quinta-feira, 3 de outubro de 2013

DOWNLOAD: CARTA ESTRATIGRAFICA DA BACIA DO AMAZONAS Modificada por Vieira (1999)


Senhores disponibilizo para dowload o link da carta estratigrafica da Bacia do Amazonas (Cunha 1994, modificada por Vieira, 1999).

Referencia:
VIEIRA, L. C. Depósitos Fluviais da Formação Alter do Chão, Cretáceo-Terciário da Bacia do Amazonas, Ponta Negra, Manaus. Universidade do Amazonas, Departamento de Geociências. Trabalho Final de Graduação. 62p. 1999.

LINK PARA DOWNLOAD - 4SHARED

Façam bom proveito!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

REFLEXÃO: Quanto voce quer ganhar?



Estou lendo o livro " Os Segredos da mente milionária" do T. Harv Eker, livro bem interessante que mostra quais os erros que estamos cometendo em relação ao nosso tratamento para com o dinheiro, tem um texto interessante que transmito abaixo:
"As pessoas de mentalidade pobre preferem receber um salário garantido ou ser remuneradas por horas trabalhadas. Precisam da segurança de saber que terão aquela exata quantidade de dinheiro sempre na mesma data, todo mês. O que elas não percebem é que essa segurança tem um preço, e o preço é a riqueza.
 
A vida baseada na segurança é uma vida fundamentada no medo. Na verdade, o que a pessoa está dizendo é: "Temo não ser capaz de ganhar o suficiente pelo meu desempenho, por isso me contento em receber o suficiente para sobreviver ou ter algum conforto".
 
As pessoas ricas escolhem ser remuneradas pelos resultados que produzem, se não totalmente, pelo menos em parte. Elas costumam ter seu proprio negocio. Tiram seus rendimentos dos lucros que obtem. Ganham por comissão ou percentual de receita. Preferem ações ou participação nos lucros a salarios altos. Observe que nenhuma dessas fontes de renda dá garantias. Como disse antes, no mundo financeiro as recompensas são geralmente proporcionais aos riscos."
_________________________________________________________________________________
Em minhas palestra para acadêmicos que querem saber sobre a carreira na área da Geologia, Petróleo e Gás frequentemente perguntam sobre quanto ganham os profissionais da área, eu respondo com outra pergunta: Quanto você quer ganhar?

Tem alunos que dizem que qualquer coisa já é bom desde que seja na área, outros querem 3 mil reais, outros 30!

Tento dar a melhor resposta possível mostrando quais caminhos devem ser seguidos para cada uma das opções de salario escolhidas...e você, quanto quer ganhar? Está satisfeito com o que ganha hoje? Que ganhar quanto ano que vem? Pense nisso!

Saudações Geológicas!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus -Amazonas - Brasil

sábado, 31 de agosto de 2013

DOWNLOAD ARTIGO - SISTEMAS PETROLÍFEROS ÍGNEO-SEDIMENTARES: Autores - Jaime Fernandes Eiras e Joaquim Ribeiro Wanderley Filho

Distribuição dos campos de óleo e gás da Bacia do Solimões em função da proximidade da soleira inferior

Olá senhores!

Estou disponibilizando aqui um excelente artigo sobre sistemas petróliferos, o mesmo é de autoria dos Geólogos Jaime Fernandes Eiras e Joaquim Ribeiro Wanderley Filho, façam o download no link abaixo e divirtam-se!


Agradecimentos especiais à Prof. Msc. Moeme Máximo por ter disponibilizado o material

Saudações Geológicas!
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

GEOFISICA BRASIL - O primeiro passo da Ouro Preto Óleo e Gás - OPOG

Rodolfo Landim - Presidente da Ouro Preto Óleo e Gás

Cem por cento de três blocos, dois em terra e um offshore, adquiridos na 11ª Rodada de Licitações da ANP, marcam a entrada da Ouro Preto Óleo e Gás no mercado de exploração de petróleo.
Empresa brasileira, fundada em outubro de 2010, com o aporte financeiro de fundos de capital nacional, e dirigida por experientes geólogos e engenheiros brasileiros, a Ouro Preto pagou cerca de R$ 14,8 milhões de bônus e ofereceu 12.134 unidades de trabalho (UT) do Programa Exploratório Mínimo (PEM) que começa a contar a partir da assinatura dos contratos prevista para acontecer neste mês de agosto, no Rio de Janeiro.

Qualificada como Operador B pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), a Ouro Preto só pode operar blocos em águas rasas ou em terra. E dentro desse limite, arrematou por R$ 777.555 (e 122 UT de PEM) o bloco BAR-M-387, em uma área de aproximadamente 220 km2 localizada em águas rasas da Bacia de Barreirinhas, no litoral do Maranhão, na Margem Equatorial Brasileira, tornando-se vizinha de várias grandes operadoras.

"A região é análoga à costa de Gana, no litoral africano, onde foi descoberto o megacampo de Jubileé, e tem vocação para se encontrar óleo, sem descartar a possibilidade de se achar gás natural", explica Sergio Possato, diretor geral da Ouro Preto, acrescentando: "Barreirinhas tem um sistema petrolífero bem definido, com diversos poços já perfurados pela Petrobras no passado em águas muito rasas, entre 20 e 40 metros, e a expectativa é de que a rocha geradora de óleo esteja em águas profundas e que o petróleo possa ter migrado para subsuperfície de águas rasas e terra, a exemplo do modelo da Bacia Potiguar, (no litoral do Rio Grande do Norte)."
O bloco BAR-M-387 (no destaque) localizado em águas rasas da Bacia de Barreirinhas, no litoral do Maranhão, na Margem Equatorial Brasileira. (Fonte: ANP)

Com um olho no calendário da ANP e outro nos elevados custos de exploração, a empresa pretende contratar um levantamento sísmico 3D na região, propondo compartilhar com os vizinhos Petrobras, BP, OGX e BG Group as campanhas de aquisição por uma empresa única, o que ainda está em negociação. "Vamos tentar chegar até o meio do cretáceo, buscando como alvo da perfuração os turbiditos, em uma profundidade entre 3.000 e 3.500 metros abaixo do leito oceânico," salientou Possato.

Gás para termoelétricas

Dois blocos terrestres (PN-T-151 e PN-T-165) na Bacia do Parnaíba, localizada no interior do Piauí, fazem parte do outro objetivo conquistado pela estreante Ouro Preto na 11ª Rodada, sobre os quais a empresa assumiu o compromisso de desembolsar um pouco mais de R$ 14 milhões de bônus de assinatura e realizar 12.012 unidades de trabalho no PEM. Nos blocos terrestres, os estudos da Ouro Preto indicam que a região tem grande vocação para descobertas de gás natural e até conta com algum estímulo do governo para ser usado como matéria prima em usinas termoelétricas.

"Vimos que a Bacia do Parnaíba já é uma produtora de gás e por ela passam linhões (linhas de transmissão do Sistema Elétrico Brasileiro) de 500 kV pelos nossos blocos", destacou Possato, animado com a possibilidade de fornecer gás natural para usinas de geração térmica a gás, sem descartar a possibilidade futura de investir também na construção de uma usina própria, abrindo mais um braço de negócios para a Ouro Preto.

Farm-in e Farm-out

Antes de perfurar um poço, entretanto, o primeiro passo para gerar prospectos é contratar o levantamento sísmico 2D e ampliar o conhecimento regional daquela área. Os blocos não são pequenos: têm cerca de 3,6 mil km2 cada e estão bem distantes um do outro, o que torna a logística da região bastante complicada.

"Para reduzir custos, o ideal para nós seria se uma empresa de aquisição de dados (EAD) fizesse um levantamento especulativo na região e oferecesse os dados a todos os interessados naquela bacia", calcula Possato, pensando em possíveis parceiros como Petra, Galp, Sabre, OGX e até a Petrobras, os vizinhos exploratórios da Bacia do Parnaíba.

"Somos uma empresa enxuta que pretende crescer de forma ordenada. Desse lema não abrimos mão", afirmou Possato, acrescentando que a Ouro Preto analisa algumas possibilidades de aumento do seu portfólio com a entrada de sócios em uma fração de suas concessões e também seu próprio ingresso em blocos operados por outras companhias, em movimentos conhecidos por farm-out e farm-in.

Geocientistas

A diretoria da OPOG é formada por profissionais altamente experientes. O presidente Rodolfo Landim, com origem profissional no E&P, foi técnico de Engenharia de Reservatórios da Petrobras e conhece bem estes campos de terra e águas rasas. O diretor-geral Sérgio Possato é geofísico formado na Petrobras, onde trabalhou muitos anos na Bacia de Campos e já foi superintendente da ANP. O diretor de E&P Edmundo Marques, também ex-Petrobras, começou na Bahia, passou pela sede no Rio de Janeiro e também traz no currículo experiência anterior na Margem Equatorial. O diretor de Serviços Marcos Leme é especialista em TI. Ao todo, somando as áreas técnica e de apoio, a Ouro Preto conta atualmente com 25 profissionais.

A empresa tem quatro anos para explorar as áreas terrestres e cinco para estudar a área offshore. De início a Ouro Preto terá que ampliar seu quadro de geocientistas, contratando seis técnicos geofísicos para fiscalizar o trabalho das empresas de aquisição nas campanhas sísmicas. Também serão recrutados engenheiros de segurança do trabalho para fiscalizar as equipes sísmicas terrestres, engenheiros de reservatório e engenheiros de produção. Posteriormente, quando os dados forem entregues, mais geocientistas serão requisitados para processar e interpretar esses dados.

Sergio Possato acredita que nos próximos anos, as empresas que arremataram blocos na 11ª Rodada promoverão uma geração de empregos bem grande. "Hoje na atividade de geologia para petróleo, aqueles que estão saindo das universidades terão pleno emprego", prevê.
Texto extraído de: 
Em 09/08/2013
________________
Comentários:
Excelente noticia, após a OGX e HRT anunciarem desenvestimento é muito bom saber que outra empresa nacional pretende prospectar óleo no nosso território.
A mineração é assim mesmo, investimento de risco e busca frenetica por bons resultados, desejo sucesso à OPOG

sábado, 13 de julho de 2013

ARTIGO: Aula Prática de Campo Como Ferramenta De Ensino de Geociências Na Qualificação de Tecnólogos em Petróleo e Gás: Uma Experiência No Uninorte/Laureate, Amazonas.

Jamile Dehaini1; Elias Vicente da Cruz Santos Júnior1,2

1Escola de Ciências Exatas e Tecnologia do UniNorte - Laureate International Universities; 2AMAZONGEO Geologia e Meio Ambiente

Atualmente, no Estado do Amazonas, tem ocorrido uma crescente demanda por profissionais qualificados para área do petróleo e gás, justificada pelas recentes investidas das empresas governamentais e privadas, com promissoras descobertas. Em contrapartida, a oferta de mão de obra qualificada no Estado para atender aos setores produtivos da cadeia de petróleo e gás é muito tímida.


Para atender a essa demanda foram criados nos últimos quatro anos diversos cursos de pequena duração (seis meses) a titulo de formação pós-medio, enquanto as escolas particulares de ensino superior têm criado cursos superiores de Tecnologia em Petróleo e Gás e, mais recentemente, a Universidade Federal criou o curso de Engenharia de Gás e Petróleo, todos em Manaus. No caso das instituições privadas, a procura e ingresso no curso é surpreendente em números.

Com a facilidade de acesso devido ao grande número de vagas e bolsas oferecidas semestralmente em consonância com o sonho da ascensão profissional proporcionado por esse mercado, a instituição denominada UniNorte da rede Laureate International, com aproximadamente 1000 alunos no curso de Tecnologia em Petróleo e Gás, tem o desafio de proporcionar um conhecimento científico-experimental no que se refere às disciplinas de ciências da Terra, para que durante a vida acadêmica e, posteriormente, a vida profissional seja pautada por um bom entendimento dos principais processos que envolvem esse mercado, ou seja, os processos de exploração, explotação e produção.

De forma integrada os professores responsáveis pelas disciplinas de ciências da Terra, com formação em Geologia, Geofísica e Geografia, proporcionam o conteúdo teórico em sala de aula de forma a fixar principalmente os conceitos básicos.

O principal diferencial do Uninorte/Laureate no ensino de Geociências tem se refletido na realização de atividades práticas de campo, onde  esses conhecimentos deixam o campo da abstração, imaginação e observação passiva dos “slides” e se consolidam através das aulas de campo organizadas de forma a entender: a) a importância da observação e estudo do comportamento das rochas e suas formações; b) a logística da aquisição do levantamento geofísico para o conhecimento das rochas em subsuperfície; c) a importância e logística do posicionamento exato dos estudos realizados e a forma de representação desses dados e; d) a observação do ambiente natural e os meios envolvidos proporcionando uma visão holística e um aprendizado das necessidades humanas dependentes desses meios.

A partir dos principais objetivos citados, os resultados obtidos, além da evidente motivação do corpo discente com a experiência de campo, seriam comprovados principalmente através dos relatórios produzidos, contudo observa-se que apesar da inquestionável contribuição que as aulas de campo proporcionam à formação dos discentes, a produção dos relatórios é realizada de ainda maneira evasiva, apesar de toda preparação anterior e posterior à aula de campo.

Com base no exposto é possível concluir que as aulas de campo funcionam como uma ótima ferramenta no ensino-aprendizagem das Geociências na formação do Tecnólogo em Petróleo e Gás, porem destaca-se que é preciso ampliar à formação dos discentes, principalmente no que tange a elaboração dos relatórios técnicos que serão exigidos quando estiverem atuando profissionalmente.

REFERENCIAS
DEHAINI, J & SANTOS JÚNIOR, E. V. DA C. Aula Prática de Campo Como Ferramenta De Ensino de Geociências Na Qualificação de Tecnólogos em Petróleo e Gás: Uma Experiência No Uninorte/Laureate, Amazonas. Anais do 46º Congresso Brasileiro de Geologia 1º Congresso de Geologia dos Países de Língua Portuguesa. Santos, SP.2012.

sábado, 29 de junho de 2013

REFLEXÃO: AULAS PRÁTICAS DE CAMPO OU PIQUENIQUE? - Por: Geólogo Elias Santos Junior

Acadêmicos do curso de Tecnologia em Petroleo e Gas do Uninorte - Laureate, observar o padrão de vestimenta. No alto o Professor estabelecendo os objetivos a serem alcançados.

Tenho acompanhado o aumento crescente de atividades práticas de campo na cidade de Manaus, a grande maioria relacionada às ciências naturais como por exemplo a Geologia, porem algo me chama atenção nas fotos que são disponibilizadas nas diversas redes sociais onde possuo perfil, fico na duvida se realmente é trabalho ou apenas um evento de cunho comemorativo pelo final do semestre, motivo pelo qual resolvi fazer a seguinte reflexão: Isso é uma AULA PRÁTICA DE CAMPO OU PIQUENIQUE?

Destaca-se que esse texto é referente principalmente aos trabalhos realizados no primeiro ano dos cursos, onde o acadêmicos ainda não possuem experiencia sobre o que deverá ser feito.

As aulas praticas de campo promovem a oportunidade do acadêmico aplicar o conhecimento adquirido em sala de aula, desenvolver a percepção, como também servem de treinamento para a vida futura dessa pessoa quando finalmente adentrar ao mercado de trabalho. 

Alem do mais é possível perceber que determinados modelos ilustrativos dos livros precisam ser notados e interpretados em campo, sempre digo aos meus acadêmicos que em campo não vai ter uma seta apontando o plano de falha e muito menos destacando a cinemática.

Assistindo o planejamento dessas atividades e o desenvolvimento das mesmas pude perceber que o problema reside em um ponto principal: A falta de planejamento da aula pratica!

Vejam bem, é impossível ter um bom resultado se não houver um projeto bem definido do que se vai fazer em campo e principalmente qual vai ser o papel dos Professores e Acadêmicos na atividade.

Após algum tempo planejando essas atividades percebi que é fundamental a realização de uma aula pré-campo, de preferencia prática, onde serão simuladas as ações a serem desenvolvidas, que variam das mais básicas tais como a vestimenta e a forma de atravessar as rodovias, rios e subir afloramentos até a descrição e anotações em campo. 

Tem me chamado atenção o fato de que os acadêmicos estão indo à campo de tamancos e sandálias de dedo, sem chapéu ou boné (a sensação térmica em campos no Amazonas beira 40º), tempos atras cheguei a ver foto de uma acadêmica em campo usando apenas bermudinha e a parte de cima do biquíni (no meio de uma pedreira), os funcionários devem ter adorado.

Alem do que ao invés de descrever o afloramento o pessoal tem subido no mesmo para tirar fotos pra postar no Facebook seguido da legenda: Eu linda no trabalho de campo!

Nesse ínterim é necessário estabelecer qual o critério de avaliação (se em relatório a ser entregue dias após o evento ou caderneta de campo a ser entregue na finalização da atividade), qual a importância disso? tenho visto campos em que o acadêmico não anota absolutamente nada pois não sabe que tem que apresentar relatório!

Se o trabalho final for um relatório de campo é necessário estabelecer o formato do mesmo para que não hajam discussões após a correção e estabelecimento das notas, porem penso que é fundamental discutir os pontos importantes que foram abordados em campo, lembrem-se o objetivo é estimular o aprendizado e não mostrar o quanto sabemos mais sobre o tema que os alunos, afinal saber mais que o aluno é o minimo que o professor pode apresentar, concordam?

Em campo de que forma o Professor deve proceder? Ele deve ser um mero apresentador das características geológicas da área ou apenas um observador do comportamento do acadêmico em campo?

Penso que a melhor forma de atuar é fazendo um misto das duas formas citadas acima, em um primeiro momento o Professor deverá centralizar as atividades tendo em vista que a experiência dos acadêmicos é incipiente, porem mesmo atuando como figura central o Professor deve estimular através de questionamentos o raciocínio interpretativo. No decorrer do trabalho o Professor deve transferir paulatinamente a função de ator principal ao acadêmico, estimulando o mesmo a observar seu entorno e buscar identificar características similares aos pontos anteriores.

E principalmente senhores Acadêmicos e Professores: O campo é sala de aula, a ética e respeito devem ser levados junto do martelo e bussola.

No mais, espero que esse texto sirva para estimular a discussão, qualquer coisa deixe um recado ou envie via facebook no perfil

Agradeço a colaboração dos acadêmicos Gean Tottoli e Ysla Mello do Curso de Tecnologia em Petróleo e Gás do Uninorte-Laureate (Amazonas) e Felipe Galant Bunito da Unisinos.

Senhores continuemos na luta pois Geologar é Preciso!

Saudações Geológicas
Geólogo Elias Santos Junior
Manaus - Amazônia - Brasil









sexta-feira, 21 de junho de 2013

DISSERTAÇÃO: Estudo Paleoambiental dos Carbonatos Pensilvanianos da Borda Norte da Bacia do Amazonas - Região do Rio Jatapu - Autora: Moeme da Silva Maximo


Senhores, disponibilizo para download a seguinte dissertação:

Estudo Paleoambiental dos Carbonatos Pensilvanianos da Borda Norte da Bacia do Amazonas - Região do Rio Jatapu - Autora: Moeme da Silva Maximo

PARA BAIXAR O TEXTO COMPLETO CLIQUE AQUI

O que é Coaching - Por Elias Santos Junior - Geólogo, Professor e Self-empowerment Coach

Coaching [1]   é uma palavra em inglês que indica uma atividade de formação pessoal em que um instrutor ( coach ) ajuda o seu cliente ( coa...