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sábado, 15 de maio de 2010

MERCADO DE TRABALHO: Os desafios dos profissionais de hoje, segundo especialistas

RIO - Estar atualizado com tudo o que está acontecendo no mercado e investir constantemente em qualificação não são as únicas preocupações dos profissionais hoje em dia. No ambiente corporativo, os desafios são muitos e é preciso ter jogo de cintura para ultrapassar as barreiras. Politicagem no ambiente de trabalho, assédio moral, colegas competitivos, chefe tirano ou estressado são algumas das situações a serem enfrentadas, independentemente do setor e do cargo que o profissional ocupa, dizem especialistas.


Para Claudia Monari, consultora da Career Center, empresa especializada em gestão estratégica de carreiras e RH, o mais difícil é estar conectado com o mundo e a par de todas as informações para lidar com as tarefas diárias. Ao mesmo tempo que há vários meios de comunicação disponíveis, para a maioria das pessoas é difícil eleger aqueles que são confiáveis e quais informações são importantes para seu desenvolvimento profissionalmente.


- Os mais jovens já nascem com um "chip" e têm uma ânsia muito grande para absorção de informações. No entanto, os mais maduros ainda encontram dificuldades de buscá-las, principalmente nos meios eletrônicos onde as informações são mais ágeis. Algumas pesquisas dizem que há mais informações em um jornal de domingo do que toda a coletada no século XVIII - afirma.


Carla España, gerente operacional da rede de óculos Lula Lupa, acredita que todas as situações que não dependem de uma única pessoa são as mais desafiadoras. Ela elege a politicagem no ambiente de trabalho como um dos principais obstáculos a ser superado.


- O trabalho em equipe continua sendo uma vantagem competitiva no meio profissional. Quando existe politicagem, perdemos tempo e tiramos o foco da solução.


Para se desenvolver, diz Carla, o profissional deve identificar seu principal desafio e buscar superá-lo sendo competente, seguindo as normas da empresa e definindo suas prioridades.


Claudia, por sua vez, ressalta que, embora sejam muitos, cada desafio tem um grau de dificuldade para ser superado, o que irá variar de pessoa para pessoa. Para alguém que tem mais facilidade de relacionamento, os itens que envolvem pessoas certamente serão os menos desafiadores, explica.


Na opinião da consultora da Career Center, a melhor forma de superar os desafios do dia a dia e conseguir se manter antenado às novas tendências de mercado é investir em conhecimento, participar de redes internas e externas ao seu mundo profissional, e, acima de tudo, estar aberto a novo:

- O que é importante hoje, não será amanhã.

Original extraido de O GLOBO
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Comentario:

O principal inimigo do profissional atual é ele mesmo.

Eu convivo diariamente com profissionais de varias Áreas do conhecimento tanto nas faculdades onde trabalho como também nos órgãos públicos em que acompanho processos de licenciamento.
E comum nos deparamos com profissionais que passam o dia inteiro reclamando da vida, do salário, do ponto, do chefe, dos equipamentos, do tempo...enfim, de tudo.
O interessante e que quando tem concurso eles nos perguntam E ai, vai fazer? Eu penso: se e tão ruim, por que eu vou entrar?
Eu tenho por principio me manter afastado o maximo possível desse tipo de pessoas, pois elas não agregam valor, nos fazem ficar pra baixo e acabam sugando nossas energias, eu prefiro sinceramente ficar próximo das pessoas felizes pois assim compartilhamos do seu pensamento positivo.
Cada dia que passa as relações interpessoais se deterioram, você vê mais profissionais desfazendo do trabalho de colegas, sabotando companheiros de trabalho, por exemplo: Um professor dizer para a turma que o outro professor esta ensinando errado, isso se chama sabotagem, não digo que se estiver errando não precisa ser corrigido, porem, não podemos e levar o problema para esferas que não tem nada a ver com o problema e pior, denegrir a imagem de outro profissional.
Sempre ouvi as pessoas dizendo: Eu faço o meu trabalho, e a cada dia me pergunto será que isso e suficiente? Será que o que estamos fazendo supre a necessidade daqueles que precisam de nos?
Sinceramente não sei, só sei que todo dia quando chego para dar minhas aulas espero dar a melhor aula da minha vida.
Para finalizar disponibilizo o link para um podcast do Professor Marins que discute esse tema, como tambem o link para um post antigo do blog chamado Gostar do que se faz.
Obrigado a todos,
Professor Elias Santos Junior
Manaus - Amazonas - Brasil




sábado, 30 de maio de 2009

Dia do Geólogo


Ola colegas estamos comemorando mais um dia do Geólogo, busquemos nessa data, muito mais do que confraternizar, à base de churrasco e cerveja, realizar uma reflexão sobre os rumos da nossa ciência.


É hora de revermos conceitos, de buscarmos novos horizontes, de divulgar mais nossas realizações.

Reproduzo entrevista do presidente da Federação Brasileira de Geólogos, Nivaldo Bósio para o CONFEA

http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=8033&sid=10&pai=8



"Geologia na base de muitas atividades"
Brasília, 25 de maio de 2009


A geologia, uma das sete profissões normatizadas e fiscalizadas pelo Sistema Confea/Crea, apresenta-se, cada vez mais, como um dos motores da economia brasileira. Entretanto, o número de geólogos existentes no Brasil não é suficiente para cobrir a demanda das atividades econômicas.


O presidente da Federação Brasileira de Geólogos, Nivaldo Bósio, analisa a situação.


E-Confea – A balança comercial brasileira é impulsionada fortemente pelo minério de ferro. Esse é um bom exemplo para mostrar a importância da geologia para o país?


Nivaldo Bósio – Apesar de poucas pessoas perceberem, quase tudo que nos rodeia depende da geologia. Em uma casa, por exemplo, o cimento necessita do calcário; as telhas, da argila; temos também a areia. Se pensarmos nos plásticos, eles vêm, em grande maioria, do petróleo. O vidro, da sílica. Na agricultura, quando se utiliza a técnica da calagem, usamos a cal. Na escavação do metrô, é preciso conhecer as rochas. Então, a geologia está na base de uma série de atividades extremamente necessárias a todos os cidadãos. Pena que até mesmo o governo não percebe isso.


E-Confea – Os cursos de geologia são relativamente recentes. Como o senhor avalia a formação e a atuação dos geólogos?


Nivaldo – Realmente, são cursos recentes. O primeiro foi criado em 1957. Atualmente, são 24 instituições de ensino que estão aptas a formarem geólogos. Mas percebemos um déficit de profissionais. No Brasil, temos apenas 10 mil geólogos. Falta divulgação dos cursos. O resultado disso é um mapeamento geológico insuficiente em todo o território nacional.


E-Confea – O governo poderia estimular um resgate da atividade?


Nivaldo – Sim. Mas o governo deveria dar mais atenção. O Ministério de Minas e Energia, atualmente, é muito mais de energia do que de minas. Tanto o Ministério quanto o Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM) passaram muito tempo com poucos profissionais. Recentemente houve um concurso e há, agora, um esforço para o lançamento de um novo edital.


E-Confea – Como está a interface entre a geologia e as engenharias no Brasil?


Nivaldo – Ela caminha, mas ainda é lenta. Se fosse maior, muitos gastos, como a recuperação constante de estradas, por exemplo, seriam evitados. Sem falar nas tragédias. Entretanto, temos bons exemplos de interface, como no caso da descoberta do petróleo na camada pré-sal. Nesse campo, a geologia e a engenharia atuaram com perfeição, mostrando a capacidade dos nossos profissionais.


E-Confea – Qual a sua avaliação sobre o desenvolvimento das tecnologias de geologia no Brasil?


Nivaldo – O geólogo brasileiro precisa ser criativo. Digo isso porque o Brasil, por ser um país tropical, recebe muitas chuvas, além de ter um solo bastante espesso. O intemperismo aqui é intenso, o que torna mais complexa a análise geológica. Portanto, a metodologia aqui deve ser diferente da utilizada no Hemisfério Norte. O exemplo do pré-sal serve, mais uma vez, para mostrar como produzimos conhecimento no país.


E-Confea – Qual foi o impacto da crise econômica na profissão?


Nivaldo – Até 2008, o mercado de trabalho foi bom para a geologia. A crise na economia arrefeceu a atividade mineradora, mas agora, grandes empresas começam a retomar seus investimentos e a tendência é de crescimento da produção, ainda em 2009.


Thiago Tibúrcio Assessoria de Comunicação do Confea

O que é Coaching - Por Elias Santos Junior - Geólogo, Professor e Self-empowerment Coach

Coaching [1]   é uma palavra em inglês que indica uma atividade de formação pessoal em que um instrutor ( coach ) ajuda o seu cliente ( coa...