sexta-feira, 30 de abril de 2010

Acordo para "Copa Verde" em 2014

Arena da Amazonia a ser construida na Cidade de Manaus, uma das sedes da Copa 2014

Ministérios do Meio Ambiente e do Esporte criarão agenda sustentável para a competição

Os critérios ambientais é que balizarão os projetos e a gestão estratégica dos empreendimentos a serem construídos tanto para a Copa do Mundo de 2014 quanto para as Olimpíadas de 2016 no Brasil. Pelo menos é o que foi alinhavado ontem entre os ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do Esporte, Orlando Silva. Ambos assinaram um acordo de cooperação na abertura da reunião do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).


A intenção é que a parceria facilite o licenciamento ambiental dos empreendimentos prioritários dos eventos esportivos para evitar impasses que possam atrasar as obras previstas no cronograma brasileiro. Segundo Izabella Teixeira, "o termo assinado hoje (ontem), além do ponto de vista político, é muito importante para a gestão ambiental, porque envolve os Estados e municípios em uma nova prática de modernização do licenciamento ambiental".


Fazem parte do grupo de trabalho representantes do MMA, Ministério do Esporte, Ibama, Instituto Chico Mendes (ICMBio), Agência Nacional de Águas, Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma). A ideia é aproveitar a paixão do brasileiro pelo futebol para estimular a participação dos torcedores a adotarem medidas de proteção ambiental no dia a dia.


Entre as questões a serem levadas em consideração, além do menor impacto ambiental, estão a neutralização das emissões de gases-estufa, a eficiência energética, a construção de estádios sustentáveis, e a promoção do consumo de produtos orgânicos durante a realização dos eventos. Além disso, em sedes dos jogos como Cuiabá (MT) e Manaus (AM), que têm o Pantanal e a Amazônia como diferencial, terão suas unidades de conservação melhor estruturadas para receber os turistas.

Fonte: http://eptv.globo.com/emissoras/emissoras_interna.aspx?297043
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Comentario:
Excelente iniciativa, porem nao apenas devemos licenciar as obras, mas principalmente a area fonte dos materiais a serem empregados na construcao, principalmente no Pantanal e Amazonia.

Ate agora em Manaus nao vimos o aumento dos licenciamentos ambientais o que me deixa apreensivo, tenho medo que aconteca como nos outros grandes empreendimentos onde pessoas benemeritas doaram materiais extraidos de suas propriedades para a contrucao, acreditam nisso? pois e, o que nao faltou foi termo de doacao nessas obras.

Geologo Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil

terça-feira, 27 de abril de 2010

CICLO DAS ROCHAS

Atendendo a pedidos vou postar texto sobre o ciclo das rochas apresentado em sala de aula...

ROCHAS

A crosta terrestre é constituída essencialmente de rochas. São elas, juntamente com os fósseis, os elementos que o geólogo utiliza para decifrar os fenômenos geológicos atuais e do passado. A Petrografia ou Petrologia, ramo de ciência geológica, dedica-se ao estudo das rochas, da sua constituição, origem e classificação.

Rocha – é um agregado natural, formado de um ou mais minerais (podendo eventualmente tratar-se de vidro vulcânico), que constitui parte essencial da crosta terrestre e é nitidamente individualizado.
 
De acordo com sua origem, distinguem-se 3 grandes grupos de rochas que são:

Magmáticas ou ígneas; Sedimentares e Metamórficas.

O ciclo das rochas:

O ciclo das rochas representa as diversas possibilidades de transformação de um tipo de rocha em outro.



As setas que interligam as rochas ígneas, sedimentares e metamórficas indicam processos relacionados à dinâmica geológica da crosta terrestre.

As rochas, uma vez expostas à atmosfera e à biosfera passam a sofrer a ação do intemperismo, através de reações de oxidação, hidratação, solubilização, ataques por substâncias orgânicas, variações diárias e sazonais de temperatura, entre outras.

O intemperismo faz com que as rochas percam sua coesão, sendo erodidas, transportadas e depositadas em depressões onde, após a diagênese, passam a constituir as rochas sedimentares.

A cadeia de processos de formação de rochas sedimentares pode atuar sobre qualquer rocha (ígnea, metamórfica, sedimentar) exposta à superfície da Terra.
Os continentes se originaram ao longo do tempo geológico pela transferência de materiais menos densos do manto para a superfície terrestre.
 
Devido à deriva dos continentes, as rochas podem ser levadas a ambientes muito diferentes daqueles onde elas se formaram.

Qualquer tipo de rocha (ígnea, sedimentar, metamórfica) que sofra a ação de, por exemplo, altas pressões e temperaturas, sofre as transformações mineralógicas e texturais, tornando-se uma rocha metamórfica.

Se as condições de metamorfismo forem muito intensas, as rochas podem se fundir, gerando magmas que, ao se solidificar, darão origem a novas rochas ígneas.
 
O ciclo das rochas existe desde os primórdios da história geológica da Terra e, através dele, a crosta de nosso planeta está em constante transformação e evolução.
 
 
 



Outra representação do Ciclo das Rochas

Aquecimento global pode provocar terremotos, deslizamentos de terra e vulcões

Emitindo gases de efeito estufa e nuvens de cinzas que encobrem a luz solar, os vulcões podem afetar o clima. Mas será que o clima poder afetar os vulcões?

Leia materia completa em: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/aquecimento_global_pode_provocar_terremotos_deslizamentos_de_terra_e_vulcoes.html

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Comentario:
Preciso ler mais sobre o tema, mas parece plausivel....

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Aliens estão lá fora, diz Hawking

Stephen Hawking, dia 5 de abril de 2010 em palestra na Universidade Texas A & M, em College Station, Texas

26 de abril de 2010

LONDRES - O astrofísico britânico Stephen Hawking diz que estrangeiros estão lá fora, mas poderia ser muito perigoso para os humanos interagem com a vida extraterrestre.

Hawking, que estará visitando a Instituto Perimeter em Waterloo em 20 de junho, Afirma em um novo documentário que formas de vida alienígena inteligente certamente existem, mas adverte que se comunicar com eles poderia ser "muito arriscado".

Os 68 anos de idade, diz uma visita de extraterrestres à Terra seria como Cristóvão Colombo chegar nas Américas ", que não saíram muito bem para os nativos americanos."

Ele especula que a maioria de vida extraterrestre será semelhante à dos micróbios, ou pequenos animais - mas acrescenta formas de vida avançadas pode ser "nômades, buscando conquistar e colonizar."

O Discovery Channel anunciou no domingo que irá transmitir Stephen Hawking's Universe na Grã-Bretanha no próximo mês.

Associated Press
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Comentario:

Senhores, acho o tema muito interessante, quem me conhece sabe bem isso, a traducao foi feita via google por isso tem algumas falhas que eu nao me dei o trabalho de corrigir, o original em ingles pode ser visto AQUI

Acho perfeitamente plausivel a vida extraterrestre, pois os elementos basicos estao espalhados no universo conhecido, sendo entao a teoria da Panspermia* possivel de ter ocorrido.
 
 
 
 

Livro Decifrando a Terra

Ola senhores, disponibilizo para download o livro Decifrando a Terra de autoria do Teixeira et al. Editora Oficina de Textos.

Esse livro tem capitulos muito bons, outros nem tanto, na minha opiniao eh claro, porem tem sido a principal referencia nos ultimos anos na area de Geociencias.

Destaco que muito melhor que o arquivo digital aqui disponibilizado eh ter o livro em maos, portanto, baixe-o, leia e em seguida compre o livro.

Abracos, Saudacoes Geologicas

Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil



Download Livro Decifrando a Terra - parte 1
Download Livro Decifrando a Terra - parte 2

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mineração no Pará chama atenção de empresários



Os novos investimentos no setor mineral paraense são tema de encontro promovido pelo Ibram em SP


Os novos rumos do setor mineral no Pará estão chamando atenção de empresários pelo Brasil. Em um encontro promovido pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), em São Paulo, nesta quinta-feira (22/04), foi apresentada à indústria de base nacional a política de fomento à mineração, metalurgia e siderurgia no desenvolvimento do Estado do Pará.

O encontro, previsto para cerca de 40 empresários, surpreendeu pela procura, com a inscrição de 115 representantes de empresas. A Ibram demonstrou que a indústria de base nacional está interessada em investir no Pará e, principalmente, conhecer as oportunidades de negócios com a venda de equipamentos e máquinas para os grandes empreendimentos em implantação no Pará na área da mineração. “O fato de termos um público tão maior que o esperado comprova o interesse que o Pará desperta como uma nova fronteira para o setor de máquinas e equipamentos no Brasil”, avalia o presidente do Ibram, Paulo Camillo Penna. “O momento é propício, com a realidade de que o Pará começará a produzir aço, o Estado tem todas as ferramentas necessárias para propiciar a criação de um pólo metal-mecânicono Pará”, conclui Camillo.

O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, foi convidado para falar sobre a política de incentivos e fomento à indústria no Pará. Os empresários paulistas demonstraram que as oportunidades de negócios podem durar até depois do período de implantação dos projetos. O Pará tem potencial para ser um grande produtor de aço e, no futuro, pode fornecer essa matéria prima para as indústrias do Brasil produzirem suas máquinas e equipamentos.

Segundo Monteiro, “há um volume muito alto de recursos já garantidos para as mais diversas obras, como construção de siderúrgica, hidrelétrica, recuperação de estradas, portos e outras obras. O segundo cenário é que se está montando um pólo industrial em Marabá, em torno do aço da Alpa, e aí são inúmeras as oportunidades não apenas de vender ao Pará, mas produzir no Pará”, explica.


Para o presidente do Ibram, Paulo Camillo, o encontro serviu divulgar o novo momento do setor paraense e buscar parcerias para novos investimentos. “O setor está em crescimento. No Pará, por exemplo, a mineração empresarial está entre os setores que mais geram divisas e empregos nos municípios onde os projetos são implantados e nas áreas próximas. Além disso, esses projetos desenvolvem programas referenciais de preservação e conservação ambiental em harmonia com suas operações industriais”, afirma.


A iniciativa do Ibram e da Abimaq, entidades importantes do setor produtivo nacional, foi avaliada como positiva pelos empresários. “A busca pela industrialização é uma tarefa da sociedade brasileira. No Pará, fazemos esse esforço de desenvolvimento do parque industrial. Trocar experiências para conhecer e investir no Pará é nossa obrigação e temos a convicção de que conseguimos plantar a semente de um diálogo qualificado”, avalia Nelson Delduque, presidente do Conselho de Mineração e Metalurgia da Abimaq. As informações são do Instituto Brasileiro de Mineração.


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Comentario:

Enquanto isso no Estado do Amazonas nosso Governo cria Unidades de Conservacao em cima das jazidas minerais, parabens a Zona Fraca Verde que paga 50 reais para a familia nao desmatar...

Saudaçoes Geologicas
Prof. Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Roubo de agua da Amazonia



Tráfico da água da Amazônia foi denunciada pela revista jurídica “Conselux”,
citando uma empresa norueguesa
BRASÍLIA (Agência Amazônia) - A Câmara vai apurar as denúncias de tráfico de água doce dos rios da Amazônia. Decisão neste sentido foi tomada pela Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional dois meses após a Agência Amazônia revelar que navios-tanques de várias nacionalidades estariam roubando águas de rios brasileiros.


A investigação foi pedida pelos deputados Lupércio Ramos (PMDB-AM) e Francisco Praciano (PT-AM). No requerimento pedem a realização de audiência com os ministérios do Meio Ambiente, da Defesa, e os diretores da Agência Nacional de Águas (ANA) e da Polícia Federal.


O roubo de água dos rios da Amazônia foi denunciado na edição 310 da revista jurídica “Conselux” e repercutida por esta agência. Num texto sobre a Organização Mundial de Água e o mercado internacional de água, a revista afirma: “Navios-tanques estão retirando sorrateiramente água do Rio Amazonas”.


A publicação relata ainda que o comércio estaria tão avançado ao ponto de empresas internacionais, entre as quais a norueguesa Nordic Water Supply Co., terem desenvolvidos modernas tecnologias para a captação da água. A Nordic teria inclusive até firmado contratos de exportação de água a partir do emprego dessas técnicas para a Grécia, Oriente Médio, Madeira e Caribe.


Segundo a denúncia da revista, a captação geralmente é feita no ponto que o Rio Amazonas deságua no Oceano Atlântico. Os indícios são de que cada embarcação seja abastecida com 250 milhões de litros de água doce que, depois, seria engarrafada na Europa e no Oriente Médio. A “Consulex” explica que a procura pela água farta do Brasil ocorre por um motivo simples: o baixo custo de beneficiamento. Para tratar a água retirada os hidropiratas gastam US$ 0,80 em média para tirar a turbidez da água. A dessalinização das águas oceânicas sai por US$ 1,50 o metro cúbico.

Materia extraida de: http://www.acritica.com.br/ dia 15 de abril de 2010.
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Comentario:

Essa estória circula em Manaus já faz tempo, ouvi isso pela primeira vez em 2203 em uma palestra apresentada pela Dra. Luciana Valente (ex-secretaria da SEMMA) quando eu fazia Especialização em Gerenciamento e Planejamento de Águas na UFAM.



Ela citava que os navios que trazem os insumos da Europa, Ásia e EUA para serem manufaturados no Pólo Industrial de Manaus ao aportarem na cidade sempre trocavam seus latros, e que estes navios para retornarem aos seus portos de origem necessitavam reconstituir este lastro.


O fato é que realmente é comum observarmos na orla de Manaus vários navios com a quilha de fora, e todos sabem que sem o lastro esses navios não conseguiriam atravessar os oceanos em segurança.


A pergunta é: será que ao chegar ao Oriente Médio e outros destinos os navios jogam essas toneladas de água doce fora também? Com um barril de água valendo três de petróleo eu duvido muito...


Só nos cabe fiscalizar e cobrar providencias das autoridades competentes.

Em homenagem ao maior rio do mundo, posto abaixo a letra e video da musica Amazonas Moreno do Grupo Raizes Cablocas.
Saudações Geológicas

Prof. Elias Santos Junior
Manaus – Amazonas - Brasil

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Amazonas Moreno - Grupo Raizes Cablocas
 
 
 


Amazonas moreno,

tuas águas sagradas
são lindas estradas
são contos de fadas
ó meu doce rio

A canoa que passa

O vôo da garça
as gaivotas cantando
em ti vão deixando
o gosto de amar

É o caboclo sonhando
que entoa remando
o seu triste penar.

Neste poema de bolhas
que ressoa nas folhas
da linda floresta
do meu rio mar

Neste poema de bolhas
que ressoa nas folhas
da linda floresta do meu rio mar
é o caboclo sonhando
que entoa remando
o seu triste penar
neste caudal tão bonito
que é o desejo infinito
de plantar meu grito
nas ondas do mar



O que é Coaching - Por Elias Santos Junior - Geólogo, Professor e Self-empowerment Coach

Coaching [1]   é uma palavra em inglês que indica uma atividade de formação pessoal em que um instrutor ( coach ) ajuda o seu cliente ( coa...