26/05 [18:00 ás 22:00];
  ▪ A Construção de Maquetes Como Suporte Para o Ensino de Cartografia - Profª. MSc. Maria Angélica Bizari  Cavicchioli (UFAM) - 26/05 e 27/05 [08:00 ás 12:00];
  ▪ Construção da Agenda Ambiental na Escola - Prof. MSc. José Roselito Carmelo da Silva (UEA) - 26/05 e 27/05 [08:00 ás 12:00];

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ACERCA DA INSCRIÇÃO
Período: a partir de 02 de Maio de 2011, de segunda a sexta, das 09:30 as 20:30hrs.
Local: UEA - Escola Normal Superior - Laboratório de Geografia - (Av. Djalma Batista, 2470 - Chapada [próximo ao Amazonas Shopping]) - AS INSCRIÇÕES SOMENTE PODERÃO SER REALIZADAS NO LOCAL ACIMA ESPECIFICADO!
Valor:  R$15,00 - Minicursos
R$15,00 - Apresentação de Pôster ou Painel
Dúvidas e Informações: 1semgeouea2011@gmail.com


INSTRUÇÕES DE DOWNLOAD:
1.       Ao clicar no link, você será encaminhado para a página do site 4shared.com (verifique se não há problemas com a rede onde você está conectado [bloqueio de proxy, etc.], pois muitas redes locais bloqueiam ou não permitem o acesso para este site);
2.       Ao ser direcionado para o local, você encontrará os ficheiros: 1. ficha de inscrição/ 2. Norma para resumos e trabalhos/ 3. Programação/ 4. Logotipo;
3.       Clique em “baixar arquivo” e aguarde a contagem, até então aparece novamente a mensagem “baixar arquivo”.

OBSERVAÇÃO: Caso tenha dificuldade ou não consiga acessar a página, envie uma mensagem para 1semgeouea2011@gmail.com solicitando uma nova ficha de inscrição.



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NORMAS PARA EXIBIÇÃO DE TRABALHOS

1. Resumos: não deverão conter quadros, gráficos ou figuras. Devem ser enviados em arquivos de texto Word e apresentar, na seqüência:
·         Título do trabalho;
·         Nome dos autores, vínculos institucionais e e-mail para contato;
·         Introdução (máximo 250 caracteres);
·         Objetivos (máximo de 500 caracteres, considerando os espaços em branco);
·         Material e método (máximo de 250 caracteres);
·         Resultados (máximo de 500 caracteres);
·         Conclusão (máximo de 750 caracteres);
Obs: Deverão ser obedecidas as normas do trabalho completo para o resumo expandido.

2. Trabalhos Completos: devem ter no mínimo 03 paginas e no máximo 05 páginas, obedecendo as indicações abaixo:
1.      IDENTIFIÇAÇÃO: Titulo do trabalho em letra Times New Roman, tamanho 12, negrito, todas as letras em maiúscula e centralizada; a identificação (nome, instituição e e-mail), deve estar em espaços simples, em letra Times tamanho 11, na segunda linha.
2.      RESUMO: O texto do resumo devera ser iniciado uma linha após e-mail do(s) autor(es), no máximo [três], com espaço simples, fonte Times New Roman tamanho 11, justificado e conter de 250 a 300 palavras, com introdução, justificativa, objetivo(s), métodos utilizados e resultados. Deverão constar até três palavras-chave.
3.      CORPO DO TEXTO: Do corpo do texto deverão Constar:
a) Os objetivos do trabalho;
b) O referencial teórico e conceitual;
c) A metodologia utilizada (principais questões/ pontos desenvolvidos);
d) Resultados alcançados e conclusões.
O trabalho deverá conter o seguinte formato: Digitado em documento do Word, página tamanho A4, fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço entre linhas 1,0cm, margens direita 2,0cm e esquerda 3,0cm, margens superior e inferior 2,0cm, com texto justificado e com recuo para parágrafos (1 tab). Os subtítulos em letras iniciais maiúsculas e demais minúsculas em negrito. As ilustrações, tabelas e gráficos (Excel ou Power Point), vinculados ao Word, devem ter fonte Times New Roman e corpo 10 e devem fazer parte do corpo do texto.
4.    REFERÊNCIAS: Os trabalhos deverão ser formatados segundo as normas da ABNT.

5.      A qualidade do texto (gramática, ortografia e digitação) é de total responsabilidade do autor e será considerada como critério de avaliação pelo Comitê Organizador.

6.      Será aceito somente um trabalho por autor.

7.      Os trabalhos a serem apresentados não podem ter sidos publicados anteriormente.






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EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO

Profª. Marcela Mafra
Alberto Magno
Amarílis Donald
Diego Lopes
Fabiana Machado
Fernanda Wanderley
Jocelma Azevedo
jocelma.azevedo@yahoo.com.br
Jouber Costa
Lila Sigrid
Marcelo Pacheco
mamagopacheco@yahoo.com.br
Moisés Barbosa
Pedro Lealci
Risaldo Duarte


Fonte: http://www.1semanadegeografiauea.blogspot.com/
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É muito importante participar desses eventos, o acadêmico tem a oportunidade de conhecer profissionais de outras instituições.
Desejo sucesso aos organizadores.

Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

terça-feira, 3 de maio de 2011

BLOG: Blog do Professor Elias Santos Junior recebe indicação para o TOPBLOG



Ola, pelo terceiro ano recebi indicação para participar do TOPBLOG, dessa vez resolvi colocar o link para votação, gostaria de contar com a colaboração, desde já agradeço.

Saudações Geológicas
Professor Elias Santos Junior - Geólogo
Manaus - Amazônia - Brasil

O que é Coaching - Por Elias Santos Junior - Geólogo, Professor e Self-empowerment Coach

Coaching [1]   é uma palavra em inglês que indica uma atividade de formação pessoal em que um instrutor ( coach ) ajuda o seu cliente ( coa...